Lutero, um homem criado dentro dos ensinamentos da Igreja Cristã realmente desejava dividi-lá? Um homem que levou suas dúvidas e tormentos diante do Papa Leão X, realmente almejava dividir a Santa Mãe Igreja?

Tags: alemanha, lutero, reforma

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Nunca foi intenção de Lutero fundar uma nova igreja!!!!!!

Seu estudo da Bíblia o convenceu de que muita coisa ensinada pela igreja do seu tempo era de invenção humana. Lutero desejava que a igreja parasse de ensinar esses erros e retornasse à doutrina pura, conforme ensinada por Cristo e seus apóstolos. Mas os líderes da igreja achavam que ela nunca poderia errar. Por conseguinte, concluímos que Lutero devia ser um falso mestre e não lhe deram ouvidos. Seus inimigos espalharam mentiras acerca dele, o papa o excomungou, e pelo Edito de Worms, o Santo Imperador Romano o declarou proscrito. Ainda que não desejasse que as coisas fossem assim, Lutero estava agora fora da igreja de Roma. Muita gente cria que Deus tinha falado poderosamente através de Martinho Lutero. Eles se arriscavam a receber castigos por lerem seus escritos e ouvirem seus sermões. Grande parte da Alemanha setentrional queria que ele se tornasse seu líder. O senso de dever e a devoção de Lutero às verdades da palavra de Deus não permitiriam que ele fizesse pouco caso das necessidades desse povo, permitindo que voltassem aos seus velhos modos de adoração. Uma nova comunidade religiosa teria de ser erigida. A despeito das objeções de Lutero, o povo passou a chamá-la de "Igreja Luterana".

http://www.ielb.teo.br/site/index.php?pagina=noticias&id=804

http://luteranos.com.br/portal/site/conteudo.php?idConteudo=9157

http://www.lcms.org/page.aspx?pid=387

http://www.elca.org/Who-We-Are/History/Opening-the-Door-to-Luther.aspx

 

 

P. Matthias Ristau *

“Qual a sua religião, você é evangélico ou católico?” Sempre de novo essa pergunta. Eu como pastor luterano às vezes quase quero responder “os dois”. Tem duas razões para isso: Primeiro nós, evangélicos e católicos temos a mesma religião: somos cristãos, seguidores de Jesus Cristo, que acreditam que Jesus é nosso Senhor, mas temos a mania de brigar em vez de enxergar quanto nos une. Evangélicos e católicos são dois grupos diferentes dentro da mesma religião.

E a segunda razão é que não podemos esquecer a origem de nossa igreja e de quase todas as igrejas evangélicas: na reforma protestante do século XVI. Os reformadores todos eram católicos. Lutero era monge, padre e doutor de teologia da igreja católica romana, que naquela época era (quase) a única igreja na Europa ocidental.

Lutero não queria formar uma nova igreja, ele só observou umas práticas na igreja e achava que isso era contra a doutrina da igreja e contra o evangelho. Ele viu pessoas vendendo as indulgências para os fieis se livrarem do purgatório, mas Lutero não podia imaginar que os vendedores de indulgências fizeram isso com a permissão do papa.

Ele só queria corrigir o que estava errado na igreja, mas daí ele foi expulso da igreja romana e com isso nasceu uma nova igreja.

Para Lutero essa igreja era a continuidade da igreja verdadeira, da igreja de Jesus Cristo, que é uma só no mundo todo, universale isso quer dizer católica.não era mais a igreja de Roma, mas católica, sim – no sentido de universal.

Do outro lado tinha que dar um nome a essa igreja para poder diferenciar. Lutero nem queria que chamasse de Luterana, ele preferia Igreja Cristã ou Evangélica, porque o fundamento da igreja e da reforma foi e é o Evangelho. Só que logo nasceram outras igrejas evangélicas e por isso a igreja que segue as doutrinas de Lutero foi chamada de Evangélica-Luterana, ou aqui no Brasil de Evangélica de Confissão Luterana.

