Uzo de quando em vez o Ramal Japeri-Central do Brasil-Japeri.
São constantes os atrazos,a super lotação,trens em pésimo estado,os novos apresentam defeitos no fechamento de suas portas,pois qualquer preção por menor que seja nas portas,é sinalizada como se tivessem pessoas mantendo-as em aberto.
ASuper-Via,dona do balacobaco,cobra caro pelo transporte de péssima qualidade,as estações são antigas,possuem escadas que dificultam o acesso de idosos,gestantes,deficientes,além de não possuirem banheiros.
Até os condutores das compozições,são mal treinados,fecham as portas antes da hora,prezenciei isto na sexta feira dia 4/11,em plena Central do Brasil.O trem das 19:00h para Japeri,apresentou defeito na Estação de Engenho de Dentro,fomos orientados a subir uma escadaria,para uzar a plataforma 4d,estavamos na 3c,depois tivemos que retornar para esta de novo... Gestantes tiveram que ir em pé,idem uma sra deficiente.Culpa de quem?Em parte da SuperVia,em parte do povo,pois este estava cançado,só queria ir sentado,chegar em casa o breve possivel.
Tags:
Permalink Responder até Eduardo Landucci Pinto em 7 novembro 2011 at 14:04
Infelizmente este é o retrato do transporte público no país, ou pelo menos nas gandes cidades. Mas uma coisa precisa ficar claro, a maior responsabilidade é da própria população, e isto em vários sentidos. Primeiro porque não nos movimentamos socialmente para melhorar estas condições. Depois, continuamos votando nos mesmos políticos comprometidos com a economia privada, que neste contexto extremamente capitalista visa tão somente o lucro. Mesmo as empresas governamentais tem esta perspectiva. Um exemplo bem claro é o governador de São Paulo, que declarou em uma entrevista, que estava comprando trens novos com um número reduzido de assentos e desta forma melhorar o conforto dos passageiros que iriam menos apertados nos vagões. O mais triste não é a declaração do governador, é o fato de ele continuar tendo votos para se eleger. Uma opção para tentar resolver o problema que você me retratou, seria constituir uma comissão organizadora de um boicote e deixarem de usar os trens por algum tempo em sinal de protesto e lógicamente divulgar o protesto na imprensa falada e escrita (jornal, televisão e rádio). Lembre-se que sem luta, sem protesto, as coisas não mudam. O velho ditado que diz, "quem cala consente", é exatamente no que os responsáveis acreditam. Movimentação social... isto é o que está faltando.
Abcs.
Eduardo
Permalink Responder até alexandre silva volk em 7 novembro 2011 at 18:29
O transporte ferroviario no Brasil deve ser modernizado ok! Tendo em vista a copa de 2014 e jogos olimpicos de 2016, temos que pensar em ramais ferroviarios por todo pais! Não só Rio e SP, mas o resto do Brasil idem amigos!
Aproveitando vou dizer: começaremos a pensar em linhas para passageiros como as do RJ, SP para outros estados, reativação das que tinham e continuar como a estada de ferro Curitiba - Paranaguá!
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
Ativado por

