Este tópico serve para relatarmos enxertos que possamos considerar interessantes para o estudo mais aprofundado das Escrituras Judaicas .
Serve para nos expressarmos sobre assuntos que nao cabem na História SUD ,mas que no fundo estao inteligados ,por isso considero que teem lugar neste espaco .
As minhas fontes de estudo sao ;o Israel Hoje e a Revista Morasha.
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Bom dia ,caros leitores
A natureza de Deus ,o Pai ,Elohim ;Corpo de carne e ossos ,nao tem sangue ,nao sofre doencas ,frio ou outras maleitas que o nosso corpo sofre ,portanto é um corpo mais avancado que o nosso .
Para melhor exemplificar ,vejamos o Senhor Jesus Cristo que nasceu na Terra de Pai imortal e mae mortal ,teve que morrer e voltar a ressuscitar devido a ter herdado a parte mortal da sua mae ,Maria e ressuscitou para nao mais morrer devido ao que herdou de Seu Pai imortal .
Da mesma forma que vemos Jesus Cristo ,assim vemos o Pai ,ambos teem um corpo de carne e ossos ,nao seria possível que Deus nao fosse asim ,porque os que teem corpo teem mais poder dos que os que nao o teem ,é a lei .
O Espírito Santo nao tem corpo de carne e ossos ,mas um corpo de espírito e que se fosse possível ve-lo ,o veríamos tal como um homem é ,porque tudo é matéria ,mas tao fina que só olhos espírituais O podem ver .
Podemos senti-Lo ,pois é Ele que testefica do pai e do Filho e os tres ,sao tres Deuses ,mas com um mesmo propósito ;o de proporcionar a imortalidade e vida eterna ao homem .
O Pai e o Filho teem capacidade de se deslocarem no espaco e no tempo ,capacidade essa que nòs ainda nao temos .
Os anjos tambem teem essas capacidades ,e existem com corpo de carne e ossos e de espírito ,os que teem corpo de carne e ossos ,sao seres que já ressuscitaram ,os outros sao espíritos que estao com o Pai no mundo espíritual e ainda nao nasceram na Terra e que terao que passar pelo mesmo processo que nós estamos agora a passar (nascer,viver ,morrer e ressuscitar) ,os espíritos que seguiram a Satanás (um terco de todos os filhos do Pai)nao obterao um corpo de carne e ossos ,porque rejeitaram o Plano de Salvacao .
Cumprimentos
Cumprimentos
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 1 maio 2012 at 4:56
Bom dia,caros leitores
As Escrituras teem todas a mesma fonte ;Deus ,mas os acréscimos que as pessoas lhes dao contaminam-nas dando continuidade aos seus próprios desejos de poder .
Os sacrifícios que eram feitos na antiguidade em favor dos que queriam pagar os seus pecados dando ao sacerdote uma pomba,ovelha,vaca,etc.consoante a gravidade do pecado ou a bolsa de cada um ,pobre ou rico, nao sao mais aceites pelo Senhor .
Jesus Cristo veio pagar pelos pecados de cada um que se arrependesse pudesse voltar ao seio do Pai ,nao há outra forma .
Mesmo assim existem religioes que nao aceitam o Senhor e continuam a fazer os sacrifícios ;isto só mostra que leem as escrituras ,mas nao as entendem ,mas nao sao só estes ,mas a grande maioria das pessoas e por muito letradas que sejam ,nao entendem ,porque sao coisas espírituais e nao estao acessíveis aos incrèdulos ,mas aos de coracao quebrantado ,prontos a servir o Senhor .
Todo o trabalhador tem direito ao seu salário ;seja os que trabalham para o Senhor (Reino Celestial,Reino Terrestrial,Reino Telestial)sejam os que trabalham para um patrao terreno .
Hoje comemora-se este dia ,sim, o dia mundial do trabalhador e que deve ser respeitado por quem pode ,entenda-se existem servicos mínimos que devem ser garantidos para que a sociedade nao colapse.
