Espaço destinado àqueles que se dedicam ao estudo da sociedade, instituições, economia, cultura etc. do Brasil colonial.
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Comentário de aldriana do rocio alves em 1 abril 2013 às 13:26 Olá, estamos divulgando uma nova página.
Se tiver interesse no assunto, venha nos visitar...
Hoje começaremos a postar sobre a História do Homoerotismo Feminino e também sobre o Choque Cultural Entre Espanhóis e Nativos Na Conquista da América...
http://www.facebook.com/pages/Ciências-Humanas/117839921734234
Comentário de Jean Paul em 10 junho 2012 às 18:25 Estarei lá com toda certeza professor Gian Carlo!
Comentário de Gian Carlo de Melo em 8 junho 2012 às 18:30 Quem vai para Belém em setembro? IV º Encontro Internacional de História Colonial.
Comentário de Flavio Damasceno em 2 maio 2012 às 11:53 Ola! Pessoal fico feliz em fazer parte desse grupo que estuda o Brasil colonia.
Comentário de Amanda Dias de Oliveira em 1 abril 2012 às 23:04 Olá!
Amei o comentário feito sobre Joana Angélica de Jesus. Estudo sobre as religiosas franciscanas e Clarissas do período moderno. Mas achei interessante a iniciativa de destacar a participação de uma religiosa no período da história da "independência".
Tal resistência da Abadessa, demonstra a força, que muitas mulheres possuíam, não sendo alienadas dentro da comunidade que viviam. Assim podemos tentar levar a iniciativa de rompermos com a visão de que estas mulheres não contribuíram para a formação sociocultural do Brasil.
Abrçs,
Amanda Oliveira.
Comentário de Sandro Henrique Verginelli em 19 fevereiro 2012 às 9:43
1822: Morre Joana Angélica de Jesus, mártir da independência do Brasil,
Joana Angélica de Jesus nasceu em Salvador em 11 de dezembro 1761. Filha de uma abastada família. Aos 21 anos ingressa no Convento da Lapa como franciscana, com o nome de SÓROR JOANA ANGÉLICA, entrando na Ordem das Religiosas Reformadas de Nossa Senhora da Conceição. Foi irmã, escrivã e vigária. Em 1815 tornou-se abadessa. Aceitou os votos de silêncio e, como monja enclausurada, jamais podiam vê-la. Atendia a todos através de um véu ou de uma cortina. Tendo atenção especial aos pobres e aos pestosos. Ajudou de modo a atender à Ordem e servir a Jesus. Assim, aceitou uma das mais difíceis tarefas: a de reeducar mulheres equivocadas, as chamadas "arrependidas".
Meses antes do Grito do Ipiranga o povo baiano já lutava contra o domínio português. A luta se prolongou por quase um ano após a proclamação da independência. Em 19 de fevereiro de 1822, os portugueses atacam o Forte de São Pedro onde estão alojados os combatentes baianos. Os combates se espalham por toda Salvador. Ainda na manhã do dia 19, militares e civis portugueses investem contra o Convento da Lapa alegando que há baianos combatentes escondidos. A abadessa Joana Angélica resiste à invasão do seu Convento e num último gesto para afastar os agressores grita:
"Para trás, bárbaros. Respeitem a casa de Deus. Ninguém entrará no convento, a menos que passe por cima do meu cadáver!" Uma baioneta atravessa o peito da religiosa que veio a desencarnar no dia seguinte, 20 de fevereiro de 1822, tornando-se o símbolo da resistência e mártir da independência.
Comentário de Sandro Henrique Verginelli em 13 fevereiro 2012 às 17:16 Brasil colonia historia rica de detalhes , descrito nos livros 1808 e no livro de Eduardo Bueno brasil: Uma Historia de Cinco Seculos de um pais de construção
gostaria de saber de cada companheiro de grupo o que chama mais atenção neste tempo Brasil colonia modo de cada um !!!
Colegas historiadores, segue o link do IV Encontro Internacional de História Colonial. http://www.ufpa.br/cma/eihc_belem/index.html
Comentário de Mariana Chaves Monti Souza em 16 novembro 2011 às 7:39 Olá Márcia Rodrigues!
Muito obrigada pela dica porque foi bastante relevante.
Bjus!*
Comentário de Anna Anjos em 10 novembro 2011 às 18:17 Olá, pessoal! Meu nome é Anna Anjos, sou arte-ilustradora e tenho a cultura brasileira como uma das principais referências para o desenvolvimento de meu trabalho. Para aprofundar meu conhecimento sobre nosso folclore e mitologia resolvi criar o blog Cocada Preta, onde pesquiso um pouco mais sobre a origem dos mitos e histórias folclóricas de nossa cultura e a relação destes com as culturas de outros povos do mundo.
Gostaria de convidar a todos a visitar o Cocada Preta:
http://cocada-preta.blogspot.com/
Abs! Obrigada!
Anna Anjos
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Era uma vez na Anatólia
A novela pode ter acabado, mas a Turquia continua em cena no Brasil. Acaba de chegar aos cinemas do país o filme "Era uma vez na Anatília", co-produção Bósnia-Turquia.
Nas planícies da Anatólia, na Turquia, um grupo composto de um policial, um médico legista e um advogado conduz dois prisioneiros em busca do local onde enterraram sua vítima. Já é tarde da noite e, em meio à escuridão, eles não conseguem mais encontrar o local exato onde foi colocado o cadáver. Entre as divagações e os deslocamentos, o advogado e o médico começam a se conhecer melhor, percebendo que eles têm pontos de vista muito diferentes sobre a vida.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
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