Então daria para dizer que nos luteranos somos evangélicos e católicos também. Até dá para perceber que por exemplo nosso jeito de celebrar culto é bastante parecido com a missa católica, mas nem por isso deixa de ser um culto evangélico.

Por isso acho que temos uma vocação especial na conjuntura atual das igrejas no Brasil. Acredito que somos chamados a ser uma ponte entre católicos e evangélicos.

Lutero mesmo com toda polemica contra o papismo na época sofreu muito com a separação de Roma. Seguindo a ele e (mais importante) a Jesus Cristo somos chamados a buscar mais união entre os cristãos. E nos luteranos ficamos realmente quase “no meio” – depois de muitos séculos de briga temos uma certa proximidade com a igreja católica e um dialogo bastante avançado com ela e do outro lado somos do meio evangélico e temos muito em comum com muitas igrejas evangélicas, a final representamos a origem histórica dos evangélicos.

No dia da reforma (31 de outubro) lembramos do inicio da Reforma em 1517, quando Lutero afixou as 95 teses em Wittenberg.

No contexto atual de tantas brigas entre as igrejas no Brasil acho que nos luteranos somos chamados a ficar “no meio”, a mediar, a ser ponte. E em si todos os cristãos são chamados a buscar a paz e a união com todos que acreditam em Jesus Cristo, mesmo que seja de um jeito diferente. Somos chamados a ser luz do mundo e sal da terra – brigando entre nos cristãos escondemos a luz de cristo.

Vivamos a luz da paz e da unidade na diversidade.

http://www.luteranos.com.br/mensagem/2005_104.html

A Igreja luterana sempre levou a sério essa acusação. Mas  e quanto aos pais de nossa igreja fizeram para evitar o cisma!

Que concessões eles estavam preparados a fazer para evitar uma divisão da igreja.

Cada linha da confissão de Augsburgo registra seu desejo de um acordo com Roma. Lutero estava disposto a ir mais longe, quase, do que permissível para marcar as fronteiras que a distingue.

A Confissão de Augsburgo foi escrita em completo tom conciliador.

Embora fosse capaz de aceitá-la como uma expressão da doutrina evangélica pura.

Martinho Lutero estava cheio de ansiedade para que essa política de conciliação não terminasse numa traição ao evangelho.

De fato depois da morte de Lutero, houver realmente o perigo de que Melanchthom pudesse sacrificar toda a reforma a fim de salvar a unidade da igreja ocidental.

E ainda assim a emergente igreja luterana não teve ocasião de envergonhar-se desse desejo de paz. Há um significado profundo em sua recusa, nesse caso, de seguir incondicionalmente o reformador e seu temperamento impetuoso. Ela demonstrou com isso quão seriamente preocupada ela estava em preservar a unidade exterior da igreja, assim como o fato de que essa unidade perturbada no século XVI pesou sobre o seu coração através de todo o curso de sua história posterior.

A igreja luterana nunca acreditou que a ruptura da cristandade ocidental foi um processo necessário e conveniente. Pois transformou o mundo eclesiástico unido da Idade Média em várias formas de piedade e procedimentos cuja variedade é legítima, mas também introduziu um conflito entre doutrinas.

Erro e pecado devem ser incluídos entre as causas de fato, as causas mais importantes da divisão. Nem a igreja luterana tentou alguma vez minimizar a importância da divisão afirmando que ela afetou somente a igreja externa ou “empírica”, quanto a verdadeira igreja, a única santa igreja cristã que nós confessamos no credo, permaneceu intocada.

Com certeza nós mortais não podemos dividir a UNA SANCTA, o corpo de Cristo, por nosso erro e nosso pecado.

Mas nós podemos abandonar essa verdadeira igreja talvez sem sabê-lo.

O que parece uma divisão externa, pode ser apostasia.

Pois a Igreja verdadeira, a igreja da fé, não está relacionada com a forma concreta da igreja histórica como uma idéia está relacionada com seu modo de expressão.

