Bom dia caros leitores .
Este Tópico destina-se aos livros que embora contenham partes inspiradas das Escrituras judaicas ,nao permaneceram imunes ao passar dos tempos e assimilaram partes menos inspiradas (esótericas e outras )por isso eu as catalogo neste grupo .
Servem como estudo e nao como guia .
Cumprimentos
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Bom dia,caros leitores.
Quando os judeus construirem um templo ,poderá o Senhor lá manifestar-se ,mas nao nas sinagogas ,o mesmo acontece nas capelas ,que teem o mesmo significado das sinagogas para nós os gentios .
Num templo ,sim o Senhor pode-se manifestar pessoalmente.
Nas capelas e sinagogas pode-se manifestar o Espírito Santo se for necessidade disso .O Espírito do Senhor nao se manifesta em lugares onde o nome do Senhor nao seja respeitado ,onde os atos religiosos se comparam as numeros de circo .
Cumprimentos
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 30 maio 2012 at 14:42
Boa
Foto IlustrativaApesar do relato histórico da vida do povo judeu apresentar um sentido tão cósmico, sua continuidade cultural-religiosa de três a quatro mil anos talvez seja a mais extensa que qualquer grupo étnico-religioso tenha alcançado.
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| Para o judeu devoto e consciente de sua história, o passado parece tão real quanto o presente, porque ele os concebe como intrinsecamente ligados um ao outro, dotados que são do mesmo propósito moral. No sentido espiritual, o tempo se conservou intemporal! Depois de as doutrinas sobre o Messias, Ressurreição, Juízo Final, terem firmado raízes no solo parcialmente místico da crença judaica durante o período pós-bíblico, também o futuro se ligou ao passado e ao presente, sintetizados que ficaram numa certeza histórica indivisível. Agora, para o povo de Israel, a vida tinha assumido um objetivo grandioso bem delineado, como a planta de um projeto arquitetônico. Poder-se-ia, em conseqüência, concluir apressadamente que, ao aprender “verdades absolutas”, a religião judaica estivesse condenada a um esta- do de permanente imobilidade e estagnação. Mas na verdade, enquanto o povo se agarrava tenazmente às principais doutrinas, princípios, atitudes e práticas tradicionais, sua evolução histórica era contínua, ajustando-se aos novos conjuntos de circunstâncias e às influências culturais do ambiente em geral e do espírito da época; em fase alguma da história judaica sua religião permaneceu estática. Costuma-se estudar e analisar o judaísmo e o povo judeu sob vários pontos de vista: histórico, sociocultural, antropológico, étnico-filosófico, literário etc. Nosso propósito, neste estudo, é destacar o papel dos marcadores temporais como elementos característicos na formação e na permanência da tradição judaica, desde os primórdios da história universal até a história contemporânea, bem como sua ligação com a natureza e sua perspectiva ecológica. Marcadores temporais universais: o calendário Ano lunar x ano solar Desde épocas bíblicas, os meses e os anos do calendário judaico foram determinados pelos ciclos da lua e do sol. Pela lei tradicional os meses seguem o ciclo lunar, desde o Molad (nascimento, conjunção) até o novilúnio seguinte. A tradição judaica reconhece numerosas afinidades entre a lua e Israel. Assim como o Sol representa a potência material reconhecida aos olhos de todos – é o apanágio das nações – a lua, brilho tênue no reino da noite, representa Israel, humilhada entre as nações na noite do exílio. A influência discreta da lua simboliza o lento caminhar das idéias do judaísmo. Mais um exemplo: o desaparecimento e depois a reaparição da lua representam a eternidade de Israel, apesar das vicissitudes. Voltando ao calendário, os meses lunares têm que corresponder com as estações do ano, que são determinadas pelo ciclo solar, devido às festividades judaicas. Pessach, por exemplo, tem que cair sempre no mês de Nissan e coincidir com o princípio da primavera e Sucot, a festa da colheita, celebrada em Tishrei, tem que coincidir com o outono (em ambos os casos, no hemisfério norte). Pode-se então definir o calendário judaico como luni-solar, em contraste com o calendário civil ou gregoriano, que é puramente solar e no qual os meses perderam toda a correspondência com o ciclo lunar. Da mesma forma, o calendário judaico é muito diferente do maometano, o qual é puramente lunar, e no qual cada mês “migra” pelas quatro estações até completar o ciclo lunar de 33 anos. Em contraste com os dois sistemas citados, o gregoriano e o maometano, o calendário judaico tem que atender dois requisitos – ser solar e lunar. Esta é a razão de sua relativamente complexa estrutura. Como o ano solar de 365 dias é aproximadamente 11 dias maior que 12 meses lunares, o calendário judaico tem que resolver o problema de balancear o ano solar com o lunar. |
