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História e Marxismo

Proponho a discussão tendo o texto do E. Mandel como primeiro passo. A Atualidade do Marxismo Ernest Mandel 14 de março de 1983 Disponível em http://www.marxists.org/portugues/mandel/1983/03/14.htm

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Comentário de João Roberto Laque em 13 dezembro 2011 às 15:45

Pessoal,

sou autor de um livro sobre os Anos de Chumbo no Brasil a partir da ótica da guerrilha.

Coma instalação da Comissão da Verdade este é um tema que deve borbulhar na mídia e na mão dos historiadores nos próximos dois anos.

A propósito, tenho um lote pra queimar com os amigos do Café História até o Natal.

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Comentário de Ильич em 23 outubro 2010 às 10:41
é por gente tipo esse Saraiva (ver colocações desse senhor e de outros como Alexandre Volk e Dino, em Holocausto), um racista declarado, que eu acho que a moderação deveria agir...
apesar de ter gostado de alguns diálogos, saio do Café História, porque não tô afim de aguentar esse tipo de gente... queria ter a oportunidade de te ver cara-a-cara, Saraiva, pra ouvir de sua boca esses absurdos... mas covardes não dizem isso em público... VOCÊ É UM LIXO NAZISTA!! Não dá pra estar num lugar onde esse tipo de pessoas proclama a violência e ninguém faz nada...
Comentário de Marineize Neto Pleutim em 9 setembro 2010 às 0:34
hj, meses após receber esta postagem do Café-História referente a teoria marxista , levou-me a pensar e percebo-me frente a suma necessidade de expressar: em qual sentido estas discussões são relevantes para a luta dos proletariados que assolam mundo à fora? Qual o real engajamento entre os "mencionados " ou ditos "marxistas"?
As respostas visiveis são: meros discurssos e leituras superficiais para representar ou defender um ideário que não sai de palavras que ressoam na luta por poder ao emaranhado de vaidade intelectual meramente expressa até na própria vida virtual de profissionais ou adeptos em História.
Produções do lugar, sem rompantes com as estruturas escombrosas vislumbrantes na psique humana....Leitores e defensores pré-conceituosos em relação a outras produções viaveis e somativas ao acrescentarem um novo olhar referente as efervescencias sociais cotidianas e corriqueiras a vida humana...Na verdade precisa-se ler Marx como um escritor pertencente a outro momento histórico q alertou para as consequências de algumas atitudes sociais...No proceder de seus escritos e até no anteceder deste precisou de alicerce para formular seu ideário.... assim escritores posteriores fizeram, " pretensas " conclusões sobre o escrever de "Marx", os quais rotulam, mas não agem em coerência com seus " ideários".
Comentário de Marcos Ferreira dos Prazeres em 17 março 2010 às 22:52
Me interesso bastante pela produção de Caio Prado. Inclusive peguei na faculdade hoje o livro "Formação do Brasil Contemporâneo", pois estou pensando em fazer meu trabalho de conclusão de curso tendo por base Caio Prado. Na verdade não sei o que abordar. Estou buscando conhecer suas obras para ir decidindo o que desenvolver. Se alguém puder me ajudar nesse sentido, agradeço muito.
Comentário de Leandro Arndt em 8 janeiro 2010 às 9:13
Tomara, Arnold, que essa cultura de tolerância permaneça. Quanto à memória, em todos os países do leste europeu se tenta construir uma memória diametralmente diferente da anterior, em alguns casos até reabilitando os fascistas e proscrevendo os guerrilheiros que ajudaram a libertar o país. É um perigo muito grande, pois, se havia erros no socialismo lá adotado, a barbárie fascista é uma ameaça a toda a humanidade. A República Tcheca, pelo que me lembro, não chegou a tanto, embora tenha proibido alguns símbolos.
Comentário de Arnold Layne em 8 janeiro 2010 às 7:46
Acho que a discussão aqui parece meio deslocada. Essa história de tornar o partido comunista ilegal é um tanto mais antiga, quando se pensava em ilegalizar o sistema anterior para liberal prisioneiros políticos e contestar decisões jurídicas claramente equivocadas.

