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Historia do Anarquismo

Estudar o anarquismo, história, pensamento, realizações, dilemas e limites.

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José Leandro Comentário de José Leandro em 3 janeiro 2010 às 2:04
O BIBLIOTECÁRIO ANARQUISTA, sugere


"Juntamente com “Farenheit 451”, este é o melhor manual de sempre. Possui todas as ferramentas de apoio ao bibliotecário na sua nobre função de ABATE DE ESPÉCIES. Desde os saudosos métodos de Nero (Imperador Romano do séc. I d.c.) aos actuais critérios MUSTI (Misleading, Ugly, Supereseded, Trivial, Irrelevant, Elsewhere), está lá tudo." (Os risos são meus claro.)

Fonte:O bibliotecário anarquista.
João Correia de A. Neto Comentário de João Correia de A. Neto em 23 dezembro 2009 às 14:37
Olá. Pesquisei sobre a educação anarquista e a pedagogia libertária no Brasil entre 1880 e 1930, isto acabou numa dissertação de mestrado na UFBA.
Bem, é isso, qualquer coisa estou por aí no mundobytes para trocar idéias sobre. Abraços
JOSE ANTONIO DA SILVA Comentário de JOSE ANTONIO DA SILVA em 18 dezembro 2009 às 17:01
FICO FELIZ, E CONTENTE, SER RECEBIDO NESTE GRUPO.

ESTOU LENDO UM LIVRO, REVULICIONÁRIO. do autor, ERIC J. HOBSBAWM. editora PAZ e TERRA. 2ª Edição.
José Leandro Comentário de José Leandro em 8 dezembro 2009 às 15:24
O (MEU) BANQUEIRO ANARQUISTA

Causa certa estranheza a ideia de que um banqueiro possa ser anarquista, imaginando-se talvez que seja um anarquista não praticante, ou que o seja na teoria, mas não na prática. O banqueiro retratado por Pessoa, contudo, considera toda a sua vida exemplificativa do verdadeiro anarquismo descrevendo como, desde jovem, foi resolvendo diversas contradições e dúvidas até chegar à “técnica do anarquista”.
Concluirá o banqueiro que todos devem trabalhar para um mesmo fim, mas separados, de forma a não sucumbirem à pressão social, podendo tornar-se livres do dinheiro, da sua influência e força, através da aquisição da maior soma possível. O Banqueiro Anarquista, conto de uma actualidade surpreendente, publicado no n.º 1 da revista Contemporânea, tem conhecido um conjunto apreciável de edições e reedições ao longo dos últimos setenta anos, orgulhando-se a Assírio & Alvim da presente edição, organizada por Manuela Parreira da Silva, na qual se apresenta o texto de 1922, inserindo-se em apêndice os rascunhos deixados por Pessoa, de forma a que o leitor possa conhecer o texto na íntegra.
Fonte:http://www.assirio.com/livro.
Natasha Dias Castelli Comentário de Natasha Dias Castelli em 26 outubro 2009 às 19:34
Olá pessoas, sou nova no café história e na admiração profunda e peculiar pelo anarquismo.
Percebo que as pessoas aqui envolvidas tem muitas informações e contribuições à tod@s que se interessam por esse movimento FANTÁSTICO.

Faço a minha através da divulgação aos que não conhecem (e admito que conheci a poucos dias) o CMI (Centro de Mídia Independente).
Espalhado por todo mundo esse centro nos convida a "reconhecer" a dura realidade enfrentada pelos movimentos sociais e por milhões de pessoas que lutam por uma mudança social de forma ATIVA!

* O que é o Centro de Mídia Independente?

