Fazendo um balanço do dia de hoje, algumas coisas ficaram a girar na minha cabeça.
Antecipadamente devo dizer que estou em pleno acordo com que a colega Amanda Gurgel que em Assembléia do PE falou do descaso salarial dos professores que afeta o país inteiro e dessa culpa carregada apenas pelos professores( falta de qualificação e de comprometimento). Mas que por outro lado, o professor, deve, mesmo com toda a precariedade salarial, ter conhecimento teórico é técnica em seu trabalho. Entretanto, acho importante também ressaltar que antes de mais nada ele( professor) é um ser humano, e justamente por isso, por vezes, comete erros. E justamente por isso, com formação precaria ou boa, intependente, não deve carregar sozinho a culpa da defasagem na educação.
A defasagem na educação atual não é só conceitual, mas também atitutinal, ou seja,não apenas de ensino didático, mas também de respeito ao próximo, boas maneiras, etc. e abarca todas as classes sociais, e por isso mesmo não é responsabilidade apenas da escola, mas sim das familias e da soiedade em geral.
Além disso outro fator apontado para a defasagem na educação é a falta de comprometimento escolar, que a maioria da sua aula e pronto, não tem engajamento em projetos interdisciplinares, etc.
A questão que hoje me faz escrever essas linhas é amplo debate que vem sendo feito sobre a homofobia,e o papel do professor frente a isto. Pois, ( não sei se li ou se pensei, acho que li e como sei e acredito, acabei me apropriando) a homossexualidade existe entre os animais e os homens, e existe desde que nos temos notícias das primeiras civilizações, e que a recriminação desta opção sexual é algo recente em termos históricos. Dito isto, penso que o papel do professor é aceitar, respeitar e não estimular "brincadeiras" preconceituosas.
Considero inadmissílvel um professor, repreender um brincadeira entre dois meninos com a seguinte frase: que decepção pelo jeito é... tá virando de lado.., ou tá parecendo namoro..Por mais que seja "brincadeira", este professor está usando do "medo" que a sociedade que meninos( ou meninas) "tornensse" homossexuais, está intimidando quem pode ter feito está opção, como também está apoiando, ou melhor, alimentando a ideia de que isto é feio e deve ser recriminado!
Neste sentido, defendo que devemos ampliar o debate sobre este assunto em sala de aula, nos conselhos de classe,na sala dos professores, com toda a sociedade!
Ai falei!!!e vou enviar sem ler...porque senão não envio...ufa...
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Permalink Responder até André Augusto da Fonseca em 20 maio 2011 at 21:51
Permalink Responder até Simone Becker Ferreira em 22 maio 2011 at 22:28
No RS!
Permalink Responder até Bruno Leal em 22 janeiro 2013 at 10:38
Bem pontuado, Rivaldo.
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Era uma vez na Anatólia
A novela pode ter acabado, mas a Turquia continua em cena no Brasil. Acaba de chegar aos cinemas do país o filme "Era uma vez na Anatília", co-produção Bósnia-Turquia.
Nas planícies da Anatólia, na Turquia, um grupo composto de um policial, um médico legista e um advogado conduz dois prisioneiros em busca do local onde enterraram sua vítima. Já é tarde da noite e, em meio à escuridão, eles não conseguem mais encontrar o local exato onde foi colocado o cadáver. Entre as divagações e os deslocamentos, o advogado e o médico começam a se conhecer melhor, percebendo que eles têm pontos de vista muito diferentes sobre a vida.
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