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Erick

Friedrich Nietzsche

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"O que é definível, não possui história." Destina-se esse grupo aos que apreciam e são influenciados pelos pensamentos e filosofia nietzschiana.

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jamile serra coutinho Comentário de jamile serra coutinho em 27 novembro 2009 às 21:32
Entrei nesse grupo para pedir ajuda!!!

Quem puder me explicar as ideias de nietzsche no livro a genealogia da moral eu agradecerei muito!!

aguardo respostas... bjs...
yeda fajardo Comentário de yeda fajardo em 8 novembro 2009 às 11:31
Freud temia ler as obras de Nietzsche e ser influenciado por ela em sua construção da doutrina psicanalítica. Yêda Fajardo
yeda fajardo Comentário de yeda fajardo em 6 novembro 2009 às 14:28
O louco não é manifesto em seu ser mas se ele é indubitável, é porque é outro. O louco éo outro em relação aos outros: o outro no sentido da excessão- entre os outros, no sentido do universal. " Yêda Fajardo
Gilberto Zorzi Comentário de Gilberto Zorzi em 21 agosto 2009 às 11:23
É pelas próprias virtudes que se é mais bem castigado.
Friedrich Nietzsche
Gilberto Zorzi Comentário de Gilberto Zorzi em 21 agosto 2009 às 11:22
A vontade é impotente perante o que está para trás dela. Não poder destruir o tempo, nem a avidez transbordante do tempo, é a angústia mais solitária da vontade.
Friedrich Nietzsche
Asmodeus Comentário de Asmodeus em 9 julho 2009 às 13:55
Saudações Léo,
Mein, acabei trocando as bolas: Nietzsche não era exatamente um anti-semitista :P
Acabei colocando uma expressão em meu post anterior que deve ser desconsiderada; digitei na pressa (...), e acabei deturpando sem querer o filósofo alemão nesse ponto...:( lamento...
Embora as críticas aos judeus sejam feitas, mas não tanto como as que ele dirigiu aos alemães, como observou Léo, deveras; de pleno acordo ;)
Nietzsche é complexo, e mesmo sendo um filósofo que desconstruiu toda a filosofia ocidental, acabou construindo uma diferenciada e inovadora; como a filosofia é inerente ao sujeito, condicionada ao mesmo (segundo minhas interpretações, talvez eu esteja equivocado), considero um campo interessante, mas que deve ser analisado com cuidado. Dificilmente a filosofia abrange contextos históricos (Nietzsche é uma rara exceção, pois faz comparações, cita, analisa, critica, indica autores e obras, fundamenta de fato), sociais e econômicos (embora os filósofos iluministas quisessem buscar suas explicações sociais, políticas e também religiosas). Até porque a análise que busco em Nietzsche, tento fazer de acordo com o meio em que ele estava inserido; mesmo sendo um intelectual, pertencente a História das Idéias - que por consequência a questão psicológica é profunda - é atrelada de alguma forma as Mentalidades populares; como isso é feito, não arrisco comentar (preciso de mais Teoria), apenas em alguns contextos, como a Revolução Industrial ocorrida na Alemanha entre 1870-90 - embora seja um pequeno recorte na produção das obras nietzschinianas);
Quanto a Aurora, lerei, ^_^
Agradeço as obervações Léo,
é bom saber que existem historiadores que levam a sério seu ofício^_^
Atenciosamente,
Asmodeus
Léo Antonio Perrucho Mittaraquis Comentário de Léo Antonio Perrucho Mittaraquis em 9 julho 2009 às 6:35
Caríssimos,

Penso (caso naõ esteja equivocado) que entre os cuidados quais devemos ter ao ler Niestzsche (o que cabe, penso, a qualquer outro filósofo, também) é a percepção das sutilezas. No que concerne aos valores manifestados por Nietzsche em relação a povos e culturas (basicamente, eixos de seu pensamento), o "profeta sem morada" soube reconhece o que havia e o que não estava ali. Críticas nietzscheanas aos judeus? Em vários momentos. Mas não menos que as dirigidas ao povo alemão (judeu e não-judeu). Sabe-se de sua reação ao saber que sua irmã casara-se com um anti-semita (idealizador da malograda colônia na américa do sul). Recomendo leitura de Aurora. Creio ser possível perceber que tipo de crítica se faz ao Cristianismo e que tipo é dirigida ao Judaísmo.

Abraço fraterno,

Léo A. Mittaraquis
Léo Antonio Perrucho Mittaraquis Comentário de Léo Antonio Perrucho Mittaraquis em 6 julho 2009 às 8:10
Bom Dia, Asmodeus

Você aponta três pontos que reprova no pensamento nietzscheano: seu machismo excessivo, seu antisemitismo, e suas considerações demasiadamente generalizantes. Quanto a primeira e a última, percebo possibilidades (basta saber o que dizia de Salomé e o que tem por conceito de mulher em O Crepúsculo dos Ídolos). Mas ficaria agradecido se pudesse me indicar a obra (incluindo seção e respectivo aforisma) em que Nietzsche demonstra seu sentimento anti-semita.

Abraços,

Mittaraquis
Elle Mittz Comentário de Elle Mittz em 15 maio 2009 às 13:33
Olá!

Adorei Ecce Homo(Nietzsche) e acho sua sugestão de discutirmos alguns textos da obra, muito boa! :)
Edson Luiz dos Santos Comentário de Edson Luiz dos Santos em 14 maio 2009 às 21:22
Fonte inesgotável de minhas (ins)pirações cotidianas...me ajuda rir de mim mesmo para a manutenção de minha obscura felicidade!!!rsrsrsr
 

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BESOURO

Bahia, década de 20. No interior os negros continuavam sendo tratados como escravos, apesar da abolição da escravatura ter ocorrido décadas antes.

Entre eles está Manoel (Aílton Carmo), que quando criança foi apresentado à capoeira pelo Mestre Alípio (Macalé). O tutor tentou ensiná-lo não apenas os golpes da capoeira, mas também as virtudes da concentração e da justiça. A escolha pelo nome Besouro foi devido à identificação que Manuel teve com o inseto, que segundo suas características não deveria voar. Ao crescer Besouro recebe a função de defender seu povo, combatendo a opressão e o preconceito existentes.

O filme Besouro é um épico em que fantasia e registro histórico se misturam no cenário deslumbrante do Recôncavo Baiano dos anos 20.Inspirado em fatos reais, Besouro combina aventura, paixão, misticismo e coragem sobre este um personagem que se tornou no contexto da capoeira. De certa forma, o filme aproxima-se de outros filmes que abordam lutas, como os chineses contemporâneos Herói e O Tigre e o Dragão.

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