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Escola dos Annalles

A revista dos Annales foi fundada em 1929 tendo como principais mentores Marc Bloch e Lucian Febvre. Sua nova abordagem para o estudo da História trouxe conseqüências e influências até os dias de hoje.

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Comentário de Willians Damasceno em 28 novembro 2012 às 21:41

Braudel.

Comentário de Silvana Pereira Moura em 18 setembro 2012 às 16:14

A frase de Marc Bloch “Pai, diga-me para que serve a história”? É o máximo porque resume a responsabilidade da História com o tempo.  “O homem é o objeto da história”.

A escola dos Annales revolucionou a história, na medida em que abriu um leque de possibilidades para a pesquisa histórica. E Marc Bloch é o protagonista que influenciou e continua influenciando gerações de historiadores que amam a pesquisa. A partir daí a Nova História deu uma nova roupagem para o conhecimento em história ao valorizar outros sujeitos que compõem a sociedade e que a história sempre desprezou.  

Abs.

 

Comentário de Gilberto Gilvan Souza Oliveira em 21 junho 2012 às 10:12

Estão aberta as inscrições para o III Seminário Internacional História e Historiografia e o X Seminário de Pesquisa do Departamento de História da UFC a se realizar nos dia 01, 02 e 03 de outubro no campus do Benfica. As inscrições para apresentação de trabalhos, postes e ouvintes poderão ser feitas pelo site www.iiisihh.ufc.br. de 13/06 a 13/08

Comentário de Fabio Pinheiro Salles em 26 outubro 2011 às 20:04
Tive o primeiro contato com a Escola dos Annales no primeiro período com a disciplina Teoria da História, de início,tive que fazer um fichamento do livro Apologia da História,de March Bloch, depois fiz outro do livro Históra entre a Filosofia e a Ciência do José Carlos Reis, onde o autor no capítulo IV, retrata um pouco a escola fundada por Bloch e Febvre. Cada vez que leio alguma coisa nova sobre os Annales, descubro que essa escola tem uma importâcia e influêcia muito grande na historiagrafia contemporânea.
Comentário de Caroline Pires em 8 agosto 2011 às 15:13

Conheci a Escola dos Annales em Teoria da Historia. Eu iria apresentar um seminário e como cada um tem a costumeira mania de estudar cada um a parte que lhe cabe, eu estudei tudo, largando de mão este fato. Meu primeiro amor, minha primeira paixão, meu primeiro fascínio dentro deste mundo maravilhoso que é a história. Nossa, como eu apresentei com brilho no olhar! É fascinante entender como estes homens conseguiram, partilhando algo que já havia - vale ressaltar- e o expandido tomando esta imensa proporção. Nada mais de Napoleões esplendorosos, chegou a era do camponês! Aquele quem ajudou e foi esquecido pela historia, ou que os positivistas fizeram questão de esconder. A nova história, a micro-história! Uma mudança do porão ao sótão, como diz Peter Burke em seu livro destinado a este assunto. É incrível como hoje existem várias vertentes, e graças, em parte, a esta escola. :)

Comentário de Daniel Lansky em 27 julho 2011 às 15:01
Estou no começo do curso de história. Sou jornalista e tinha tido contato superficial com a escola dos Annales. Já li o Apologia da História e agora estou terminando o livro do Peter Burke. Comprei o Problema da Incredulidade no Século XVI, do Febvre, por ser um admirador de Rabelais desde a faculdade de jornalismo. Enfim, estou me interessando muito pela escola dos Annales e entrei neste grupo para poder discutir o tema e ver outras impressões e opinioes.
Comentário de Pedro Henrique R. Torres em 28 maio 2011 às 19:12

 Quando entrei na faculdade, acreditei que as melhores coisas pra se estudar e desenvolver seriam as revoluções e ,sim, " a história dos grandes homens"... Fui curado no ainda no 1º período.(rsrsrs) Salve a Escola dos Annales, pois mudara minhas perspectivas acerca do produzir e ler história. 

Comentário de Aloisio Menezes de Cantuaria em 22 novembro 2010 às 16:58
“Amo a história. Se não a amasse não seria historiador. Fazer a vida em duas: consagrar uma à profissão, cumprida sem amor; reservar a outra à satisfação das necessidades profundas – algo de abominável quando a profissão que se escolheu é uma profissão de inteligência. Amo a história – e é por isso que estou feliz por vos falar, hoje, daquilo que amo.”
Lucien Febvre, Combate pela História

Gosto de História desde menino. Era a a disciplina que mais gostava de estudar, minhas melhores notas eram em História. E a frase de Febvre, principalmente o último período, traduz esse sentimento que permanece até hoje
Comentário de Ludmila Pena Fuzzi em 17 outubro 2010 às 11:31
Criei uma página em que trato de assuntos históricos, meu blog é dividido em páginas temáticas: História Social, História da Morte, Histpriografia, Metodologia de Pesquisa (Muito Importante para Universitários e Outros), Artigos e Texto dentre outras coisas... Tem muito material bom, minha contribuição para a história.. EM BREVE irei atualizar minha página referente aos estudos da escravidão, meus Mestrado!

Acessem: http://profludfuzzi.blogspot.com/ Podem fazer pedidos pelo Fale Conosco!
Comentário de carmen silvia menna barreto em 28 março 2010 às 23:28
"Apreciaria que, entre os historiadores de profissão, os jovens em particular se habituassem a refletir sobre essas hesitações, esses perpétuos "arrependimentos" de nosso ofício."
BLOCH, Marc.Apologia da História ou o ofício do Historiador.2002.Ed. Zahar.RJ
 

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