Cumprimentos
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 6 maio 2012 at 13:12
Boa tarde ,caros leitores
Maria foi o único progenitor terreno de Jesus ,pois ele foi gerado por Deus ;
O Espírito Santo preparou Maria para que esta pudesse suportar a presenca de Deus o Pai ;
Nao se diz que Jesus é filho do Espírito santo ,mas de Deus .
Desta forma este (superFilho )pode suar sangue pelos poros ,coisa que nenhum homem normal pode suportar,sem antes morrer,morrer e ressuscitar ao terceiro dia e todos os outros milagres conhecidos .
Um dia tudo isto será dado a conhecer aos crentes que poderao testeficar ,agora vivemos por fé e acreditamos que assim é .
Cumprimentos
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 30 maio 2012 at 5:20
Bom dia,caros leitores.
Uma palavra que todas as religioes pronunciam :Amem ,vem da palavra judaica, aleph-mem-nun .
O Espírito Santo, Ruach Hakodesch .
(Jornal Israel Hoje ,edicao de junho de 2012)
Cumprimentos
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 31 maio 2012 at 13:46
Bo
| Um ano somente lunar causaria um deslocamento das festas, que acabariam, pouco a pouco, por cair em estações diferentes daquelas para as quais foram prescritas. É para remediar este inconveniente que se agrega, em certos anos, um mês suplementar. Têm-se pois anos comuns de doze meses (353, 354 e 355 dias) e anos embolísmicos, quer dizer, de treze meses (de 383, 384 e 385 dias). O calendário judaico Em épocas remotas da história judaica, encontrou-se a seguinte solução prática: os começos de meses eram determinados por observação direta da lua. Os novos meses eram santificados e seus inícios anunciados pelo Sinédrio (Sanhedrin), a corte suprema de Jerusalém, depois que certos observadores testemunhavam haver visto o novo crescente e, logo que esses testemunhos eram examinados rigorosamente, eram confirmados por cálculos e inteiramente aceitos. As comunidades judaicas da antigüidade eram notificadas sobre os começos dos meses (Rosh Chodesh) pelo acendimento de fogueiras noturnas em cima das montanhas e, mais tarde, por mensageiros. Um comitê especial do Sanhedrin, com o seu presidente atuando como seu diretor, tinha como missão balancear o ano lunar com o ano solar. Este comitê, chamado Sod Ha-Ibur (conselho do calendário) calculava o princípio das estações (tekufot) com base em dados astronômicos transmitidos por tradição oral desde tempos remotos. Quando, depois de dois ou três anos, o excesso anual de 11 dias se acumulava até contar aproximadamente 30 dias, intercalava-se um décimo-terceiro mês (Adar II) antes do mês de Nissan, para assegurar que Nissan e Pessach ocorressem na primavera e não começassem a retroceder até o inverno (verão no hemisfério sul). Não obstante, o cálculo astronômico não era a única base para a inserção do décimo-terceiro mês. A demora na chegada da primavera era outro fator decisivo. O Talmud conta que o Conselho do Calendário intercalava 1 mês quando o trigo nos campos não se havia aberto ainda, quando o fruto das árvores não havia crescido totalmente, quando as chuvas de inverno não haviam cessado, quando os caminhos usados pelos peregrinos que chegavam para oferecer as oferendas de Pessach em Jerusalém não haviam secado. Ou, ainda, quando as andorinhas não haviam crescido para poder voar. O Conselho baseava seus cálculos em dados astronômicos combinados com as necessidades religiosas de Pessach e as condições