Nós não estamos professando fé em uma idéia quando confessamos: EU CREIO NA SANTA IGREJA CRISTÃ.

Nós luteranos acreditamos que essa igreja não é imaginária , mas sim tem uma igreja onde os santos vivem, está permanece verdadeiramente sobre a terra.

Crer nesta igreja significa crê que, EM, COM E SOB as manifestações da igreja histórica, a UNA SANCTA, o corpo de Cristo, está oculto, e mesmo assim presente, no mundo como uma realidade.

A igreja até se obriga, a reconhecer que a verdadeira igreja de Cristo poderia também ser encontrada na Igreja Romana.

Assim a emergente igreja luterana declarou repetidamente em Augsburgo em 1530:

 

“Que é o nosso maior desejo manter o governo da Igreja antiga e os graus na igreja, muito embora eles tenham sido feitos por autoridade humana, desde que os bispos permitam a nossa doutrina e recebam nossos sacerdotes.”

 

Mas os sacerdotes romanos não fizeram o mínimo esforço para entender as idéias da Reforma ou pelo menos aplicar PARTICULA VERI quem em toda heresia tem algo de verdadeiro que a igreja deixou escapar.

Assim, os evangélicos foram confrontados com uma escolha. Eles tinham que obedecer ou ao papa, ou a palavra de Deus. Eles tinham que renunciar ou a doutrina pura do Evangelho, ou a comunhão eclesiástica exterior com  o bispo de Roma e seus seguidores.

Depois de terem tentado o máximo para evitar o escândalo de uma ruptura aberta, depois de terem oferecido fazer qualquer sacrifício menos o de abandonar o evangelho, eles escolheram tolerar a excomunhão do papa e o anátema do Concílio de Trento.

Mas eles nunca reconheceram sua exclusão da Igreja Católica. Pelo contrario eles se consideravam a si mesmo membros da igreja “Católica” para sua igreja e ensino, mesmo quando tiveram que estabelecer igrejas inteiramente novas.

Embora o uso coloquial tenha mudado, e o termo “Católica” tenha se tornado a designação popular para o corpo que é adequadamente chamado de “Igreja Romana”. A Igreja Evangélica Luterana, nunca renunciou ao seu direito a esse nome.

Você quer saber mais?

SASSE, Hermann. Aqui Nos Firmamos: Natureza e Caráter Da Fé Luterana. Canoas, Editora da Ulbra, 2008.

http://construindohistoriahoje.blogspot.com/search/label/F%C3%89

Lutero tinha concordado em permanecer em silêncio se os seus oponentes também fizessem o mesmo. Mas eles não cumpriram a parte deles no acordo.

O Doutor Carlstadt, de Wittenberg, era um grande amigo de Lutero. Ele escreveu uma defesa das 95 Teses de Lutero depois que elas tinham sido atacados pelo Doutor João Eck, de Ingolstadt. Fiel à sua promessa, Lutero permaneceu calado enquanto Eck e Carlstadt trocavam cartas. Eck, contudo, nas suas réplicas a Carlstadt, continuava atacando Lutero. Finalmente o Duqye George, governante de outra metade da Saxônia, convidou Eck e Carlstadt para um debate frente a frente em Leipzig. Lutero foi junto na esperança de que pudesse Ter uma chance de tomar parte no debate e defender-se contra as acusações de Eck. Em junho de 1519 Lutero cavalgou as 40 milhas (cerca de 60 quilômetros) até Leipzig, junto com vários outros professores de Wittenberg. Duzentos estudantes com espadas e achas-d’armas (alabardas) foram junto para protegê-los.

O debate foi realizado no castelo do Duque George. Segundo as regras, um dos contendores devia levantar-se e falar durante meia hora. Em seguida, seria a vez do outro. Quatro secretários anotavam tudo o que era dito. Essas notas seriam enviadas a várias universidades para avaliação.

