Pensar em novas técnologias para o ensino (não só de) história é uma tarefa defícil, mas imprescindível ao profissional da educação. É com a tecnologia que o professor consegue se aproximar da realidade do aluno. O aluno de hoje já nasceu no meio da tecnologia, e isso não quer dizer apenas que ele sabe como navegar, como apertar os botões, abrir páginas, e procurar conteúdos. Ser um nativo digital quer dizer que existe uma relação específica com a visão. O nativo digital não quer ler. Quer ver. É através de símbolos, complementados por pequenos textos, que se faz a navegação pelo universo virtual. Por isso, é essencial que o ensino acompanhe esta tendência, se modernize, se aproprie destas ferramentes utilizadas pelas novas gerações. Isto não quer dizer que os livros devem ser abandonados. Mas devem ser complementados com o material digitial.
Trabalho já há um ano em uma editora voltada para a produção de material didático digital. Os primeiros resultados estão chegando agora. Nossa proposta é realizar infográficos, animações, histórias em quadrinho animadas, etc, que transimtam o conteúdo de história, conectado com a realidade do aluno. Criei um blog recentemente para abordar justamente esta questão, e nele pretendo inserir trabalhos próprios de infografia voltada para o ensino de história. A menira como concebo o material é por linhas temáticas. O primeiro infográfico no qual estou trabalhando é sobre relações de gênero na Grécia antiga. Ou melhos, a Grécia antiga a partir das relações de gênero. Deste modo, tentarei entrar no cotidiano, nas mentalidades, e nos eventos consagrados de Grécia antiga a partir das relações de gênero.
Procuro parceiros para me ajudar. Se alguem tiver interesse, me escreva!
Meu blog: www.conexaohistoria.wordpress.com
Abraços!
Tags: ciberespaco, educação, ensino, historia, tecnologia
Permalink Responder até Flor de Maio em 11 junho 2011 at 9:57
Olá André ,
bacana demais sua experiência. Vou visitar o blog.
No momento trabalho ocupo a cadeira de Historiografia e Sociedade da Informação na UFOP , e oriento uma pesquisa PROBIC /UFOP/CNPq sobre os Sites de Ensino de História do Brasil.
Existem grandes dificuldades. A primeira delas é que nossa formação em História menospreza o Ensino da História. A maioria dos alunos acaba na docência de forma improvisada, tentado adequar a formação bacharelesca ao ensino. Bem, não acho ruim a formação mais rigorosa. Ela substancialmente tem levado a uma boa formação dos nossos profissionais, porém, o Ensino fica a desejar. E ele é o objeto central das licenciaturas.
Bem, quero muito conhecer sobre sua produção. Assim que eu conhecer melhor continuamos.
Abraços, Janete.
Permalink Responder até Elizabeth Regina Demarco em 14 junho 2011 at 15:13
André!
Achei ótimo a tua ideia de trabalhar história com animações, histórias em quadrinho animadas. Acessei o seu blog. Boa sorte com o seu trabalho. Realmente a gurizada hoje quer ver e não ler. Essa ferramenta maravilhosa que é a tecnologia digital poderá nos ajudar muito. Também prefito trabalhar com temas. Procuro trabalhar historia através de projetos de acordo com os interesses dos alunos. Vou acompanhar o seu blog. Estou muito interessada em seu trabalho.
abraços!
Permalink Responder até Flor de Maio em 11 setembro 2011 at 17:06
É gente,
trabalhar com mídias tem que ser algo que aprofunde e transforme a nossa prática pedagógica . Assim , não basta transferir os conteúdos tradicionais.
Vejam o caso dos sites que servem de pesquisa para nossas crianças e jovens.
A maioria deles trazem um conteúdo tradicional e formal. Sem interatividade, discussão e possibilidade de aprendizagem colaborativa.
Enfim , temos o desafio de nos apropriarmos das mídias numa estratégia de aprender a produzí-las criticamente.
Essa semana faço uma oficina de produção de vídeos com dispositivos móveis.
Já fiz uma de Webrádio. Enfim, vamos aprendendo, estudando e buscando caminhos.
abraços, Janete.
PS: Mas Elizabeth, levando o aluno a compreender que o livro também é uma mídia. E devemos compreender e usar todas. E por fim, perceber que a leitura e a escrita também mudaram. E nossos jovens também tem lido e produzido bastante. Por que não potencializamos isso para conhecerem melhor a História?
Permalink Responder até Lilia Patricia Costa em 26 setembro 2011 at 19:28
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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