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noite ,caros leitores
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 31 maio 2012 at 13:51
Boa noite ,caros leitores
Página 3 do artigo anterior da Revista Morasha
| As festas judaicas e sua ligação com a natureza As festas judaicas têm, em geral, um triplo sentido: além de comemorar um fato histórico e metafísico, marcam uma efeméride agrícola ou natural. Por exemplo, Pessach (Páscoa) comemora a saída do Egito, tem o significado da passagem e da libertação e é a festa da primavera. Sucot, a festa das Cabanas, lembra os 40 anos em que os hebreus moraram acampados durante a travessia do deserto, mas tem também o propósito de fazer lembrar (como toda festa judaica) não apenas um período histórico, mas atualizá-lo com um objetivo ético profundo. Da mesma forma como em Pessach lemos na Hagadá que devemos sentir-nos como se tivéssemos acabado de sair do Egito (o que representa o redimensionamento temporal responsável pela manutenção milenar do judaísmo) e também de nos questionar acerca do sentido da liberdade humana (somos livres hoje? ), em Sucot é o momento de se refletir sobre o nosso semelhante desfavorecido, o sem-teto: devemos sair de casa e habitar, durante uma semana, numa cabana totalmente exposta à ação da natureza – seu teto deve ter aberturas pelas quais seja possível ver o céu. Se por um lado o judeu assim manifesta seu desejo de colocar-se diretamente sob a proteção Divina, por outro, Sucot serve como exemplo de como o judaísmo pede mais que pensamentos ou verbalizações – requer ação. E a experiência física da Sucá deve levar a uma conscientização social, base ética de solidariedade, geradora de uma ação pela justiça social. Um outro exemplo interessante se refere ao Ano Novo. Na verdade, no Talmud (Mishná, que abre o tratado de Rosh Hashaná), existem 4 datas que têm o significado de um Ano Novo: 1) 1º de Nissan – por comemorar o período dos Reis, a organização dos festivais e a contagem dos meses (que tem um significado interessante: por ser o mês de Pessach, só tem sentido para o homem a contagem do tempo a partir de sua libertação); 2) 1º de Tishrei – Ano Novo agrícola, com referência à observância do ano sabático e do jubileu; 3) 1º de Elul, para o dízimo do gado; e 4) 15 de Shvat, o Ano Novo das Árvores. A Mishná (Rosh Hashaná 1.1) se refere a Tu Bi-Shvat como o Ano Novo das Árvores porque nesse dia termina o inverno, cessam as precipitações pluviais e surgem os novos brotos. Assim como as pessoas são julgadas em Rosh Hashaná, as árvores o são em Tu Bi-Shvat. A Torá especificamente proíbe cortar ou danificar uma árvore que dá frutos (Deut. 10:19). Também é proibido cruzar árvores em crescimento para produzir uma nova classe de frutos. O 10º dia do mês de Shvat se chama Tu Bi-Shvat dado que as letras “tet vav”, que formam a palavra “tu”, têm o valor numérico quinze. Um antigo costume era plantar um cedro por cada filho varão que nascia e um cipreste para cada menina. Com o passar dos anos, quando esses jovens se casavam, os ramos das árvores plantadas em sua homenagem eram usados para decorar a “chupá” (dossel sob o qual se realiza o casamento). Dessa maneira, a árvore era associada com o ciclo da vida de um judeu. Hoje em dia, em Israel, é costume plantar árvores porque, à margem das razões tradicionais, este ato é uma forma de inspirar as pessoas a se sentirem mais próximas de sua terra. Tem também a finalidade de melhorar a paisagem por meio do reflorestamento. Tu Bi-Shvat se celebra preparando uma mesa com variedades de frutos, especialmente as sete espécies enumeradas na Torá como produtos especiais de Israel: trigo, cevada, uvas, figos, romãs, azeitonas e mel. Outro costume é ter 15 frutas diferentes na mesa para simbolizar o 15º dia do mês de Shvat. Além destes frutos, busca-se uma fruta da estação, que não se tenha ainda comido durante o ano para recitar a bênção de “Shecheianu”. © Jane Bichmacher de Glasman Professora da UERJ e do ISTARJ |
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Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 10 agosto 2012 at 16:19
Boa noite ,caros leitores
Desta vez vou escrever um artigo de Doutrina e Convénios aqui por fala sobre os apócrifos .
