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Comentário de Larissa Pereira em 30 abril 2016 às 15:42

Prezados, 

gostaria de saber se alguém tem referências e fontes para indicar sobre rotas internas da escravidão na África?

Desde de já, agradeço.

Comentário de Larissa Pereira em 30 abril 2016 às 15:42

Prezados, 

gostaria de saber se alguém tem referências e fontes para indicar sobre rotas internas da escravidão na África?

Desde de já, agradeço.

Comentário de Marcelo Gomes da Silva Bruno em 15 agosto 2015 às 11:34

Há vários sites na rede de onde você pode baixar o original em inglês (King Leopold's Ghost).

A propósito, se você for algum dia à Bélgica e visitar o Domínio Real de Laeken, poderá ver um pouco da opulência da monarquia belga conquistada com o sangue e suor do povo africano. Embora o Castelo Real de Laeken (residência do rei e da sua família imediata) seja anterior à conquista do Congo, o parque em torno do castelo, as magníficas estufas e os pavilhões asiáticos que aparecem no vídeo, além de outras residências reais dentro do domínio como os castelos de Belvédère e Styuvenberg foram construídos ou comprados pelo rei Leopoldo II com recursos oriundos dos seus lucros pessoais com a exploração desumana do Congo. Antes do fim do seu reinado, Leopoldo doou a maior parte dos seus bens imóveis e fortuna pessoal para o Estado Belga formando o que se chama hoje de Donation Royale em francês ou Koninkijke Schenking em flamengo/holandês. 

Pelos termos da doação do rei Leopoldo,  parte das propriedades que fazem parte da Donation Royale, apesar de pertencerem ao Estado, são disponibilizadas permanentemente para uso pessoal e privativo da Família Real belga, enquanto outras propriedades são abertas ao público ou alugadas comercialmente para inquilinos privados (p.ex. clubes de golfe).

Comentário de Andre Martinez em 13 agosto 2015 às 16:41

Gostaria de saber se alguém no grupo possui os livros em PDF ou cópia (xerox): Holocaustos coloniais e O fantasma do rei Leopoldo. Se alguém tiver por favor entre em contato comigo.

Comentário de Marcelo Gomes da Silva Bruno em 2 março 2015 às 12:43

Para quem se interessa por questões contemporâneas da África do Sul, segue abaixo um link interessante para o último debate sobre o "estado da província" no parlamento regional do Cabo Ocidental.

Só lembrando, o Cabo Ocidental é a única província sul-africana governada por um partido de oposição ao Congresso Nacional Africano (African National Congress ou ANC), no caso a chamada Aliança Democrática (Democratic Alliance ou DA). É também a única província com uma primeira-ministra branca, a Sra. Helen Zille. O ANC é um partido de centro-esquerda historicamente associado à resistência ao apartheid. Ele governa a África do Sul a nível nacional desde 1994 e, hoje, tem algumas características que lembram bastante o PT no Brasil. Sua principal base de apoio são negros africanos, principalmente de baixa renda. A DA, por sua vez,  é um partido liberal (centro-direita) , cuja base de apoio era formada  principalmente  por eleitores brancos e pardos, mas que, em tempos recentes, tem atraído uma parcela crescente do voto negro africano também.

O debate, que é majoritariamente em inglês, com algumas partes em africâner ("holandês do Cabo") e, ocasionalmente, em isiXhosa, centra-se em torno de acusações do ANC de que o governo da DA no Cabo Ocidental seria "racista" e "voltado apenas para o interesse dos ricos" (leia-se, a classe média alta branca). A DA nega essas afirmações e acusa o ANC por sua vez de ser "incompetente" e "corrupto". Notem que, apesar das acusações de racismo feitas pelo ANC, vários deputados da DA e ministros no governo da província são, na verdade, negros ou pardos.

Parte 1: https://www.youtube.com/watch?v=E1I9jFd17lM

Parte 2: https://www.youtube.com/watch?v=-zO-8C6Iy8o

Parte 3: https://www.youtube.com/watch?v=p7hI9fCQLQ4

Comentário de Marcelo Gomes da Silva Bruno em 24 novembro 2014 às 13:27

Continuando, notem que a porcentagem de alunos no ensino médio estudando línguas europeias como FAL excede a porcentagem que as estudam como HL, chegando a 80,5 % no caso do inglês e 63,7 % no caso do afrikaans (holandês da África do Sul). Inversamente, quase 100 % dos alunos estudando línguas africanas nativas estudam-nas como HL, com exceção do Zulu, onde 10 % dos alunos estudam no nível FAL. Isso se deve ao fato de que: 1) quase todos os alunos que estudam línguas nativas africanas como HL cursam inglês como FAL e uma pequena porcentagem de alunos que falam línguas africanas em casa optam por estudar inglês HL diretmente, e 2) a maioria dos alunos que estudam inglês HL optam por afrikaans como FAL, excetuando-se uma minoria que opta principalmente por Zulu FAL.

Comentário de Marcelo Gomes da Silva Bruno em 24 novembro 2014 às 13:17

Como se sabe, o currículo nacional sul-africano exige que os alunos estudem duas línguas oficiais da África do Sul, das quais uma éstudada no nível HL (Home Language) e a outra no nível FAL (First Additional Language). Notem que HL e FAL se referem ao grau de profundidade em que a língua é estudada e não necessariamente ao uso efetivo ou não da língua em casa. A tabela abaixo mostra o número de candidatos que prestaram exames nas línguas mais frequentes (níveis HL ou FAL) no exame final do 12o ano (NSC). A porcentagem de examinados no nível HL é mostrada à direita.



                                                                                            % HL


Inglês                                  564.909                                      19,5
Zulu                                     152.214                                      89,5
Afrikaans                             138.031                                      36,3
Xhosa                                   81.187                                        97,7
Pedi                                     65.554                                        99,5
Tswana                                40.936                                        99,5

Comentário de Marcelo Gomes da Silva Bruno em 12 setembro 2014 às 14:01

Bom dia,

 Alguém poderia sugerir referências bibliográficas a respeito da escravidão na Colônia do Cabo (África do Sul) no período 1652 (fundação da Cidade do Cabo pelos holandeses) a 1834 (abolição da escravidão no Império Britânico) ?

Comentário de Reinaldo Seriacopi em 3 junho 2014 às 16:51

Professores, tomo a liberdade para deixar a sugestão de dois endereços na internet inteiramente voltados ao professor de História do ensino básico.

Um deles é o site www.historiaeimagem.com. br e o outro é a fanpage do FB www.facebook.com/historiaeimagem.

Em ambos os endereços, existem muitas dicas e sugestões que podem ajudar o professor em seu dia a dia na sala de aula, inclusive no que diz respeito às leis 10.639 e 11.645

Comentário de Maiara Cagliari em 17 abril 2014 às 18:32

"Para além dos estereótipos e da tradicional história construída a partir de referenciais europeus, o autor - pesquisador e professor de História da África - oferece material didático de grande relevância, fornecendo uma visão panorâmica, que respeita as diferenças e peculiaridades sociais, culturais e históricas que surgem da variedade de povos existentes no continente africano. Em um país como o Brasil, considerado detentor da maior população afrodescendente do mundo e ainda carente de informações a respeito dessa herança, 'História da África' torna-se essencial para o avanço dos conhecimentos sobre a realidade do continente."

 

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