naturais da Terra de Israel. Este método de observação e intercalação de meses foi usado durante todo o período do Segundo Templo (516 a.e.C. – 70 d.e.C.) e por um tempo após a sua destruição, durante todo o tempo em que existiu um Sanhedrin independente. No século IV, quando a opressão e a perseguição ameaçaram a existência dos judeus, o patriarca Hilel II tomou uma decisão extraordinária para preservar a unidade do povo de Israel. Para evitar que os judeus dispersos por toda a face da terra festejassem os novilúnios e as festividades em dias diferentes, tornou-se público o sistema de cálculo do calendário que, até então era guardado em extremo segredo. De acordo com esse sistema, Hilel II santificou todos os meses, de antemão, e intercalou todos os meses dos futuros anos bissextos, até o dia em que um novo Sanhedrin for reconhecido pelo povo de Israel. Este é o calendário permanente de acordo com o qual todos os Roshei Chodashim (novilúnios) e festividades são calculados e celebrados por todos os judeus do mundo. Da mesma forma que o antigo sistema, baseado na observação, o calendário fixo está baseado no princípio luni-solar. Também aplica certas regras nas quais dados astronômicos são combinados com os requerimentos religiosos. O dia começa ao aparecer das primeiras estrelas e não a partir da meia-noite: eis por que o Shabat começa na sexta-feira à noite e acaba no pôr-do-sol. As festas são determinadas pelas fases da lua. Muitas das festas caem no dia 14 ou 15 do mês lunar, isto é, na lua cheia. Sucot cai no dia 15 de Tishrei; Rosh Hashaná la-Ilanot a 15 de Shevat; Pessach a 15 de Nissan etc. Os meses do ano judaico Como a economia da sociedade judaica primitiva era agrícola, os primeiros calendários refletiam claramente os interesses especiais e as ocupações ligadas ao solo. Um dos calendários hebraicos mais antigos, rudimentar na forma, foi descoberto por arqueólogos há muitas décadas, numa elevação perto do local da antiga cidade de Gezer, na Palestina. Se bem que parte da inscrição na pedra fosse indecifrável, o que podia ser lido fazia referência clara a oito meses, à maneira de almanaque de fazendeiros: um mês da colheita das frutas; um mês de plantio; um mês de pós-grama; um mês de colheita do linho; um mês da colheita da cevada; um mês de tudo o mais; um mês de podar as vinhas; um mês da colheita dos figos. Conhecem-se hoje apenas alguns nomes bíblicos dos meses: Aviv e Ziv na primavera; Bul e Etanim no outono. Os nomes dos meses lunares são de origem babilônica e a cada um corresponde uma constelação do zodíaco. Seus nomes são: Nissan, Iyar, Siván, Tamuz, Av, Elul, Tishrei, Cheshván, Kislêv, Tevet, Shvat, Adar. A Cada dois ou três anos, intercala-se após o mês de Adar, um 13º mês, o Ve-Adár ou Adár Sheni. Cada ciclo lunar dura aproximadamente 29 dias e meio. Como é impossível estabelecer meses compreendendo uma fração, eles têm alternadamente 29 ou 30 dias (salvo Cheshván e Kislêv, que têm às vezes 30 dias). |
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a noite,caros leitores
Da,Revista Morasha
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 1 junho 2012 at 6:39
Boa tarde,caros leitores.
Da, Revista Morasha
Foto IlustrativaA oração é um elemento essencial da religião. Os dias de Rosh Hashaná e Yom Kipur são dedicados a intensas preces. É o meio pelo qual o homem - ser finito - pode comunicar-se com o Criador Infinito do Universo.
