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História e Marxismo

Proponho a discussão tendo o texto do E. Mandel como primeiro passo. A Atualidade do Marxismo Ernest Mandel 14 de março de 1983 Disponível em http://www.marxists.org/portugues/mandel/1983/03/14.htm

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Leandro Arndt Comentário de Leandro Arndt em 21 novembro 2009 às 18:03
Tem duas coisas que não entendi direito. Primeiro: o que muitos não olham de bom grado é a "crítica totalmente legítima", ou o marxismo? Segundo: você também não entendeu pra que serve este grupo, ou sou eu que não entendo o significado do título "História e Marxismo"?
Bom mesmo é saber que o senhor da "pura verdade" aceita a "crítica totalmente legítima"!
Luis Saraiva Comentário de Luis Saraiva em 21 novembro 2009 às 13:21
Aquilo que o Ernesto falou, não foi mais do que a pura verdade, ao criticar o marxismo, uma crítica totalmente legítima, que muitos não olham de bom grado.
Celso Comentário de Celso em 18 novembro 2009 às 15:31
Eu quase não faço postagens por aqui, estou sempre lendo os debates e procurando estar por dentro das questões que são do meu interesse em história.
Em diversos grupos desta rede social o Ernesto posta comentários repetitivos, petulantes e longe do propósito de buscar conhecimento. Se ele quisesse conhecer realmente sobre questões que ele propõe, uma simples leitura direcionada trariam respostas.
Todos já devem saber que essa não é a única comunidade que ele aparece com sua inteligência de toupeira. Basta entrar em qualquer comunidade relacionada com Marxismo/Socialismo/Comunismo e lá estão os mesmos comentários!
Para não acreditar que esse cara tem algum problema mental, acredito que ele deve estar rindo disso tudo, debochando e se divertindo com algumas repetidas frases que guarda num bloco de notas para ver se consegue arrancar palavrões em sua direção.
Acredito que a melhor posição seria de continuar com os debates, como sugeriu o camarada logo abaixo. Assim poderei retomar minha leitura das discussões travadas nesta rede social.
Arnold Layne Comentário de Arnold Layne em 18 novembro 2009 às 13:25
perfeito
Leandro Arndt Comentário de Leandro Arndt em 18 novembro 2009 às 13:19
Arnold, ele não é capaz de condenar iniciativas como esta. Sinceramente, já lhe demos mais atenção que o devido. Melhor mesmo seria ignorá-lo e voltar ao assunto deste grupo.
Arnold Layne Comentário de Arnold Layne em 18 novembro 2009 às 13:14
O idiota não entendeu ainda.... É um tipo de parasita que condena iniciativas com algum potencial como essa.
Alcebíades de Lima Oliveira Comentário de Alcebíades de Lima Oliveira em 18 novembro 2009 às 13:07
Ernesto, pior que um ESQUERDOFRÊNICO é um ANTICOMUNISTA.
Ernesto Neto- CUBA LIVRE Comentário de Ernesto Neto- CUBA LIVRE em 18 novembro 2009 às 12:33
Há 44 dias atrás (05/10/09) coloquei algumas perguntas neste fórum de debates.
Será interessante saber as respostas dos participantes aos questionamentos.
Leandro Arndt Comentário de Leandro Arndt em 18 novembro 2009 às 10:16
Seria interessante lembrar ao senhor Ernesto Neto que esta é uma comunidade de história. Portanto, duas regras deveriam ser respeitadas:
1) Respeitar a história enquanto ciência, ou seja, aceitar que os "fatos" sobre os quais ele nos cobra explicações sejam questionados segundo o método científico, e não como as verdades absolutas que ele aqui quer impor.
2) Procurar historicizar os "fatos" que ele aqui coloca e aceitar que eles sejam analizados em sua historicidade.
Sinceramente, desconheço qualquer razão para ele estar aqui nos cobrando explicações. Primeiro, por não nos respeitar como pessoas que querem pensar seriamente a relação entre marxismo e história. Segundo, por não respeitar esta comunidade como uma comunidade de história.
Até hoje ele não respondeu meus questionamentos. Que tratamento ele me dará se eu aqui cobrar dele o que ele cobra de nós?
Arnold Layne Comentário de Arnold Layne em 17 novembro 2009 às 18:15
by the way: chamar de embromação é apenas um eufemismo pra não dizer que não entendeu
 

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BESOURO

Bahia, década de 20. No interior os negros continuavam sendo tratados como escravos, apesar da abolição da escravatura ter ocorrido décadas antes.

Entre eles está Manoel (Aílton Carmo), que quando criança foi apresentado à capoeira pelo Mestre Alípio (Macalé). O tutor tentou ensiná-lo não apenas os golpes da capoeira, mas também as virtudes da concentração e da justiça. A escolha pelo nome Besouro foi devido à identificação que Manuel teve com o inseto, que segundo suas características não deveria voar. Ao crescer Besouro recebe a função de defender seu povo, combatendo a opressão e o preconceito existentes.

O filme Besouro é um épico em que fantasia e registro histórico se misturam no cenário deslumbrante do Recôncavo Baiano dos anos 20.Inspirado em fatos reais, Besouro combina aventura, paixão, misticismo e coragem sobre este um personagem que se tornou no contexto da capoeira. De certa forma, o filme aproxima-se de outros filmes que abordam lutas, como os chineses contemporâneos Herói e O Tigre e o Dragão.

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