Durante a primeira semana, Eck disputou com Carlstadt. Confiado em sua memória extraordinária, Eck, não fazia uso de notas nem de livros. Carlstadt, pelo contrário, consultava numa pilha de livros à medida que falava. Isso era cansativo para a audiência, mas os argumentos de Carlstadt pareceram mais consistentes quando os registros foram mais tarde lidos e julgados. Notando isso, Eck solicitou que as regras do debate fossem alteradas, de modo que nenhum livro pudesse ser consultado durante a discussão. A audiência apoiou a idéia. Daí para frente, Carlstadt começou a perder terreno no debate.

Lutero assumiu lugar de Carlstadt em 4 de julho de 1519. O ponto principal da discussão entre Lutero e Eck era: "Como e quando o papa tornou-se o cabeça da igreja cristã?" Eck insistia em que Cristo mesmo fez de Pedro o primeiro papa. Lutero, até historicamente mostrava que depois de Cristo passaram-se centenas de aos sem que houvesse papa algum. Pedia a Eck, acima de tudo, argumentos da Escritura. Eck fazia referência aos escritos dos pais da igreja primitiva e às leis e decretos dos concílios. Lutero disse: "Com todo o respeito devido aos pais, prefiro ater-me às Sagradas Escrituras".

Ao ver que Lutero estava levando a melhor no debate, Eck comparou-o a João Huss. Huss tinha sido queimado como herege em 1415, mas seus seguidores mantinham vivas suas idéias. O povo desta parte da Saxônia odiava os hussitas porque estes tinham freqüentemente invadido terras saxônicas e destruído muitas propriedades. Quando Lutero replicou que algumas das idéias de Huss eram corretas, muitos da audiência ficaram contra ele. O Duque George tornou-se, desde então, seu inimigo mais implacável.

Depois de mais algum debate sobre a penitência, indulgências e purgatório, a discussão chegou ao fim. Os partidários de Eck achavam que ele tinha ganho o debate e, depois disso, o papa passou a considerá-lo como um paladino na luta contras as falsas doutrinas. Os amigos de Lutero, por seu turno, estavam igualmente orgulhosos do seu campeão, afinal, ele não tinha arrefecido diante do grande João Eck.

Esse debate levou Lutero a compreender o quanto ele tinha se afastado dos ensinos de Roma. Para ele, a Bíblia era infinitamente mais importante do que todos os escritos dos pais eclesiásticos, decretos de papas ou concílios e leis canônicas. Na Escritura era Deus quem falava, não os homens. Viesse o que viesse, a consciência de Lutero estava cativa à palavra de Deus.

Se Eck e os oficiais da igreja pensavam que Lutero tinha sido batido, estavam redondamente enganados. Lutero e seus seguidores escreveram tratados ou panfletos que foram rapidamente espalhados por toda a Alemanha. O debate com Eck tinha transformado Lutero num homem famoso.

Em 1520, Lutero escreveu vários tratados importantes. Ele disse que o papa não estava acima dos governantes terrenos. Disse também que qualquer cristão, estudando cuidadosamente, poderia compreender a Escritura tão bem quanto o papa, e censurou ainda as vidas dissolutas de muitos dos líderes da igreja.

A Igreja Católica Romana ensina que há sete sacramentos. Lutero afirmou que na realidade há apenas três – batismo, ceia do Senhor e penitência – e ele não estava muito certo acerca deste último. A igreja ensinava que o único caminho para Deus era através da meditação do sacerdote. Lutero disse que todos os homens são sacerdotes e podem ir a Deus diretamente.

A igreja romana ensinava que na ceia do Senhor o pão e o vinho são transformados pelo sacerdote, pois "sacrifica" o corpo e o sangue de Cristo pelos pecados do povo. Lutero negou isso e mostrou, com base na Bíblia, que a morte de Cristo na cruz pagou por todos os pecados uma vez e para sempre, e que seu corpo não necessita ser sacrificado novamente. A Escritura também deixa claro que no sacramento do altar o pão e o vinho permanecem, mas o crente recebe com eles também o verdadeiro corpo e sangue de Jesus. Lutero argumentava que ao povo devia ser dado não apenas o pão, mas também o vinho, porque foi dessa maneira que Jesus ministrou a santa ceia aos seus discípulos.