Doutrina e Convénios Secao 91
Revelacao dada por intermédio de Joseph Smith ,o Profeta ,em Kirtland,Estado de Ohio,em marco de 1833(History of the Church1:331-332).Nessa época o Profeta fazia a traducao do Velho Testamento ,tendo chegado á parte dos antigos escritos chamados Apócrifos ,ele consultou o Senhor e recebeu esta instrucao .
1 Em verdade ,assim vos diz o Senhor com referencia aos Apócrifos:Há muitas coisas neles que sao verdadeiras e estao ,na maior parte,traduzidas corretamente.
2 Há muitas coisas neles que nao sao verdadeiras ,que sao acréscimos feitos pela mao de homens .
3 Em verdade vos digo que nao é necessário que se traduzam os Apócrifos .
4 Portanto, aquele que os ler que compreenda,pois o Espírito manifesta a verdade.
5 E aquele que for ilumidado pelo Espírito se benefificiará com eles.
6 E aquele que nao receber pelo Espírito nao poderá ser beneficiado .Portanto nao é necessário que sejam traduzidos .Amèm.
Cumprimentos
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 19 agosto 2012 at 12:59
Boa tarde,caros leitores
Embora já tenha falado sobre o tema de que o livro "Cantares de Salomao" é tido como apócrifo pela Igreja ,mesmo fazendo parte do Tanack ,que é a Bíblia hebraica,que contém 24 Livros ,que sao os mesmos que contém a Bíblia mas de outro modo alinhados fazendo desta forma 39 Livros .
O ensino da Bíblia na Igreja ,nao comtempla os livros apócrifos contidos nas diversas traducoes da Bíblia ,no caso particular da Bíblia alema ,que é uma traducao da igreja católica (Velho Testamento) e da igreja Luterana, dos Salmos e do Novo Testamento.
A Bíblia Luterana contém 14 livros apócrifos ,é uma outra Bíblia ,que nao a mesma da traducao conjunta da igreja católica e da igreja evangélica.
Lista dos livros apócrifos da Bíblia Luterana
O Livro de Judit
O Livro Sabedoria de Salomao
O Livro de Tobias
O Livro de Jesus Sirac
O Livro de Baruc
O primeiro Livro de Macabeu
O segundo Livro de Macabeu
Parte do Livro de Ester
Parte do Livro de Daniel
Os contos de Susana e Daniel
Os contos de Bel para Babel
A oracao de Asarias
A cancao dos tres homens no forno
A oracao de Manassés
Cumprimentos
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 24 agosto 2012 at 14:24
Boa tarde,caros leitores
após um estudo de diversas seitas verifiquei do porque dos árabes ,ou os muculmanos no geral aceitarem o Alcorao como livro sagrado .
As seitas gnósticas teem a sua origem na Pérsia,Iraque,Síria e outros países da area,e segundo a minha opiniao ,este livro segue o mesmo padrao de ensino ,por isso é que nao notam qualquer erro e o aceitam como normal.
Sendo considerados apócrifos todos os livros provenientes destes grupos ,porque a nossa mentalidade de ocidentais nao aceita tais ensinos ,só apenas uma pequena parte da populacao aceita estes ensinos como bons.
Nao admira que os judeus tenham ido para a Babilónia com a Tora oral e voltaram com a Cabala cheia de adicoes esótericas ,nao admira tambem que o Talmud contenha a Cabala, o Zohar é a Cabala escrita .
Cumprimentos
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 3 setembro 2012 at 12:41
Boa tarde,caros leitores
a Cabala contém a Tora e ensinamentos esótericos muito "apetitosos" que podem enganar os mais sábios e as suas artimanhas sao tao bem montadas que quase nao se pode fugir delas ,nao porque sejam maldicoes ,mas porque o seu conteùdo está tao bem trabalhado com promessas de com um certo tipo de possíveis azares que é quase impossível nao caír nesta armadilha,muitos caiem nela e pedem aos outros para o fazerem tambem,é um circulo vícioso que funciona muito bem ,mas o Senhor sempre condenou esta prática ,fosse no tempo de Moisés ,ou nos nossos tempos pela mao das Sagradas Escrituras.
