Para quem é simplesmente fã deste escultor australiano hiper realista... suas obras dispensam comentários! Supra sumo da arte!
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Comentário de Mariza Mariank Alves em 14 maio 2011 às 23:34 Realmente Agnes, o trabalho dele é fabuloso!
O cara é genio mesmo...
grande abraço!!!
Comentário de Jefferson Ramos da Silva em 25 dezembro 2010 às 5:39 O hiperrealismo de suas obras remete a transformação dos espaços. Um desejo inverso pela miniaturização. Ou seja, crescer na escala de gigantes para ver a pequenez dos nossos atos. Crianças, homens e seres monstruosos como anjos, fazem parte do acervo. Dessa forma, temos a necessidade com esse tipo de arte instalação levar ao estranhamento pelo excesso. No mundo da pós-modernidade tudo é provido de rupturas e (des) continuidades, ordem e caos levando no macro a riqueza e desejo de criar uma corporiedade de ficar pequeno para ver os detalhes frente ao todo. Nosso corpo expressa uma aprendizagem para a elaboração da percepção. Remete também a fase infantil, uma vontade de colo na figura maternal e de possibilidade de ser tão pequeno; que passariamos desapercebidos diante das coisas e ferramentas, que reinventam nossos corpos todos os dias. Nanotecnologia do inverso. Ver aumentado o que possui o tamanho do cotidiano. Um reaprender a detalhar a passagem do tempo das marcas ínfimas dos machucados antigos as imperfeições e irregularidades de nossa pele. É, Lewis Carrol, de Alice no país das maravilhas, tomando remédios para crescer e ficar pequena. Não assumir a maturidade dos corpos e dos pensamentos e suas responsabilidades. A sempre dentro de todo adulto uma criança encerrada, presa desejosa de brincar de ficar pequena de vergonha ou gigante de arrogância. Somos, assim, insidiosos em verdades e possibilidades de encontrar problemas da escala das lentes que formam a enorme natureza de nosso olhar.
Adoro arte. Ver e sentir as emoções do artista e não é fácil reproduzir as formas e expressões do ser humano. Parabens pelo trabalho!!!
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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