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| Mas, se por um lado as rezas são parte indispensável da religião, são também as que mais perplexos nos deixam. Por que seria necessário orar? Um D's Onisciente certamente está ciente de todas as nossas carências e anseios. Ele sabe o que há em nosso coração e nossa mente; Ele não necessita de nossa intervenção para poder articular esses anseios. A Torá nos ensina: "O homem vê o exterior, porém o Senhor vê o coração" (Samuel 16:7). Qual, então, o propósito da oração? A palavra hebraica para oração - tefilá - deriva de uma raiz que significa juntar, unir. A tefilá, portanto, serve para unir o homem a D's. Através da reza, o indivíduo liga-se espiritualmente a D's, e esta serve, portanto, como canal para invocar e irradiar as bênçãos divinas. O Zohar ensina que através do desejo de orar e da concentração ao fazê-lo, a pessoa pode vincular sua vontade a D's. Fazendo-o, gera o poder de efetuar mudanças espirituais e físicas no mundo. Isto ajuda a explicar por que a oração deve ser expressa através de palavras, e não apenas de pensamentos ou sentimentos. As palavras que saem de nossos lábios têm uma realidade física e tornam-se o instrumento através do qual o cumprimento espiritual da oração pode tornar-se real no plano físico. Os pensamentos e os sentimentos - por mais sagrados que possam ser - são realidades abstratas e espirituais. Um D's Onisciente de certo é conhecedor de todas as rezas feitas mentalmente. Mas, os resultados da oração são proporcionais ao recipiente no qual é apresentada: um recipiente espiritual gerado pela oração mental invocará uma resposta espiritual, mas esta não será manifestada em nível físico.(1) O poder da oração é tão grande que, além de invocar as bênçãos divinas, pode desviar e até mesmo reverter decretos Celestiais desfavoráveis. O Midrash ensina: "A oração é poderosa porque pode desfazer um decreto Celestial" (2) . Mas como pode D's Todo Poderoso alterar Seus próprios desígnios em virtude das palavras de um ser limitado, a quem Ele próprio criou e sustém? Certamente D's não muda Suas decisões, como está escrito: "Porque Eu, o Senhor, não mudo" (Malaquias 3:6). Como, então, pode a oração anular um decreto Divino? O verbo hebraico "orar" - lehitpalel - é um verbo reflexivo e deriva de uma raiz que denota julgamento. Orar corretamente é exercitar uma forma de introspecção, de auto-julgamento, da pessoa tomar conhecimento de suas falhas e dispor-se a melhorar. À medida em que se corrige, o homem se aproxima espiritualmente de D's, mudando o grau de bênçãos que ele consegue gerar. Decretos Divinos desfavoráveis podem ser alterados e o homem pode se tornar merecedor de bênçãos Divinas. Portanto, esta reversão não se realiza através de D's - já que D's não muda - mas sim através do homem. Alinhado com este conceito, há um tema básico e que se repete no Zohar: "uma comoção nos Céus é resposta a uma comoção na terra". Isto significa que D's "reage" de acordo com os atos dos homens. Um dos propósitos da oração é permitir que a pessoa perceba que não pode ir contra a vontade de D's e, ao mesmo tempo, pedir para que Ele realize os seus próprios anseios. Segundo o Midrash, D's diz ao povo judeu que se cumprirem Seus mandamentos, Ele ouvirá suas preces (3). As orações são ainda mais eficazes quando levam à teshuvá. Comumente mal traduzida, a palavra teshuvá não significa remorso ou arrependimento, mas sim o retorno de um indivíduo a Seu Criador. E o propósito da teshuvá é que a pessoa siga os mandamentos de D's aproximando-se assim Dele. (1) Rabino J. Immanuel Schochet, em 'The Mystical Dimension', Vol. II, pp. 80; (2) Bereshit Rabá 71:2; (3) Midrash, Devarim Rabá 7 |
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Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 4 junho 2012 at 7:32
Boa tarde,caros leitores
O Senhor Deus, deu aos judeus no deserto mandamentos que estao escritos na Tora, e um deles diz:"Nao matarás"
Já passaram mais de 4 mil anos e este mandamento continua atual ,mas como os filhos de Deus sao mias inteligentes agora nestes tempos ,este mandamento é mais abrangente e que dizer muito mais do que matar alguém .