Cumprimentos
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 4 setembro 2012 at 7:14
ANTI-SEMITISMO
Uma fraude centenária: Os Protocolos dos Sábios de Sião
Foto Ilustrativa
Edição 64 - abril de 2009
Apesar de repetidamente desacreditado e de ter sua falsificação comprovada, o livro Os Protocolos dos Sábios de Sião se tornou o documento anti-semita mais lido, em todos os tempos.
A mais notória fraude política dos tempos modernos, "obra prima" da literatura racista, tornou-se eficiente ferramenta para o anti-semitismo moderno, desde sua criação pela polícia secreta do czar da Rússia, há mais de 100 anos. O pequeno, mas diabólico panfleto, contém minutas de um suposto conclave secreto de líderes mundiais judeus. Composto de 24 capítulos ou protocolos, o livro "descreve" os "planos" traçados na dita reunião, que, supostamente acontecia uma vez a cada 100 anos. O objetivo de tais líderes judeus seria arquitetar a manipulação e o controle do mundo que ocorreria no século seguinte. Acreditam seus seguidores que Os Protocolos contêm a "prova cabal" da existência de uma "conspiração judaica mundial" que teria como propósito "dominar o planeta".
Sobre o texto, Elie Wiesel, Nobel da Paz, foi enfático ao declarar: "Se há um texto que pode produzir o ódio massificado contra os judeus, é este o texto... todo composto por mentiras e difamações". Ao longo de sua nefasta trajetória, Os Protocolos foram usados para justificar a perseguição de judeus na Rússia czarista e no período comunista e continuam em uso, até hoje, pela extrema direita russa. Nas mãos de Hitler, o texto se tornou verdadeira arma mortífera na guerra que travou contra os judeus, a partir da década de 1920. Os Protocolos também fazem parte do embasamento ideológico da extrema-direita americana e européia, bem como da extrema-esquerda da Europa. E, desde 1921, vêm sendo usados no mundo islâmico, sendo que hoje as cópias desta preciosidade anti-semita são impressas e distribuídas gratuitamente. Adotado por todos os inimigos do Estado de Israel, tornou-se a própria "bíblia" dos anti-sionistas.
A pergunta que deixa perplexos estudiosos e leigos é de que maneira um produto da Rússia czarista, oligárquica e cristã, conseguiu perdurar até hoje e foi adotado entusiasticamente por pessoas das mais diferentes ideologias e crenças religiosas? Uma das razões é o fato de, no texto, não haver qualquer definição de tempo ou contexto nacional e ideológico, podendo ser facilmente "adaptado" a qualquer situação.
O texto dos Protocolos é sempre o mesmo, mas cada uma das milhares de edições produzidas ao longo dos anos vem acompanhada de um prefácio que "explica" como o "plano judaico" está em funcionamento naquele preciso momento. As "idéias" contidas nos Protocolos constituem uma poderosa arma em países ou grupos sociais onde prevalece uma situação de frustrações ou incertezas. É sempre mais fácil acreditar que as dificuldades são decorrentes de um "agente externo invencível" - uma conspiração judaica mundial ou o imperialismo americano - do que encarar a realidade. Apesar de outras obras anti-semitas poderem vir a ter maior "embasamento intelectual", foram as imagens conspiratórias dos Protocolos o que conquistou pessoas tão diferentes como o magnata dos automóveis, Henry Ford, membros da Ku-Klux-Klan ou o atual presidente do Irã. O único elo entre os "seguidores" do livro é seu ódio contra os judeus.
Quase inacreditável também é o alcance geográfico de Os Protocolos, que pode ser encontrado nos quatro cantos do mundo, até em lugares onde praticamente não há judeus. Após a 2ª. Guerra Mundial, virou best-seller não só em paises islâmicos, mas também no Japão. No Brasil, são inúmeras as publicações. Com o advento da Internet, Os Protocolos passam a ter uma divulgação jamais vista e, desde 1994, circulam livremente na rede mundial versões completas em vários idiomas, sendo indicados como leitura obrigatória em sites de grupos separatistas, nazistas, nacionalistas, do Poder Branco, KKK e até mesmo do MV - Movimento de Valorização da Cultura, do Idioma e das Riquezas do Brasil.
Denunciar os Protocolos como uma mentira deslavada não é novidade; isto tem sido feito ao longo de quase um século, por profissionais idôneos e muito respeitados. Por que, então, a necessidade de expor, mais uma vez, essa fraude centenária? Lamentavelmente, com a proliferação do anti-semitismo em diferentes partes do mundo, as "verdades" dos Protocolos servem, uma vez mais, de alimento para fomentar sentimentos anti-judaicos.