O significado dessa tentativa - aparentemente estranha - esta incluída num quadro de relações de memória e identidade que, obviamente, não são claras para um estrangeiro. Perdão se pareço pedante, mas depois de três anos vivendo e estudando na Rep. Tcheca, deu para entender o significado da construção de memória recente que vem sido discutida no país. Quem tiver interesse, existem trabalhos em inglês, além de filmes como Czech Dream, que posso mandar.

Agora, parece muito provável que a tradição de tolerância institucional tcheca, que evitou de ilegalizar o PC em 1991, va fazer isso agora. Para quem não sabe, a Rep. Tcheca tolera a existência - e manifestação - de grupos e movimentos que mto poucos países europeus aceitam, como Skinheads. Faz parte de um tipo de cultura política que insistem em dar continuidade.
Comentário de Leandro Arndt em 8 janeiro 2010 às 7:08
PS: senadores agora são "ativistas"! Já imaginaram se a moda pega?
"O ex-ativista e hoje governador José Roberto Arruda (DEMO) violou o painel do senado."
"A ativista Kátia Abreu (DEMO) grilou terras no Tocantins."
"O ativista Eduardo Azeredo (PSDB) criou o valerioduto."
Comentário de Leandro Arndt em 8 janeiro 2010 às 7:05
Acabar com o fascismo é uma "vergonha" para esses senadores tchecos (aliás, minoria no parlamento, mas maioria numa sessão legislativa esvaziada)... Enfim, é esse tipo de "democracia" que eles querem, aquele que extingue a representação de 13% dos tchecos!
"Mas ele [Lubos Dobrovsky] reconheceu que os políticos checos, incluindo ele próprio, foram ingênuos em pensar que o partido simplesmente desapareceria." Claro que foram ingênuos. Do capitalismo é que se alimentam os partidos comunistas!
Comentário de Leandro Arndt em 21 novembro 2009 às 18:03
Tem duas coisas que não entendi direito. Primeiro: o que muitos não olham de bom grado é a "crítica totalmente legítima", ou o marxismo? Segundo: você também não entendeu pra que serve este grupo, ou sou eu que não entendo o significado do título "História e Marxismo"?
Bom mesmo é saber que o senhor da "pura verdade" aceita a "crítica totalmente legítima"!
Comentário de Celso em 18 novembro 2009 às 15:31
Eu quase não faço postagens por aqui, estou sempre lendo os debates e procurando estar por dentro das questões que são do meu interesse em história.
Em diversos grupos desta rede social o Ernesto posta comentários repetitivos, petulantes e longe do propósito de buscar conhecimento. Se ele quisesse conhecer realmente sobre questões que ele propõe, uma simples leitura direcionada trariam respostas.
Todos já devem saber que essa não é a única comunidade que ele aparece com sua inteligência de toupeira. Basta entrar em qualquer comunidade relacionada com Marxismo/Socialismo/Comunismo e lá estão os mesmos comentários!
Para não acreditar que esse cara tem algum problema mental, acredito que ele deve estar rindo disso tudo, debochando e se divertindo com algumas repetidas frases que guarda num bloco de notas para ver se consegue arrancar palavrões em sua direção.
Acredito que a melhor posição seria de continuar com os debates, como sugeriu o camarada logo abaixo. Assim poderei retomar minha leitura das discussões travadas nesta rede social.
 

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Uma Longa Viagem

Acaba de chegar aos cinemas o novo filme de Lucia Murat, "Uma Longa Viagem", que conta com Caio Blat no papel principal.

O documentário revela a história de três irmãos, tendo como fio condutor a trajetória do mais novo, que viaja para Londres em 1969, enviado pela família para que não participasse da luta armada contra a ditadura no Brasil, seguindo os passos da irmã, que acabou tornando-se presa política. Misturando depoimentos e memórias dos irmãos com nove anos passados no exterior pelo caçula, o filme detalha cartas e também entrevistas com ele, que chegou a ser internado em instituições psiquiátricas. Um relato triste e ao mesmo tempo bem humorado de um núcleo familiar e suas convicções.

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