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História da Polícia e da Criminalidade

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Espaço destinado a discutir a historiografia e as pesquisas envolvendo a História da Polícia e da Criminalidade.

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Comentário de Fred em 28 janeiro 2017 às 17:27

Comentário de Fred em 28 janeiro 2017 às 17:26

Saudações, pessoal! "História da Polícia e da Criminalidade" também está no Facebook! Abraço

Comentário de Fred em 27 novembro 2015 às 10:55

Violência deixa 435 filhos de PMs órfãos nos últimos seis anos. http://oglobo.globo.com/rio/violencia-deixa-435-filhos-de-pms-orfao... 

Comentário de Kelton Misael Silva Nogueira em 17 maio 2015 às 23:55

Delegacia Especial de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA) e sua função constitucional:

 Nosso objetivo primordial a ser tratado nesta parte do trabalho é demonstrar as condições em que se encontra a DEPCA de Rio Branco – Acre e suas possíveis melhoras, quanto, haja vista que a atual estrutura não atende as demandas de uma sociedade em crescimento que têm por área de circunscrição toda zona urbana e rural.

  

Conta Almeida que passaram alguns delegados de destaque na fase inicial, tal como: Dra. Neném, Herculano Barbosa e Cabo Dico todos (inmemorian), no qual destaco Cabo Dico, este já veio atuar em outro endereço, não mais no “porão”, porém ficou no Conjunto Esperança até 1994, na Gestão do Secretário de Segurança Pública, Américo Carneiro Paes, quando houve transferência para o local atual.

Conta o documento que na Delegacia Especializada, os agentes eram chamados de Comissários de Menores. Muitos desses agentes, de 1994 a anos antecedentes, Estão aposentados ou não estão mais vivos. No entanto, percebe-se que sempre existiram problemas área de recursos humanos. Quanto ao material utilizado pela Polícia, não se difere muito do utilizado atualmente. Os veículos eram cedidos pela Secretaria de Bem Estar Social, um fusca preto e branco, chamado de “Manduquinha” e outros veículos emprestados(...): uma Kombi de cor branca. Não se fazia uso de armas de fogo, pois era proibido.

Tal como acontecem hoje na DEPCA, a maioria dos casos, também eram resolvidos através do diálogo, se fosse bem grave o delito encaminhava-se, após ouvir os infratores, o processo para o Ministério Público.

A DEPCA é uma das delegacias especializadas, no entanto podemos dizer que não é uma legítima delegacia de proteção à criança e ao adolescente, pois para isso falta se equipar, acrescido do fato de ocorrências e demandas serem muitos. Esta delegacia não consegue atender, conforme preceitua a legislação em vigor, os adolescente que devem ficar em abrigos e não em celas. O que é comum. E, seus familiares deveriam serem melhor acolhidos pelos especialistas existentes na aludida delegacia, o que contribuiria para amenizar vários problemas, tais como o de segurança e assistência para os menores em infração à lei e seus familiares, além de mais conforto ao público e funcionários.

            Para quem trabalha em meio ao desconforto psicológico, E numa delegacia cheia de problemas, o nível de estresse pode ser grande, provocando doenças, o que de fato ocorrem. No Núcleo de Apoio Psicológico (NAP), com aproximadamente 10 anos de existência, há quase 400 pacientes. Na DEPCA são registrados, em média de 25 a 30 Boletins de Ocorrências e diversos procedimentos cartoriais, inclusive muitos flagrantes. Além de entregas de documentos diversos, que em cada procedimento são gerados. Observemos, também que a DEPCA tem por competência somente a investigação e apuração de atos infracionais praticados por adolescentes, o que a difere da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (NUCRIA) sendo esta responsável apurar os ilícitos de menores infratores ou custodiá-los, até estes serem entregue ao Promotor ou ao Centro Sócio Educativo.

 

 

            

 

 

Comentário de Kelton Misael Silva Nogueira em 17 maio 2015 às 23:38

Um breve histórico da criação da Polícia Civil no Brasil e no Acre

 

A polícia no Brasil enquanto instituição surgiu um pouco antes da independência, mais precisamente a partir da chegada da família real portuguesa em 10 de maio de 1808. Dentro do aparato repressivo do Estado deu-se uma divisão e logo criou-se a Secretaria de Polícia em 03 de dezembro de 1841 e esta foi o germe da Polícia Civil. Desde cedo esta polícia aproximou-se do Judiciário, com o intuito de facilitar a justiça, ao passo que a polícia militar agia como uma extensão do exército, tanto que até hoje, um pouco dessas tradições são mantidas.

A princípio houve uma dificuldade para esta instituição manter-se, pois no começo não haviam profissionais de carreira, apenas funções e atribuições dadas a certas pessoas distintas.

 

A estrutura da Polícia Civil na década de 1830 paz que tinham autoridade de polícia e ampla responsabilidade pela englobava os juízes de vigilância em seus distritos para prevenir crimes e investigar os crimes cometidos (BARRETO E ASSUNÇÃO, 2008).

 

Comentário de Fred em 16 maio 2015 às 20:40

Bem-vindo, Kelton!

Comentário de Bruno Leal em 16 maio 2015 às 16:28

Oi, Kelton. Seja bem-vindo! Legal contar com a sua presença! Dê uma olhadinha nos fóruns aqui acima. Será um prazer contar com o olhar de um historiador que é policial. Abraço!

Comentário de Kelton Misael Silva Nogueira em 16 maio 2015 às 15:33

Olá pessoal! Gostei muito do tópico ou foco temático desse grupo, pois sou licenciado em história e bacharelando em história tendo por apresentar ainda monografia que uma questão estritamente relaconada com a criminalidade, polícia e menores infratores. Além de ser agente de polícia civil há 14 anos. Creio poder contribuir um pouco na discussão. Abraços!

Comentário de Fred em 6 maio 2015 às 9:46

HISTÓRIA DA POLÍCIA E DA CRIMINALIDADE

Fizemos uma página agora também no Facebook:

https://www.facebook.com/groups/282976195225622/ 

Comentário de Fred em 30 abril 2015 às 19:56

Samuel

Não sei se se trata de discriminação... De qualquer forma não é uma profissão que atraia qualquer um. As notícias e, em vários casos, os fatos apurados sobre uns poucos acabam lançando uma aura de desconfiança sobre a profissão. Não deve ser fácil mas é compreensível que quem não seja da área não se sinta à vontade com o que se lê sobre as corporações policiais. Tenho amigos policiais que gostam da profissão mas mesmo esses se ressentem também do pouco reconhecimento por parte da sociedade. Outras profissões tb tem seus estereótipos e seus detratores. Com a nossa história contínua de arbitrariedades por parte das polícias (contínua nas márgens, entre os mais pobres e eventualmente com "os de cima") sob mandos e desmandos diversos é difícil não existir uma certa desconfiança sobre a atuação policial. Torço para que um dia isso mude.

 

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