O primeiro a denunciar o texto, ainda em 1920, logo após sua introdução na Europa Ocidental pela mão de refugiados russos, foi o historiador judeu britânico, Lucien Wolf. No ano seguinte, Philip Grave, jornalista do The Times, denunciou em vários artigos como se forjara aquele embuste. Centenas de outros artigos e livros e atualmente até documentários se seguiram, sempre de respeitados autores, que, no entanto, fracassaram em seu intento de convencer seus seguidores de que o panfleto nada mais era de uma grande fraude.
Incontáveis são as vezes em que Os Protocolos foram derrotados nos tribunais de vários países. Em 1933, a comunidade judaica da Austrália e, no ano seguinte, da Suíça, moveram ações vitoriosas, para proibir a distribuição do execrado livro. No ano de 1993, em Moscou, houve um processo contra o grupo ultra-nacionalista russo, Pamyat, que alegava ser o texto historicamente legítimo. No Brasil, federações judaicas denunciaram o panfleto e houve sentenças favoráveis pronunciadas nos tribunais estaduais de praticamente todas as cidades onde surgiram seus exemplares, sendo confiscados os estoques dos livros.
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 6 setembro 2012 at 6:06
Bom dia,caros leitores
Só para lembrar de que como foi organizado o Tanach,e como apareceram os apócrifos.
Em 486 a,C. os judeus fecharam o Canon.
Apartir daqui todos os livros escritos foram considerados apócrifos.
Quais as condicoes para que um livro fosse aceite como inspirado ?
Tinha que ser escrito em Hebraico ,Aramaico ,em terras de Israel e nao depois de 486 a.C.
Isto nao quer dizer que antes nao havia apócrifos,mas estas eram as condicoes primárias .
Tambem nao podia contradizer a Tora.
Os primeiros cinco Livros de Moisés sao a Tora ,mas todo o Tanach,Velho Testamento, tambem pode ser chamado de Tora.
Cumprimentos
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 6 setembro 2012 at 12:52
No Brasil da Era Vargas, Os Protocolos mereceram atenção especial, ganhando comentários de Gustavo Barroso, ideólogo do integralismo. Foi o aval deste historiador laureado, presidente da Academia Brasileira de Letras, que deu ao famigerado panfleto "o ar de respeitável literatura". Reeditados oficialmente até há pouco tempo, ainda hoje Os Protocolos podem ser encontrados na Internet e em diversas livrarias e feiras de livros.
Nos países islâmicos, como mencionado acima, Os Protocolos também se tornaram, desde 1921, uma ferramenta para disseminação do anti-semitismo. Ainda mais intensamente a partir da 2ª. Guerra Mundial e após a criação do Estado de Israel, quando se tornaram um dos principais instrumentos da metódica campanha de propaganda anti-sionista. Apesar de haver uns poucos intelectuais que, de certa forma, timidamente admitem que Os Protocolos sejam realmente uma impostura, de modo geral o mundo muçulmano acredita nas mentiras contidas no panfleto.
Nos últimos anos, o texto dos Protocolos tem sido usado para produzir, em vários países do Oriente Médio, mini-séries de TV. O "plano judaico de dominação mundial", incluindo todo o Oriente Médio, e outras "verdades" contidas no panfleto são o tema central dos enredos. Transmitidas em todo o mundo árabe durante o Ramadã, quando da reunião familiar para a quebra do jejum religioso, essas "verdades" conseguem incendiar os ânimos. Entre essas produções destacamos duas - uma, em 41 capítulos, transmitida pela televisão estatal egípcia, "Cavaleiro sem Cavalo", em 2002; e a outra, uma produção síria em 21 episódios, levada ao ar em 2003 pela rede de televisão a cabo libanesa, Al-Manar.
Em 2002, o panfleto foi disseminado ainda mais por todo Oriente Médio, quando jornais controlados pelos governos do Egito, Síria, Jordânia e Arábia Saudita, em uma ação coordenada, passam a imprimir e distribuir gratuitamente cópias dos Protocolos dos Sábios de Sião. No ano seguinte, a UNESCO denunciou publicamente a exibição de livros sagrados de religiões monoteístas na Biblioteca de Alexandria, no Egito, onde, ao lado de uma Torá estava exposto um exemplar dos famigerados Protocolos. E, enquanto o atual Presidente do Irã anunciava publicamente o seu intento contra Israel, ordenava a edição e distribuição do panfleto; além disso, uma versão inglesa do livro foi exposta, para espanto geral, no estande de seu país, na conceituadíssima Feira Internacional do Livro de Frankfurt.
