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Ensino de História e educação

Esse grupo objetiva discutir temáticas relativas ao ensino de história e a educação, considerando metodologias e teórias para o ensino e à pesquisa.

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Comentário de Ailton José Morelli em 9 fevereiro 2011 às 11:34
Olá Joâo. conhece Ensinar História, Schmidt e Cainelli, da editora scipione?
Comentário de Profº João Batista em 9 fevereiro 2011 às 10:57
Ola gente! sou professor faormado neste ano, mas sinto que preciso aperfeiçoar mais meus conhecimentos sobre o ensino de história. Quero saber se alguerm pode incdar algum livro ou autor que trate do tema para que possa ir pra sala de aula com mais eficiencia. abraços
Comentário de Jefferson Ramos da Silva em 17 outubro 2010 às 15:13
O ensino de história é um ato de investigação em que os profissionais de ensino ficam a mercê de dificuldade pois o desejo de superar anos de problemas num virar de páginas assim os professores desenvolvem quadro de transtorno bipolar - momento de euforia ou workholic que para escapar de forma compulsiva entrega-se para o trabalho. Esse quadro leva a profundo estresse com grave comprometimento da qualidade de vida. Uma ansiedade gigantesca uma energia ilimitada com prejuízos vários para a saúde física e emocional. Podendo desenvolver quadro de hipertensão, disturbios gastrointestinais, lesões por esforços repetitivos, perda de contato familiar, transferência excessiva da libido para o trabalho, levando portanto a perda do interesse sexual. Mergulhados nesse processo quando percebem o rompimento ficam no trauma - espaço vazio deixado pelo estimulo exagerado por uma atividade laboriosa. Esse vazio é preenchido por angústia, medo, tristeza profunda, perda da perspectiva de futuro e perda de energia. Recuperação lenta, fazendo uso de antidepressivos, ansiolíticos e até em alguns caso de anticonvulsivantes. Necessidade de terapia e redução da atividade de trabalho. Em outras palavras uma perda da qualidade de vida de modo significativo. Esse textos de auto-ajuda, contribuem para diminuir a auto-estima de colegas de trabalho que estão sentindo a síndrome de bournout - o apagamento ocasionado pela rotina estressante e desprovida de sentido. Assim para evitar essa condição deve-se fazer atividades físicas, reduzir o número de aulas - não adianta o dinheiro se vêm com o aumento do caso na fármacia. Deve-se reduzir a expectativa de consumo com forma de buscar prazeres nas coisas pequenas e se aproximar da família e amigos com forma de buscar um relaxamento. Paixão vem do grego e significa doença. O amor é melhor que busca compreensão e respeito as limitações do outro. O apaixonado antes de tudo é egocêntrico, pois o centro do desejo de gravitar de forma incondicional em torno dele sem dúvidas ou receios. A educação deve ser feita com comprometimento com o conhecimento buscando a me lhor forma de atingir o que Vygotsky diz: a zona de desenvolvimento proximal, ou seja, criar condições em a afetividade (Wallon) possa dar o estímulo adequado para o atingir o estágio de desenvolvimento neurofisiológico do educando (Piaget). Usando um trecho do autor revela o grau da patologia:
Os olhos dos professores apaixonados brilham quando, no meio de uma explicação, percebem o sorriso do aluno que entendeu algo que ele mesmo, professor, não esperava explicar.

Essa paixão dura dois anos. Assim não construimos algo sólido. Afeto - não é amor e nem ódio - é a procura do equilíbrio dinâmico atrás da objetividade que o conhecimento dá. Fazer pensar retira da zona de conforto coloca o educando em xeque com seus valores, conceitos e comportamentos anteriores. Visando a reflexão não a emoção desprovida de aprendizagem significativa. Para a realização da transposição didática - alcançar os objetivo de fazer o aluno comparar, analisar, explicar, construir conceitos e transferir informações e idéias para outros contextos. Exige pensamento primeiro causal, formal e depois um modo dialógico para criar o salto para sair do senso comum e ir a formas mais sofisticados do refletir sobre coisas, fatos e experiências. Exige-se leitura compromissada com o pensamento lógico. Uma procura contínua pelo equilíbrio para evitar que as injustiças que o cansaço, medo, angustia, beleza, atração, desconfiança, preconc eito podem trazer para rotina da sala de aula. Penso que ás vezes olho e presto atenção por demais nos que envolvem o meu fazer pedagógico um ato de proximidade maior com os que sabem do que aqueles que não consegui alcançar. Se faço essa análise não é por paixão ou amor. Mas a procura pela justiça do ato pedagógico em que devo olhar a todos com equidade, mas não consigo de modo pleno. E uma luta diária com meus valores e as circunstâncias em que eles são testados numa atenção tensa por ir diante do outro despido de sentimentos mas repleto de sentidos atentos para realizar um ato de aprendizagem com qualidade de diálogo e um intenção verdadeira em gesto, mas num cuidado enorme entre o outro e o eu do ensinar de apreender para entender o criar para o fazer. Sabendo que tudo isso é absolutamente frágil, pequeno no gesto e pretensiosamente grande na atitude.
Comentário de Natania Nogueira em 11 setembro 2010 às 19:42
Caros colegas, estou me realizando com meus alunos na ONHB e gostaria de compartilhar minha experiência com vcs. http://historiadoensino.blogspot.com/search/label/ONHB
Comentário de Natania Nogueira em 5 setembro 2010 às 18:06
Comentário de Fabiana Bandeira em 2 agosto 2010 às 9:08
Estão abertas as inscrições para o III Seminário Nacional de Pós-graduandos em História das Instituições.
Tendo em vista as iniciativas bem sucedidas dos mestrandos do PPGH da UNIRIO, que em duas edições do Seminário Nacional de Pós-Graduandos em História das Instituições reuniram diversos pesquisadores para a divulgação e o debate dos estudos que vem sendo feitos nesta área, apresentamos a terceira edição do evento, cujo tema é Historiografia e Instituições: caminhos possíveis de investigação.

O III Seminário de Pós-Graduandos em História das Instituições ocorrerá entre os dias 22 a 26 de novembro de 2010 no Auditório Paulo Freire no Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCH) da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).

As inscrições para comunicações serão aceitas até 30 de agosto de 2010.

Para ter acesso às diversas mesas e modalidades de inscrições, acessar http://historiografiaeinstituicoes.tumblr.com/
Comentário de Natania Nogueira em 6 junho 2010 às 18:30
Amigos, uma indicação de leitura: livro sobre ensino de história dos profs Katia Abud, Ronaldo C. Alves e André C.M.Silva. Mais detelhes no link
http://historiadoensino.blogspot.com/2010/06/o-livro-dos-professore...
Comentário de Kaliana Oliveira da Hora em 6 junho 2010 às 15:21
Olá. Estou feliz por participar do grupo, pois estou estagiando na EJA e participo de um projeto de iniciação a docência em uma escola índigena
Comentário de Nathalia Topini Lucas em 6 junho 2010 às 12:22
é só entrar no grupo, gente! beijos
Comentário de Silvaniza Maria Vieira Ferrer em 27 maio 2010 às 20:03
Eli Antonelli, sugiro que entre em contato com o Programa de Pós-Graduação em Educação da UFC no Estado do Ceará. Lá existe uma linha de pesquisa sobre africanidades e como se refere à Educação, voce certamente encontrará pesquisadores que podem te dar uma luz. O e-mail é afrocearense@yahoogrupos.com.br. E o site é www.ufc.br. Procure o link pós-graduação Faculdade de Educação. Boa sorte.
 

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