Pitágoras que teria inventado a palavra Filosofia (amor à sabedoria), foi um pensador, matemático, astrólogo e fundador da Primeira Universidade Ocidental. Pitágoras nasceu por volta de 570 a.C em Samos na Grécia. Iniciou seus estudos no Egito, dizem ter percorrido a Babilônia, Síria, Fenícia e até mesmo a Índia e a Pérsia (apenas conjecturas). Tendo tido contato com tais civilizações e sendo ele contemporâneo de Buda e Confúcio, não é difícil compreender sua crença na metempsicose.
Pitágoras acreditava que a alma era prisioneira de um corpo punida por faltas passadas. A encarnação é tão somente um encarceramento provisório para a alma. A morte anuncia um renascimento num outro corpo até que a alma, simultaneamente purificada pela virtude mereça ser finalmente libertada de toda materialização.
Pitágoras difundiu essa doutrina entre seus discípulos. Fazia parte da doutrina em sua Universidade.
“Conhece-te a ti mesmo”, esta máxima gravada no frontão do templo de Delfos, é a palavra chave do humanismo socrático. Sócrates possui tal confiança no saber e na verdade que está firmemente persuadido que os injustos e os maus não passam de ignorantes. Se conhecessem verdadeiramente a justiça, eles a praticariam, pois ninguém é “mau voluntariamente”. Só há salvação pelo saber.
O verdadeiro ponto de partida da filosofia de Platão é a morte de Sócrates em 399 a.C. Acontecimento político: é o partido popular, de novo no poder, que, por iniciativa de um certo “Anytos” (filho de um rico empreiteiro e antigo amigo dos Trinta, aos quais traiu para assumir a liderança do outro partido), condena Sócrates a beber cicuta como corruptor da juventude e adversário dos deuses da cidade. Condenação injusta e escandalosa que exprime uma incompatibilidade trágica entre o poder político e a sabedoria do filósofo.
...”A justiça reinará, o dia em que os filósofos forem reis ou no dia em que os reis forem filósofos”. ( Platão)
Platão 428 a.C, acreditava na evolução do espírito. Para Platão além da inteligência e da sabedoria, é o amor, o maior bem do homem. O verdadeiro amor é o desejo racional de conhecer o bem verdadeiramente puro. Impulsionado pelo amor, o homem buscará sabedoria. O Amor é a o theos dentro de nós, um “delírio inspirado pelos deuses”. É ele que possibilitará aos mortais, alcançar a imortalidade. A teoria platônica da alma está ligada à doutrina das idéias. As almas outrora contemplaram as idéias à vontade. Depois, por punição de alguma falta, segundo á doutrina pitagórica, elas foram aprisionadas no corpo. Todavia, elas continuam capazes de reminiscências, uma vez que guardaram uma lembrança obscura, que, no entanto pode ser redespertada de seu antigo contato com as idéias. Platão pensa igualmente que a emoção
amorosa, a emoção que arrebata a alma diante da beleza, é a de todas as idéias a mais fácil de reconhecer.
...”o amor por um belo corpo, em seguida pelos belos corpos, depois pelas belas almas e pelas belas virtudes, conduz à redescoberta do belo em si.” ( ler o Banquete)
A doutrina das idéias também se correlaciona a esperança da imortalidade da alma. ...”esse belo risco a ser corrido”. Uma vez que a alma é feita para as idéias. Do mesmo modo, uma vez que as idéias constituem absolutos
referenciais.
...”não o homem, mas Deus é que é a medida de todas as coisas, objeta Platão a Protágoras”.
...”A justiça é a hierarquia harmônica das três partes da alma. A sensibilidade, vontade e o espírito. Ela também se encontra em cada uma das virtudes particulares: a temperança nada mais é que uma sensibilidade regulamentada segundo a justiça; a coragem é a justiça da vontade e a sabedoria a justiça do espírito.” ( ler A República)
continua...
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Permalink Responder até Claudia Martins Durán em 24 setembro 2010 at 11:33
Permalink Responder até Cesar Augusto Diniz Costa Junior em 24 setembro 2010 at 12:59
Permalink Responder até Luiz Carlos Menezes em 30 novembro 2010 at 15:05
Permalink Responder até Cesar Augusto Diniz Costa Junior em 30 novembro 2010 at 15:20
Permalink Responder até Benair Scarletelli Storck em 21 janeiro 2011 at 4:57
Algumas pessoas preferem fazer a distinção entre Espiritismo Cristão (Kardecismo) e o Não Cristão (Umbanda, Candomblé, etc.) Tanto que quando perguntam a um espírita sobre qual religião segue, geralmente responde kardecismo, ou quando respondem espíritas destacam que é kardecista.
Acredito que a denominação "Cristão" foi adotada por seguir os ensinamentos do Cristo (interpretando seus ensinamentos) bem como para ser melhor aceito socialmente, dado ao fato de que, até em nossos dias as religiões de origem africana são vistas com certa discriminação.
Permalink Responder até Cesar Augusto Diniz Costa Junior em 26 janeiro 2011 at 18:13
De fato existe essa distinção. Ela se faz necessária, porque o Espiritismo Kardecista, tem sua base no Cristianismo. Seus ensinamentos são todos do Evangelho, tanto que Kardec escreveu “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. Um dos livros mais tocantes de Emmanuel, psicografado pelo Chico é “Paulo e Estevão”. Esse livro conta-nos os primórdios do Cristianismo, de como ele foi difundindo antes de ser instituída a Igreja Católica Apostólica Romana. Existem outros dois, Há 2000 anos e 50 anos depois.
O Espiritismo Kardecista é Cristão, não existe culto a orixás ou santos.
Permalink Responder até JORGE CLAUDIO RODRIGUES CARNEIRO em 7 março 2011 at 12:24
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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