Nos anos de 2004 os Protocolos são publicados respectivamente em Okinawa, no Japão; no ano seguinte, uma edição na Cidade do México sugere que o Holocausto foi organizado pelos Sábios de Sião em troca da criação do Estado de Israel.
Já transcorreu mais de um século desde que o mundo foi exposto a tão perigosa mentira, que acusa os judeus por todas as ruínas da humanidade - uma acusação de que a nossa existência enquanto Povo seria uma ameaça à paz mundial. Faz quase 100 anos, portanto, que é nosso dever repudiar esta conspiração, expondo-a e a desmascarando, por todos os meios a nosso alcance.
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N.77/agosto 2012
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Setembro 7
20 Elul
horário
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Setembro 8
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horário
18:32
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 6 setembro 2012 at 15:51
Boa noite ,caros leitores
Tenho lido e ouvido um pouco do Talmud por aqui e por ali e gostava de dar a minha opiniao sobre esta obra.
Mas o que é afinal o Talmud ?
È a obra escrita dos Judeus Ortodoxos(Saduceus e Fariseus) Contém a Tora, os cinco Livros de moisés,ou o Pentateuco
Contém a Cabala,ou o Zohar(só muda o nome,sao a mesma coisa)
Só para lembrar de que a Tora sao os ensinamentos de Deus para os judeus ,mas a Cabala nao é ,porque contém adicoes esotéricas devido ao cativeiro dos judeus por setenta anos na Babilónia.
o resto da obra foi escritas pelos rabis segundo a sua vontade
Foi escrita durante tres séculos 3,4,e 5
Maomé achou tao interessante que desta obra tirou o Alcorao ,sim ,o Alcorao ,nao é mais do que um complemento do Talmud.
Nenhum muculmano fala ou pode falar de Jesus Cristo ,mas Ele é citado no Alcorao muitas vezes.
no Talmud fala tambem muitas vezes em Jesus Cristo ,para O difamar ,assim como a sua Mae Maria ,mas se perguntarmos a um Judeu Ortodoxo sobre Jesus ,ele diz que nao conhece.
Espero que os leitores compreendam que nao se pode dizer que uma obra é inspirada se anda aos ziguezagues com os ensinamentos do Senhor ,nao é por se ter a Tora ou outras partes de Livros Sagrados se se mistura coisas que o Senhor sempre proibiu.
Nao se pode dizer que esta parte da obra é boa ,mas esta nao é ,todos os 64 volumes sao o Talmud ,nunca ouvi dizer que tem um Talmud verdadeiro e um falso .
ou eles revisao a obra ou as coisas estao mal para eles .
Cumprimentos
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 7 setembro 2012 at 4:25
Bom dia,caros leitores
Vamos mais uma vez analizar o Talmud
Em 486 a.C. o Canon Judaico foi fechado ,apartir daqui todos os livros escritos foram considerados apócrifos ,mas mesmo assim esses livros faziam parte da leitura ,nao faziam parte do Tanach,mas da Bíblia que existe desde 127 d.C.
Foi no Concílio de Niceia em 325 d.C. que a igreja católica seguindo o Tanach (original da Escrituras) separou os livros inspirados dos nao inspirados ,acredita-se que na altura havia 317 livros na Bíblia ,a grande parte dos apócrifos foi retirada ;até que em 1545 ficou com o formato que tem hoje .
o Talmud é uma obra semelhante ao que se passou com a Biblia ,mas este nao sofreu nenhuma revisao ,aí é que reside o problema ,porque está tudo misturado ,devia-se fazer uma selecao dos livros inspirados e por os outros numa outra obra,como existe para o Tanach.
Para os leitores menos familiarizados com o Talmud este contém frases gravíssimas contra as pessoas que nao sao judeus ,chegando ao ponto de dizerem que somos como o gado, e que se um judeu matar um nao judeu, nao faz mal .
Ora ,isto nao pode acontecer .
Ainda este ano um judeu ortodoxo foi preso por citar este versiculo do Talmud,nao admira que ainda hoje eles atirem pedras ás mulheres que nao se vestem como eles querem que se vistam .
Cumprimentos
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
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