Esse grupo objetiva discutir temáticas relativas ao ensino de história e a educação, considerando metodologias e teórias para o ensino e à pesquisa.
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Comentário de Luiz Fernando Almeida em 26 março 2012 às 22:04 Silvaniza, o construtivismo pode ser caracterizado pelo "pensar para construir", o que infelizmente ainda se encontra em um lento processo de desenvolvimento no ensino do nosso país. Portanto, a aplicação do construtivismo no ensino da disciplina consiste em ensinar a história de maneira a estimular o desenvolvimento de uma consciência histórica no aluno, desprendida de positivismo, factualidade e simples memorização dos fatos, buscando sempre a problematização das construções como forma de aguçar a formação de seu senso crítico.
Comentário de Edevard Pinto França Junior em 13 fevereiro 2012 às 21:14 Acredito que precisamos de duas coisas aqui:
-Primeiro: pesquisas acadêmicas sobre ensino de história "construtivista"
-Segundo: relatos de experiências acerca da implantação da abordagem construtivista de ensino de história em escolas.
Comentário de Jefferson Ramos da Silva em 13 fevereiro 2012 às 18:49 A abordagem construtivista em história possui um aspecto básico o educando como condutor da elaboração da metodologia que insere seus fatos no contexto de formação da identidade, mémória e tempo na possibilidade contextualizadora das multiplas formas de compreensão apartir das relações familiares ampliando ao longo do desenvolvimento as diversas formas de comemorar, ou seja, partilhar memórias. Rompendo a ideia que História é algo feito por grandes homens e gestos heróicos. Neste sentido todas as narrativas ganham importância porque constituem a experiência em registro contínuo. Os brinquedos, por ex., podem servir como elo de ligação entre o hoje e o passado imediato das lembranças afetivas dos pais. Dessa forma os alunos fazem um resgate da oralidade utilizando os recursos aúdiovisuais dos celulares. Filmes, desenhos, tudo enfim que cerca as crianças e adolescentes tornar-se um instrumento de grande alcance para romper as tradicionais formas de elaborar a história. Esses conceitos podem criar meios de compreender e contextualizar as relações entre cenários, personagens e ações. Dando ao alunos uma capacidade de fazer história, isto é, criar as narrativas pautadas nas informações recebidas, discutidas e analisadas ao longo do ano letivo. Mas toda a forma de construir meios de criativos esbarram na fragilidade que o cotidiano pode dar os desafios devem ter um resolução de tempo médio com um foco e um período de realização determinados por todos. Construir e fazer com várias mãos um saber para um todo cheio de elos de grande sentido coletivo e individual tendo como objetivo a autonomia, solidariedade e convivência na diversidade obtida por meio de uma aprendizagem significativa de desafios e conquistas entre os fatos de um passado remoto e os desejos de compreensão do presente imediato que a memória transformou em algo de relevância para os que chegam ao mundo cheios de curiosidades e desejos de mudança.
Comentário de Silvaniza Maria Vieira Ferrer em 13 fevereiro 2012 às 7:31 Explique o que seja Abordagem Construtivista e como se dá no ensino da História.
Comentário de Luiz Fernando Almeida em 12 fevereiro 2012 às 21:33 ACREDITO QUE A MELHOR FORMA DE SE ENSINAR HISTÓRIA SEJA ATRAVÉS DE UMA ABORDAGEM CONSTRUTIVISTA!
Comentário de Beatriz Costa em 15 dezembro 2011 às 16:58 ola gnt, muito bom ter este espaço pra compartilhar temas, projetos, experiencias e muito mais, sou estudante de Historia na Estadual do Maranhao, e nao sei por ai onde cs estao mas aqui as pesquisas sobre ensino de Historia tem caido numa triste mesmice de temas ja fadigados, principalmente por falta de fontes de pesquisa, e por fonte digo livros didáticos antigos que possam elucidadar as nossas pesquisas, proponho aqui de se fazer um arquivo digital, claro que talvez nao seja possivel recolher os livros propriamente mas dar uma luz de lugares possiveis de serem encontrados, se vc possui livros deste tipo de Historia ou Estudos Sociais de decadas passadas compartilhe isso, vamo nos ajudar, tenho pesquisado por aqui e encontrando lhes forneço tambem, bjozz
Comentário de João Roberto Laque em 13 dezembro 2011 às 15:33 Pessoal,
sou autor de um livro sobre os Anos de Chumbo no Brasil a partir da ótica da guerrilha.
Acho que, com a instalação da Comissão da Verdade, este tema vai borbulhar na mídia e na curiosidade dos alunos brasileiros nos próximos dois anos. E meu livro e um guia completo do período escrito numa linguagem jornalística.
Ficou em 5º na categoria Livro-reportagem do Prêmio Jabuti 2011.
A propósito, tenho um lote do livro pra queimar com os amigos do Café História até o Natal.
Faça um tour pelo conteúdo do livro e veja a promoção clicando em
Comentário de Luana Patrícia Oliveira de Souza em 2 dezembro 2011 às 21:02 Olá amigos do grupo, sou aluna do curso de História aqui em Belo Horizonte e será um prazer aprender mais com vcs e poder contribuir para este grupo de alguma forma de acordo com que também vou aprendendo!Abraços!
Comentário de Marcus Vinicius Moura em 1 dezembro 2011 às 15:01 Amigos do grupo, sou profesor em historia em Belém/Pa e terei maior prazer em compartilhar as expriencias do ensino de historia no meu estado.
Comentário de Silvaniza Maria Vieira Ferrer em 24 outubro 2011 às 7:30 Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
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