Isso sempre existiu em todas as classes sociais, está no DNA do homem em geral e todas as épocas e nações. Pelo contrário o desejo de ilimitado não se identifica c/ o espírito do capitalismo; pode até ser identificado como uma restrição e moderação racional desse impulso irracional. No entanto o que capitalismo defende e preconiza é a organização permanente e racional, o que equivale `a procura do lucro, de um lucro renovado, onde a empresa capitalista que não aproveitasse as oportunidades de lucros estariam fadadas a desaparecer.
A definição de ação econômica capitalista aquela que baseia na expectativa de lucro mediante o regime das trocas. Essa ação é ajustada p/ cálculos em termos de acumulação de capital. Isto significa dizer que ela se enquadrarão em uma utilização sistemática que de tal forma após a aquisição e venda, "o balanço" da empresa fosse "positivo" na contabilização dos bens materiais e de produção, ocorrendo a comparação entre lucro e despesas.
No entanto desenvolveu-se o capitalismo de outro tipo: aventureiro, especulativo, agiota; financiadores de guerras e piratarias em contratos de toda espécie. Na política de ultramar atuaram como empreendedores coloniais, fazendeiros c/ escravos arrendaram territórios, repartições e acima de tudo impostos. Financiaram festas e orgias de políticos, eleições e condottieri na guerra civil. Suas atividades, exceto a comercial, creditícia ou bancária, eram puramente irracionais e especulativas, ou orientadas p/ apropriação pela força (máfias), principalmente, do butim obtido na guerra ou mediante a contínua exploração fiscal dos súditos. Sair das presas desse capitalismo e tornar-se independente dele, uma vez preso a ele, é uma tarefa difícilima.
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Organização permanente e racional Apartir deste tema sugiro refletirmos á historia da humanidade enfatizando o espirito de liderança visando poder ou ideologia.Em que alguém sempre se pôs à frente de uma tribo,grupo,classe,reinoetc.Na historia das sociedades dividian-se em lideres para guerra,para religião e outros,para não generalizar.A racionalidade em se oganizar para um fim comum expadiu-se,criando milhares de lideres e subordinados justificados socialmente divinamente pelo lucro do capitalismo selvagem.
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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