Permalink Responder até Pollyanna Paiva Santos da Rocha em 17 abril 2011 at 18:21
Juciani,
você diz que "O indivíduo é livre quando a sociedade não lhe impõe nenhum limite"...
mas vc também coloca que "foi necessário estabelecer regras de convívio para evitar atos de prepotência dos fortes sobre os fracos"...
Logo concluimos que em sociedade não há liberdade?...Ou regulamentou-se a liberdade?
O que seria a liberdade? Seria poder ir aonde queremos, fazer o que queremos. Cada um tem o seu proprio ponto de vista.
Segundo o filosofo Spinoza, ser livre é fazer o que segue necessariamente da natureza do agente.
A liberdade suscita ao homem o poder de se exprimir como tal, e obviamente na sua totalidade. Esta é também, a meta dos seus esforços, a sua própria realização.
No geral, ser livre é ter capacidade para agir, com a intervenção da vontade.
Permalink Responder até Pollyanna Paiva Santos da Rocha em 17 abril 2011 at 18:25
Lisa,
o que impede então a nossa vontade?
Se é através da nossa total expressão que nos realizamos como seres humanos...
Prof. Pollyanna
Quem impede a nossa vantade e a sociedade, como discutimos na sala de aula a liberdade depende do outro para sabemos onde começa e onde termina..
Permalink Responder até Mariana Oliveira Viana em 4 abril 2011 at 19:07
Ser livre é poder sonhar!
Míngüem é total mente livre, aliais em nossa sociedade a regras nos faz pensar o que é ser livre!
Será que ser livre é poder fazer tudo o que queremos?
Penso que não, pois dependemos de outras pessoas para exercemos nossa liberdade
Por exemplo, nossos pais: dependemos dele para exercemos nossa liberdade de sair com nossos amigos, se divertir!
Agora temos a conclusão que nossa liberdade está bem longe de acontecer!
Pois nossa liberdade começa onde termina a do outro!
Permalink Responder até Pollyanna Paiva Santos da Rocha em 17 abril 2011 at 18:27
Mariana,
a liberdade então existe ou não?...
Permalink Responder até Mariana Oliveira Viana em 17 abril 2011 at 18:40
A liberdade existe sim,mais a limites nela!!!
Com disse antes as regras, não deixam nos sermos tão livres assim!
Permalink Responder até Mariana Oliveira Viana em 24 abril 2011 at 16:06
Pollyanna
A liberdade existe sim, mas em nossa sociedade, as regras nos dão limite de exercer essa liberdade.
Sei que o jovem acaba confundindo a liberdade com libertinagem. Pois quando falamos de liberdade a primeira palavra que vem em nossa menti é fazer tudo o que queremos, mas sabemos que não é assim. Pois como já disse, a nossa liberdade começa a onde termina a do outro!
Permalink Responder até Patrícia Meireles da Silva em 5 abril 2011 at 15:08
Permalink Responder até Pollyanna Paiva Santos da Rocha em 17 abril 2011 at 18:30
Patrícia,
e quando nossas escolhas não combinam com as regras estabelecidas?
Quando conseguimos perceber a linha tênue que separa a liberdade do outro da minha?
No meu ponto de vista,a liberdade é uma questão de ser livre aprendendo a conviver,viver junto com o proximo respeitando os limites de cada um:como religião,raça...Antigamente a liberdade não era vista em sociedade pois as pessoas deviam de respeitar várias regras.Hoje em dia o ser humano tem a liberdade de frequentar a religião que quer,de votar...
Para o filósofo Jean Sartre,liberdade significa criar a si mesmo,sempre assumindo o compromisso social com a responsabilidade de seus atos.
Permalink Responder até Pollyanna Paiva Santos da Rocha em 17 abril 2011 at 18:32
Raab,
você diz que antigamente tinha regras, hoje não tem mais?
Gostaria que vc falasse mais um pouco sobre o pensamento de Sartre (liberdade significa criar a si mesmo).
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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