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Permalink Responder até Bruno Leal em 1 agosto 2009 at 15:10
Permalink Responder até Dharlla Gonçalves em 8 agosto 2009 at 18:03
Permalink Responder até Diogo Nunes em 9 agosto 2009 at 13:37
Permalink Responder até Diogo Nunes em 9 agosto 2009 at 13:55
Permalink Responder até Leandro Santos em 25 novembro 2010 at 8:47
Permalink Responder até Diogo Nunes em 26 novembro 2010 at 18:10
Boa tarde a vocês, já iniciei esta discussão na web há algum tempo, a partir desta análise de Sérgio Amaral:
Análise POR SERGIO AMARAL SILVA * Adorno, a indústria cultural e a internet Há quarenta anos morria o filósofo da Escola de Frankfurt que se tornou famoso por sua crítica aos meios de comunicação de massa.
Você conhece este texto analítico?
O que você acha disto? Como entender a internet como cultura de massa?
Qual a contribuição do filósofo Adorno para nossos dias?
Leia abaixo:
"
Conforme resume o professor Francisco Rutiger, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e autor do livro "Th eodor Adorno e a crítica à indústria cultural" (Edipucrs, 2004): "A crítica à indústria cultural adorniana não perde sua atualidade perante os fenômenos de internet, visto que, enquanto plataforma da cibercultura, essa vem a ser um novo suporte por onde corre, agora em escala ainda mais massiva e imediata, o processo de conversão da cultura em mercadoria."
UMA REDE, TRÊS FORÇAS
Ainda a respeito da aplicabilidade das teorias de Adorno à rede mundial de computadores, o professor Fábio Durão, do Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas, coautor do livro "A indústria cultural hoje" (Boitempo Editorial, 2008), comenta: "O conceito adorniano de campo de força é muito útil para se interpretar a internet hoje. Pode-se pensar em três vetores diferentes coexistindo em tensão no mesmo objeto. Há, em primeiro lugar, a linha críticonegativa, que atacaria aquelas posições ideológicas, que veem na internet uma liberdade concreta. Contra isso, seria preciso mostrar o quanto a internet, ao elevar a produtividade do trabalho, ajudou ao mesmo tempo que aumentassem as desigualdades, tanto entre as pessoas quanto entre os países
. O mundo hoje é mais iníquo do que nunca. Porém, o trabalho não aumentou apenas do ponto de vista intensivo, mas também das horas empregadas: em muitos casos, o tempo diante do computador faz lembrar o do operário perante a máquina no começo da industrialização inglesa, ainda que não se compare o esforço físico envolvido. A desregulamentação do trabalho, sinônimo de precarização e aumento da exploração, seria muito mais difícil sem a internet."
Leia todo o artigo: http://filosofia.uol.com.br/filosofia/ideologia-sabedoria/20/artigo151970-2.asp
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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