Se comermos muita carne ,isso quer dizer que vao ter que morrer muitos animais para que possamos ter um bife no prato ;uma vaca é um animal prestável e inteligente e se a comermos sem necessidade tambem estamos a matar ,porque quebramos o crescimento desta inteligencia ,se matarmos um animal por desporto ,entao as coisas pioram ,tiros aos pombos ,é um crime que nos habitua-mos a ver ,nem que seja uma formiga que esteja no nosso caminho devemos evitar matá-la desde que nao nos faca mal e nao nos prejudique ,nao vamos abater uma árvore por prazer ,plantas etc. Tudo sao criacoes de Deus e nao foram postas na Terra por acaso ,tudo nos serve de aprendizagem .
Devemos comer os animais que estao mais em baixo da cadeia de inteligencia ,como por exemplo ;os peixes ,aves e por último, os hervívoros que nos fazem companhia desde á séculos .
O homem tem necessidade de comer carne ,mas nao a este ritmo alucinante .
Um tema para que cada um possa refletir .
Cumprimentos
Caro joaquim esses povos ate hoje mantaeem uma guera encapotada em todo o mundo Arabe pois como podemos ver nao gostavam do ditador do iraque e agora continuam a matar depois da mudança o homem nos mostra sua agrecividade real nao esquecendo as suas ideias antigas prepetuando os horrores do passado em relaçao aos animais tudo mudou desde desde o Grande massacre dos bisomtes nos anos da colonização Americana e sua repercussão no continente Europeu e Africano até a Oceania e MATAR esta arreigado na humanidade um dia nada restara e que faremos.
Israel.marques
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 5 junho 2012 at 3:23
Bom dia,Israel
As pessoas teem tendencia para serem mais cultas com o passar do tempo e mais tarde ou mais cedo terao que ver que nao se podem comer os animais como quem come sopa .
Uma vaca dá uma cria e luta para que ela viva dentro das suas capacidades ,e vem um ser humano e come-lhe a cria ,quando podia comer outra coisa ;agora vamos imaginar um planeta em que as vacas que comem humanos ,como nós aqui fazemos com elas .
Nao é preciso parar de comer carne,porque eu nao estou a dizer para sermos cem por cento vegetarianos ,mas com moderacao .
Um abraco
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 5 junho 2012 at 5:01
Bom dia,Israel .
Acerca da morte :Na antiguidade matavam-se as pessoas por coisas que agora nao penalizadas com a pena capital ,mas infelizmente para o mundo ainda temos países que vivem nessa época de matar por tudo e por nada ,nao evoluiram com os tempos ,teem tradicoes que nao ajudam a desenvolverem-se ,livros esses que sao :A Tora e o Alcorao ;nao confundir a Tora com a Biblia ,porque a Bíblia tem o Novo Testamento (Habrit Hahadasha)que ensina que se deve "Amar ao próximo como a si mesmo" .
As leis da Tora foram feitas para um povo rude e mau, e com a evolucao dos tempos foram dadas leis mais suaves de acordo com a aprendizagem dos povos pela vivencia com o seus semelhantes e em preparacao para o milénio ,onde nao haverá maldade ,sim, o diabo será "amarrado" por mil anos ,entenda-se que as pessoas nao terao vontade de pecar e as coisas ocultas serao dadas a conhecer ,sim,todos saberao quem mentiu e quem falou verdade ;enfim mil anos de paz na Terra para que os seus habitantes possam gozar o fim para qual foram criados ,sim, o de serem felizes .
