Esse grupo objetiva discutir temáticas relativas ao ensino de história e a educação, considerando metodologias e teórias para o ensino e à pesquisa.
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Comentário de João Roberto Laque em 18 abril 2013 às 23:17 UM LIVRO DE HISTÓRIA IMPRESCINDÍVEL PARA VOCÊ,
AMIGO DO CAFÉ HISTÓRIA.
MAS É SÓ ATÉ AMANHÃ
PARA CONHECER MELHOR A OBRA ACESSE
www.osanosdechumbo.blogspot.com.br
ABRAÇÃO.
Comentário de Danilo Linard em 7 abril 2013 às 16:12 Divulgação de evento:
Segue abaixo link para divulgar evento de história. Para mais informações acesse nosso blog de divulgação
Comentário de Pablo Michel Magalhães em 24 março 2013 às 9:46 O Historiante está em busca de novos autores/colaboradores. Você que cursa história ou que já é historiador(a), faça já sua inscrição.
O Historiante tem por objetivo democratizar o conhecimento histórico, utilizando-se de uma linguagem leve e acessível para o público em geral, focando em estudantes e professores do ensino fundamental e médio, porém, com um rigor teórico acadêmico que garante a qualidade dos textos.
Comentário de Pablo Michel Magalhães em 26 fevereiro 2013 às 10:12 Conheçam O Historiante, site criado com o objetivo de produzir materiais sobre História, com qualidade e rigor acadêmico, utilizando-se de uma linguagem fácil e prática. O público alvo são alunos do ensino fundamental e médio, além de professores da educação básica. Vale conhecer!
História e música http://redeglobo.globo.com/sc/rbstvsc/noticia/2012/11/patrola-mostr...
Comentário de Eloise Fonseca da Silva em 3 novembro 2012 às 18:45 Ensinar história com o material que temos a nossa disposição é bem difícil afinal trata-se da visão dos vencedores
Gente, evento bacana sobre as relações entre história e memória, mídias e diferentes linguagens, o conhecimento histórico e os seus diversos públicos (não necessariamente a academia). Simpósio Internacional de História Pública: a história e seus públicos, na Universidade de São Paulo, USP, em julho. A conferir! http://historiapublica.com/
Comentário de Jefferson Ramos da Silva em 30 abril 2012 às 12:01 Todos os aspectos no processo de aprendizagem de história ficam ao sabor das relações professor-aluno, ou seja, o conteúdo é quem está ali. A História é o professor que no momento mobiliza um conjunto de saberes e estratégias para manter a atenção, curiosidade e interesses. Analisar o perfil médio, por exemplo, dos adolescentes pode gerar vontade para atuar sobre algo. Lembrando, que as tecnologias de informação podem ser um instrumento de acesso. Mas o que acontece, em geral é que o fascínio pelo meio fica maior do que a pesquisa. Tudo é de imediato nada fica para estabelecer a mediação que exige tempo, que significa estar atento as diversas partes da informação. O foco é intenso, mas pouco durável. Os elos entre os conteúdos podem manter um vínculo com o dia a dia - pois nesta fase jovens gravitam sobre os seguintes temas universais: sexualidade, trabalho, amizades, amor e religião. Esses assuntos quando abordados de modo a situar e trazer os problemas do período histórico em questão, criam climas de comparações arrastando uma série infindável de conflitos construtivos de entendimentos, capazes de contextualizar e fazer sentido de aprendizagem aparecendo em outras circunstâncias fora da escola o que foi debatido e experimentado na sala de aula.
Comentário de História das Religiões GT ANPUH em 29 abril 2012 às 20:57
Comentário de Luiz Fernando Almeida em 26 março 2012 às 22:04 Silvaniza, o construtivismo pode ser caracterizado pelo "pensar para construir", o que infelizmente ainda se encontra em um lento processo de desenvolvimento no ensino do nosso país. Portanto, a aplicação do construtivismo no ensino da disciplina consiste em ensinar a história de maneira a estimular o desenvolvimento de uma consciência histórica no aluno, desprendida de positivismo, factualidade e simples memorização dos fatos, buscando sempre a problematização das construções como forma de aguçar a formação de seu senso crítico.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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