Friedrich Wilhelm Nietzsche (Pronúncia) nasceu em 15 de outubro de 1844, na pequena cidade de Röcken (Pronúncia), na Saxônia. Neto de pastores protestantes pelo lado materno e paterno - carreira que pensou em um dia seguir - Nietzsche é conhecido hoje por suas obras de Filosofia, que abarcam críticas à metafísica de Kant e Platão, à religião, à moral, à cultura contemporânea, à Arte e a Filosofia como todo. Além disso, renascem em grande escala o interesse pelo Nietzsche filólogo, amante da cultura helênica clássica e da língua grega.
A influência de dos seus escritos pode ser sentida em diversos segmentos posteriores a sua morte, ocorrida em 1900, em Weimar (Pronúncia), após longo período de demência, cheio de delírios. Estado que o acompanhou até se transformar em silêncio e posterior estado vegetativo, culminando com sua morte prematura. Com efeito, a Filosofia moderna do século XX, mormente o existencialismo e o pós-modernismo, bebem diretamente da tinta de pena do filósofo alemão.
Texto extraído de "Dossiê Nietzsche" (com adaptações).
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Comentário de Professor Americanista! em 25 dezembro 2012 às 7:09 Visão romantica a quem tens, Tiago!
Comentário de Carlos Nero Costa em 13 setembro 2012 às 12:11 Blogue sobre Nietzsche: Assim falou Nietzsche
Comentário de Tiago Ancelmo Duarte em 10 maio 2011 às 17:48 Nietzsche foi um alguém ousado bem a frente das estruturas de pensamentos do seu tempo, como ele mesmo disse:"Há homens que nascem póstumos", o filósofo alemão deixou claro que sua obra ela para as gerações futuras. O autor tinha razão ao dizer tal frase, Nietzsche não queria ser um "novo messias", e nem foi santificado, mas de qualquer maneira hoje ele influência a nossa cultura, sendo sempre lembrado em letras musicais, filmes, livros e até em história de quadrinhos (o Batman é um exemplo claro de Übermensch que Nietzsche pregava).
Nietzsche releva ao Übermensch, ou além do homem, o papel de superação, de reação, aquele que irá superar o homem comum, os valores a qual o homem comum esta atrelado, caracterizado por sua confiança em sua intuição, alguém além do paradigmas, que não se toma pela compaixão. O filósofo alemão é alvo de interpretações errôneas, quanto a sua filosofia, mas seu livros nos permite nos deleitar, com um pensamento que busca através de conceitos como o de Übermensch, tentar superar o sistema vigente, desatrelar de sistema de pensamentos como a religião, enfim sermos criadores ao invés de reprodutores do que nos impõe.
Comentário de Professor Rafael Bertoncello em 22 dezembro 2010 às 11:37 De qualquer modo, foi uma ideia super interessante essa meu caro Zady Alberto, eu te indicaria A Gaia: Ciência para ler e tirar suas dúvidas, é um livro de auto questionação do Autor. Mas a línguagem é muito rebuscada... de qualquer forma taí a dica meu amigo.
Abraço
Comentário de Professor Rafael Bertoncello em 21 dezembro 2010 às 18:08 Zady Alberto interpretação no minimo interessante a sua, mas aki mesmo nesse tópico, sua teoria já foi derruba acredito eu.
Bom pra quem esta lendo esse tópico, deve estar achando no minimo esquisito, pois eu sou o cara de camisa preta, cabeludo e de barba, que antes postava como Rafael José de Campos Pinto, na verdade esse é meu nome mesmo mas fui forçado a fazer outra conta à meses atrás, pois perdi a senha, quem quiser, entrar em contato comigo fazer por aqui agora...
Bom mas voltando ao assunto e recaptulando minhas postagens nesse mesmo tópico anteriormente, esclarecendo suas Dúvidas sobre a "Credibilidade de Nietzsche em Deus ou não", posso afirmar que através de meus estudos nas obras de Nietzsche, concluí , que: "Ele nunca e jamais afirmara categoricamente, que 'Deus não existe'", pois este assunto foi abordado em minha pesquisa bibliográfica de Conclusão de Curso, pois isso significaria Admitir a Crença por ideias que ele não o fez em de maneira nenhuma...
Em seu livro ele se manifesta sobre a vós de uma personagem criada para a contestação dos ideais cristãos
acho que Nietzsche é mau interrpretado, ele não é contra Deus, mas da ideia idiota que os homens fazem de dele. Deus tratado como um ser mesquinho e vingativo. a religião é o grande inimigo do homem.
Comentário de CLAUDINHA POETA LONDRINA BRASIL em 4 julho 2010 às 17:43
Comentário de Prof Rafael José de Campos Pinto em 4 julho 2010 às 14:51 Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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