Tags: pesquisa, pós-pombalino, regalismo
Permalink Responder até Bruno Leal em 28 janeiro 2008 at 11:37
Permalink Responder até Marcelo Tadeu dos Santos em 29 janeiro 2008 at 22:52
Permalink Responder até Guilherme Amaral Luz em 4 fevereiro 2008 at 21:22
Permalink Responder até MÁRCIA RODRIGUES em 23 junho 2011 at 14:30
opa ..seu projeto é aliado ao meu tema monografico da Pós Graduação... Podemos trocar fontes, referencias, conhecimentos... vou tratar sobre a violencia causada aos indios no período - seculo XVI ao XVIII - Pretendo usar como parametros a Carta de Caminha, os bandeirantes, a escravização, os conflitos na Colonia e a aculturação.
Meu tema na graduação foi dar holofotes aos indios, ou seja, colocá-los como atores historicos dentro da lógica mercantilista da colonização enfatizando a presença deles inserida num projeto colonial como participante ativo da economia colonial interna (que ora era marcada pela cana exportadora).
Me adiciona para trocarmos conhecimentos.Abraços
Permalink Responder até Silvio Pedrosa em 30 janeiro 2008 at 18:51
Permalink Responder até Guilherme Amaral Luz em 4 fevereiro 2008 at 21:31
Permalink Responder até Edney Mesquita em 7 fevereiro 2008 at 21:35
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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