Um abraco
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 5 junho 2012 at 8:06
D
Somente ela, que sempre demonstrou verdadeira compaixão e misericórdia, poderia invocar e receber a mesma misericórdia do Eterno. Para nosso povo, Rachel personifica o poder inato da alma e sua devoção consciente de despertar a Misericórdia Divina. Isto ela fez com lágrimas nos olhos e preces em seu coração. Para socorrer seus filhos, o Povo Judeu, Rachel perdeu sua própria regalia espiritual, o privilégio de ser enterrada na Gruta de Machpelá. E, desde então, por mais de 3 mil anos, judeus de todas as gerações têm ido até seu túmulo, perto de Bethlehem, para orar e buscar ajuda e consolo. Após a Guerra de Independência, o túmulo de Rachel Imenu, a Mãe do Povo Judeu, ficou em mãos jordanianas, que proibiram os judeus de orar no local. Somente após 1967, quando Israel reconquistou aquela região, tivemos permissão de visitar Rachel Imenu, nossa mãe espiritual. Afirma o Zohar que seu túmulo perdurará até o dia que o Santo, Bendito Seja, irá ressuscitar os mortos. Bibliografia: Rabbi Elie Munk, The Call of The Torah, An anthology of interpretation and commentary on the Five Books of Moses, Bereishis, Mesorah Publications The Chumash, The book of Genesis, with Rashi's commentaries and Haftoras with a commentary anthologized from rabbinic texts and the works of the Lubavitcher Rebbe A Torá Viva, anotado por Rabino Aryeh Kaplan, editora Maayanot. The Midrash Says - The Book of Beraishis O Midrash abaixo, fala por si só Quando o Templo foi destruído e os judeus estavam sendo conduzidos ao exílio, Abraham postou-se perante D'us e disse: "Mestre do Universo, quando tinha 100 anos Tu me deste um filho e, quando este completou 37 anos, Tu me disseste: "Ergue-o em sacrifício diante de Mim". E eu, vencendo minha natural misericórdia, até consegui amarrá-lo, com minhas próprias mãos. E Tu, não te recordarás de minha devoção, tendo piedade de meus filhos?" A seguir, veio Itzhak, e disse: "Quando meu pai disse: "D'us nos indicará um carneiro para o sacrifício, meu filho", eu não hesitei e aceitei meu destino; até mesmo estendi o pescoço para ser morto. Não Te lembrarás de minha força tendo piedade de meus filhos?" Depois veio Jacob e disse: "Durante 20 anos servi na casa de Labão e, quando parti, Esaú veio para me ferir e eu sofri toda a minha vida para criar os meus filhos. E agora, eles estão sendo levados, como um rebanho, ao sacrifício nas mãos de seus inimigos? Não te lembrarás de minha dor e meu sofrimento, redimindo meus filhos?" O próximo foi Moshé, que disse: "Não fui um pastor leal para Israel durante 40 anos? E eu corri à sua frente, no deserto, como um cavalo. E quando chegou a hora de pisar no solo de Israel, Tu decretaste a minha morte, ainda no deserto. E, agora, eles serão exilados - Tu não atenderás meu pranto por eles?" Àquela altura, Rachel, nossa matriarca, postou-se diante de D'us e disse: "Senhor do Universo, Tu sabes que era a mim que Jacob mais amava, tendo servido a meu pai durante sete anos para me desposar. E ao chegar a hora de meu casamento, meu pai trocou-me por minha irmã, e eu não guardei rancor por ela e não deixei que a vergonha caísse sobre ela. Se eu, um ser apenas humano, não quis humilhar minha irmã para obter o que tanto desejava, como pudeste Tu, Eterno, D'us vivo e compassivo, ter inveja da idolatria, que não tem real existência, e ordenar o exílio de meus filhos?" E, de imediato, a Misericórdia Divina foi despertada e Ele assim falou: "Por ti, Rachel, trarei Israel de volta a seu lugar, como está dito: '...Não chores e não deixes teus olhos chorarem, pois há recompensa em teus atos... e há esperança para teu futuro que teus filhos retornarão às suas fronteiras'". (Jeremias 31-15). |
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a,Revista Morasha .
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 5 junho 2012 at 13:42
Da,Revista Morasha
Última página.
