Após a queda da linha de Seelow, nada ficava entre o Exército Vermelho e Berlim.
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Permalink Responder até Bruno Leal em 7 julho 2012 at 15:10
Victor, o fórum funciona a partir de perguntas. Fica a dica!
Abração!
Permalink Responder até Natasha Petrov em 6 janeiro 2013 at 17:38
a famosa foto da bandeira hasteada no Reichstag (Parlamento Alemão) não foi tirada no momento da tomada do Parlamento, mas sim uma encenação e depois reeditada como forma de propaganda da URSS de Stálin.
A imagem tornou-se um ícone da vitória da União Soviética sobre o regime nazista de Adolf Hitler e foi transformada em instrumento de propaganda pelo país comunista.
Anos mais tarde, no entanto, o fotógrafo soviético autor do retrato, Ievgeny Khaldei, admitiu que o momento havia sido encenado e revelou que a própria bandeira da URSS tinha sido improvisada - a peça original fora alvejada por atiradores de elite alemães.
Permalink Responder até Lúcio Emílio do Espírito Santo em 7 janeiro 2013 at 10:01
A burguesia treme de medo ao ver essa foto até hoje. Simboliza que um governo de trabalhadores conseguiu enfrentar toda a Europa invadida e simpatizante do nazismo, inclusive com apoio de Franco e Salazar.
Lúcio Emílio: A ditadura de Stalin estava muito longe de ser um "governo de trabalhadores". E, mesmo que fosse, a URSS não teria vencido a guerra sem o apoio da "burguesia" dos Estados Unidos e da Inglaterra.
Em história, existem o mito e a realidade.
Permalink Responder até Lúcio Emílio do Espírito Santo em 8 janeiro 2013 at 16:21
Essa mania de dizer que tudo que vem da URSS é forjado irritada, cansa.
Como agora se insiste na tese de que os fuzilamentos em Katyn, como mostra o filme do Andrej Wajda, que sempre fez filmes na maior liberdade na Polônia comunista, eram para "aniquilar a naçaõ polonesa!" mentira!
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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