Iniciado por Leonardo Rossi Bianconi. Última resposta de Ednelson Alves da Silva 23 Dez, 2011. 3 Respostas 1 Curtiu isto
Sempre que se pensa em FEB, nos ultimos anos é normal vir a tona a questão da reintegração dos praças, afinal é uma questão interessantissima, pois junto com o retorno dos praças tivemos o fim do…Continuar
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Comentário de Emmanuel Fernandes em 11 fevereiro 2012 às 15:59 Olá,
Gostaria de convidar todos para uma nova rede que podemos discutir mais sobre o assunto do Brasil na segunda guerra!
http://www.facebook.com/pages/Memorias-da-For%C3%A7a-Expedicion%C3%...
Comentário de Douglas de Almeida Silva em 18 novembro 2011 às 7:24 Deixo aq minhas contribuições para a Força Expedicionária Brasileira.
http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/um-pracinha-paulista-no...
Resumo- Um pracinha paulista no inferno de Hitler é um livro raro, escrito pelo jornalista Altino Bondesan, logo depois da guerra. Bondesan narra a participação de Eliseu de Oliveira na FEB, na Segunda Guerra Mundial. Deixando a Ditadura de Vargas para derrotar as ditaduras da Europa, Eliseu lutou no teatro deoperações da Itália tornando-se prisioneiro de guerra pelos alemães. Nessa guerra onde a participação do Brasil era movida por interesses norte-americanos, a FEB aprendeu estratégias de guerra na própria guerra. Pretende-se reviver a memória da FEB por meio de uma memória particular, a do pracinha Eliseu de Oliveira, contrariando, dessa forma, a tentativa de apagamento dos heróis da FEB pela política adotada pelo Estado Novo que viu, nos ex-combatentes de guerra uma grande ameaça.
http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/mem-rias-de-um-prisione...
Memórias de um prisioneiro de guerra: Uma análise histórica da participação do joseense Eliseu de Oliveira na Segunda Guerra Mundial, consiste na análise da memória de Eliseu de Oliveira, pracinha da Força Expedicionária Brasileira. Eliseu de Oliveira, natural da cidade de São José dos Campos – SP, foi convocado para a Segunda Guerra Mundial em agosto de 1942. Embarcou para o Teatro de Operações da Itália em julho de 1944, lutou na guerra até 31 de outubro do mesmo ano, data que foi aprisionado juntamente com seu grupo tático. Cinco meses permaneceu prisioneiro do exercito alemão, período marcado pela fome, frio, maus tratos e trabalhos forçados. Foi libertado em abril de 1945 retornando ao Brasil em julho de 1945. Dado ao valor dessa memória, buscamos entender a participação da FEB no conflito, bem como entender a representação social que se tem dos pracinhas e da Força Expedicionária Brasileira na memória social.
Trabalho de Conclusão de Curso de: Douglas de Almeida Silva
Comentário de sergio braga osorio em 17 novembro 2011 às 16:31 Meus Caros Amigos, saudações. Sendo membro do Café Historia a alguns meses e tendo visto a insígnia da FEB , resolvi pedir aos amigos permissão para fazer parte do vosso grupo.Sou um veterano paraquedista do Exército e o tema FEB sempre me chamou a atenção. Fica aqui então meu pedido de inclusão. abraços, S. Bragga
Comentário de Leonardo Rossi Bianconi em 17 novembro 2011 às 16:10 Olá a todos... lgo percebi que esse grupo anda meio parada, vamos lá gent... animar isso aqui. Vou adicionar um tópico!!!
olá, faço parte de um projeto de pesquina na UEL sobre a FEB.
Pesquiso a reintegraçao social dos ex-combatentes da Força Expedicionária Brasileira especificamente os civis, gostaria muito de participar das discussões em torno da FEB.
obrigada
Comentário de Paulo Leite em 8 fevereiro 2011 às 7:45 Gostaria muito de participar deste grupo pois muito me interessa a História da FEB.
Sou Professor de Historia em Minas Gerais e tenho buscado em minha cidade divulgar o que estes bravos fizeram em favor da liberdade e o quanto são deixados de lado por esta sociedade.
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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