Somente ela, que sempre demonstrou verdadeira compaixão e misericórdia, poderia invocar e receber a mesma misericórdia do Eterno. Para nosso povo, Rachel personifica o poder inato da alma e sua devoção consciente de despertar a Misericórdia Divina. Isto ela fez com lágrimas nos olhos e preces em seu coração. Para socorrer seus filhos, o Povo Judeu, Rachel perdeu sua própria regalia espiritual, o privilégio de ser enterrada na Gruta de Machpelá. E, desde então, por mais de 3 mil anos, judeus de todas as gerações têm ido até seu túmulo, perto de Bethlehem, para orar e buscar ajuda e consolo. Após a Guerra de Independência, o túmulo de Rachel Imenu, a Mãe do Povo Judeu, ficou em mãos jordanianas, que proibiram os judeus de orar no local. Somente após 1967, quando Israel reconquistou aquela região, tivemos permissão de visitar Rachel Imenu, nossa mãe espiritual. Afirma o Zohar que seu túmulo perdurará até o dia que o Santo, Bendito Seja, irá ressuscitar os mortos. Bibliografia: Rabbi Elie Munk, The Call of The Torah, An anthology of interpretation and commentary on the Five Books of Moses, Bereishis, Mesorah Publications The Chumash, The book of Genesis, with Rashi's commentaries and Haftoras with a commentary anthologized from rabbinic texts and the works of the Lubavitcher Rebbe A Torá Viva, anotado por Rabino Aryeh Kaplan, editora Maayanot. The Midrash Says - The Book of Beraishis O Midrash abaixo, fala por si só Quando o Templo foi destruído e os judeus estavam sendo conduzidos ao exílio, Abraham postou-se perante D'us e disse: "Mestre do Universo, quando tinha 100 anos Tu me deste um filho e, quando este completou 37 anos, Tu me disseste: "Ergue-o em sacrifício diante de Mim". E eu, vencendo minha natural misericórdia, até consegui amarrá-lo, com minhas próprias mãos. E Tu, não te recordarás de minha devoção, tendo piedade de meus filhos?" A seguir, veio Itzhak, e disse: "Quando meu pai disse: "D'us nos indicará um carneiro para o sacrifício, meu filho", eu não hesitei e aceitei meu destino; até mesmo estendi o pescoço para ser morto. Não Te lembrarás de minha força tendo piedade de meus filhos?" Depois veio Jacob e disse: "Durante 20 anos servi na casa de Labão e, quando parti, Esaú veio para me ferir e eu sofri toda a minha vida para criar os meus filhos. E agora, eles estão sendo levados, como um rebanho, ao sacrifício nas mãos de seus inimigos? Não te lembrarás de minha dor e meu sofrimento, redimindo meus filhos?" O próximo foi Moshé, que disse: "Não fui um pastor leal para Israel durante 40 anos? E eu corri à sua frente, no deserto, como um cavalo. E quando chegou a hora de pisar no solo de Israel, Tu decretaste a minha morte, ainda no deserto. E, agora, eles serão exilados - Tu não atenderás meu pranto por eles?" Àquela altura, Rachel, nossa matriarca, postou-se diante de D'us e disse: "Senhor do Universo, Tu sabes que era a mim que Jacob mais amava, tendo servido a meu pai durante sete anos para me desposar. E ao chegar a hora de meu casamento, meu pai trocou-me por minha irmã, e eu não guardei rancor por ela e não deixei que a vergonha caísse sobre ela. Se eu, um ser apenas humano, não quis humilhar minha irmã para obter o que tanto desejava, como pudeste Tu, Eterno, D'us vivo e compassivo, ter inveja da idolatria, que não tem real existência, e ordenar o exílio de meus filhos?" E, de imediato, a Misericórdia Divina foi despertada e Ele assim falou: "Por ti, Rachel, trarei Israel de volta a seu lugar, como está dito: '...Não chores e não deixes teus olhos chorarem, pois há recompensa em teus atos... e há esperança para teu futuro que teus filhos retornarão às suas fronteiras'". (Jeremias 31-15). |
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
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