Lutero mostrou como um cristão devia ser "um senhor livre, não sujeito a ninguém" e, ao mesmo tempo, "servo de todos, a todos sujeito".

Em nos dando o céu, como presente, Deus nos libertou de todos os temores. Em agradecimento a Deus por esta liberdade, o cristão não pode deixar de servir aos outros por meio de obras de amo e benevolência.

Enquanto Lutero escrevia, Eck encontrava-se a caminho de Roma. Lá chegando, fez um relatório sobre o debate de Leipzig. A cúria, ou corte da igreja, realizou então uma reunião especial. Com a ajuda de Eck e Caetano, redigiram uma lista de 41 "erros" cometidos por Lutero. Foi-lhe enviada então uma "bula", ou carta papal, exigindo que se retratasse dos seus "falsos ensino" dentro de 60 dias, caso contrário, seria excomungado.

Se o papa pensava que essa bula amedrontaria Lutero e o reduziria ao silêncio, estava enganado. Muita gente esta alegre por Lutero ter tido a coragem de pôr a descoberto as coisas que estavam erradas no seio da igreja. Frederico, o Sábio, tinha decidido proteger Lutero. Mais importante que tudo, Lutero não podia refrear-se de proclamar ousadamente a verdade do evangelho.

Eck foi encarregado da perigosa tarefa de anunciar a bula papal na Alemanha. O povo rasgou os seus cartazes e o ameaçou, de modo que ele se deu por satisfeito em retornar vivo a Ingosltadt.

Alguns dos inimigos de Lutero queimaram seus livros em praça pública. Quando Lutero soube disso, fez ele próprio também a sua fogueira. No dia 10 de dezembro de 1520 – fim do prazo dado pelo papa para que ele se retratasse – Lutero distribuiu o anúncio de sua própria queima de livros. Fora dos muros de Wittenberg, Lutero queimou os livros de direito canônico e dos escritos dos padres.

Então, quando as chamas começaram a rugir impetuosas, Lutero sacou de uma cópia de bula papal e atirou-a ao fogo, clamando: "Assim como destruíste a verdade de Deus, possa o Senhor consumir-te nestas chamas".

O rompimento de Lutero com a igreja tinha acontecido finalmente.

http://www.ielb.org.br

http://www.comcristo.org.br/excomunhao.php

http://www.construindohistoriahoje.blogspot.com

Bom dia Leandro .

Sò para lembrar ,porque como nao tens andado por aqui nos ùltimos tempos

Vou-te contar as ùltimas; lá para os lados do grupo da católica tem lá um òtimo "cozinheiro" bem ! ele disse que ia "cozinhar o Leonardo em lume brando" Aquilo deve estar bem quente para aqueles lados e devem precisar da tua ajuda .

Um pouco de humor tambem faz bem .

Que tenhas um bom dia e que nao te esquecas de que o "ENSINO NAO HÀ MAIOR CHAMADO "

Dignifica a tua profissao  ,sendo um professor, justo ,honesto e temente ao Senhor .

Um abraco  

Olá Joaquim,

Como vai? Sobre o que tens me falado estou por fora da discusão, mas conheço o Leonardo, ele é um grande Professor e um cristão exemplar, tenho certeza que tem condição debater com muito ânimo e conhecimento.

No mais só tenho a agradecer a Deus por ter conhecido um irmão como o Leonardo. E por aqui vamos nos ater aos fatos da Igreja Luterana, que é a proposta do grupo.

Fraternalmente,

Leandro CHH

Bom dia Leandro

Eu tambem estou muito feliz por ter conhecido o Leonardo e por ele ter aberto o grupo "História da Bìblia "

Continuo a aprender muito com ele e espero ainda aprender mais  e contigo tambem .

Um abraco

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Somos tão jovens

Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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