O Centro de Mídia Independente é uma rede internacional de produtores e produtoras independentes de mídia preocupados(as) e comprometidos(as) com a construção de uma sociedade livre, igualitária e que respeite o meio ambiente. Ele foi criado originalmente em Seattle como uma forma alternativa de cobrir os eventos que levaram ao malogro do "Encontro do Milênio" da OMC (Organização Mundial do Comércio) em Novembro de 1999. A idéia era de ter um site na Internet que recebesse e armazenasse, vídeos, imagens, sons e textos que poderiam ser publicados e reproduzidos sem copyright por qualquer pessoa ou qualquer órgão de mídia independente sem fins comerciais. O que era um site de jornalistas independentes tornou-se também um site em que os e as próprios(as) manifestantes se faziam ouvir. Elas e eles começaram a publicar suas histórias e disponibilizar as imagens de vídeo, os sons e entrevistas que essas mesmas pessoas tinham produzido. À medida que os protestos "antiglobalização" foram se espalhando, Centros de Mídia Independente foram sendo criados em toda a parte onde os "novos movimentos" eclodiam. Atualmente existem mais de cem Centros de Mídia Independente em mais de trinta países, em todos os continentes. O Centro de Mídia Independente do Brasil nasceu como desdobramento da organização do movimento antiglobalização em São Paulo que havia promovido um protesto no dia 26 de Setembro de 2000 (S26) quando se reuniram em Praga, o FMI e o Banco Mundial. Em dezembro de 2000, o site do Centro de Mídia Independente do Brasil foi ao ar e, desde então, tem se esforçado para "cobrir" eventos ligados à luta social. O Centro de Mídia Independente é um projeto sem fins comerciais totalmente feito por voluntárias e voluntários.

Encontrado em: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/static/volunteer.shtml

Os documentarios gerados por esse gurpo são sensacionais e tem muitos brasileiros envolvidos.

É isso aí!
Abraço.
José Leandro Comentário de José Leandro em 29 maio 2009 às 4:22
A Revista A IDEIA e a Editora Sementeira editou em Portugal toda a obra de Edgar Rodrigues, na década de 80 e 90.

Sim, ser Anarquista é uma bela história de vida. Dizer NÃO a todo o totalitarismo, dizer SEMPRE que a liberdade não pactua com tutores - venham de onde vierem.

É também a forma de dizer que o GULAG e HOLOCAUSTO tem pontes em comum. A BARBÁRIE!

Dizer HOJE que os neo-liberais do pensamento e da economia são outros bárbaros de tiranias não ideológicas mas não menos canalhas.

Tive a sorte de ler e ter comigo os livros do Edgar Rodrigues.

Salvé Companheiro!
Joaquim Antonio Comentário de Joaquim Antonio em 28 maio 2009 às 20:04
nota de falecimento do historiador anarquista Edgar Rodrigues:

http://nu-sol.org/agora/agendanota.php?idAgenda=250
Joaquim Antonio Comentário de Joaquim Antonio em 28 maio 2009 às 20:03

José Leandro Comentário de José Leandro em 28 maio 2009 às 16:39

http://cafehistoria.ning.com/group/oromanceanegro

Libertários, anarco-sindicalistas, individualistas, não integrados, leitores a negro, leitores anónimos - UNIVOS!!
Kell Dacosta Comentário de Kell Dacosta em 20 abril 2009 às 7:47
Qualquer forma de autoridade é um crime, uma extorsão a nossa autonomia diante de nossas vidas. Infelizmente, estamos dentro de um sistema ou melhor de uma sociedade que "se escora" literalmente nas instituições por qualquer motivo. Desde uma simples dor na unha, até uma bala perdida...
 

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ABRAÇO PARTIDO

Ariel (Daniel Hendler) é um jovem de vinte e poucos anos, que largou a faculdade e ainda vive às custas da mãe (Adriana Aizemberg). Sua vida gira basicamente em torno de dois locais: a loja de lingeries de sua mãe e o cybercafe local, onde costuma encontrar sua namorada.

Ariel sempre estranhou o fato de nem sua mãe nem seu irmão falarem sobre seu pai, que nos anos 70 partiu para lutar na Guerra do Yom Kippur, em Israel, e nunca mais retornou. Com a crise econômica instalada na Argentina, que força o fechamento de várias lojas tradicionais no bairro onde está a loja de sua mãe, os amigos de Ariel sonham em conseguir a cidadania européia e partir do país em busca de emprego. Ariel também tem este sonho, mas cada vez mais alimenta o desejo de conhecer seu pai e também a verdade sobre seu afastamento da família.

"El Abrazo Partido", filme argentino de 2004 fez bastante sucesso aqui no Brasil. No fundo, sua trama gira em torno de Ariel, que não consegue aceitar o fato do pai tê-lo abandonado para ir lutar na guerra do Yom-Kippur. Essa rejeição à figura paterna também fica explícita no pouco conhecimento que Ariel tem do judaísmo. Face à crise que se abate sobre a economia de seu país, Ariel decide batalhar pelo passaporte polonês (seus avós eram poloneses) e, dessa forma, ter a possibilidade de entrar na Europa e viver com um seguro-desemprego.

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