Cafe Historia

A Sua Rede Social de História - Inscreva-se! É rápido e gratuito!

Informação

Cuba

A 170 km da costa dos EUA, Cuba a meio século está vivenciando uma experiência socialista vitoriosa em muitos aspectos. Espaço para debate sobre Cuba

Site: http://cuba
Membros: 57
Última atividade: 22 Nov

Fórum de discussão

Eduardo Almeida

Cuba, Revolução Social e América Latina 9 respostas 

Iniciado por Eduardo Almeida. Última resposta de Mariana Franco 13 Nov.

Bia...

26 fatos que diferenciam Cuba dos outros paises do mundo 4 respostas 

Iniciado por Bia.... Última resposta de Rodrigo Biasibetti 28 Out.

LUIS RONALDO DE SOUZA VICTOR

DITADURA ? 12 respostas 

Iniciado por LUIS RONALDO DE SOUZA VICTOR. Última resposta de Mariana Franco 25 Out.

Caixa de Recados

Adicione um comentário

Você precisa ser um membro de Cuba para adicionar comentários!

Alvaro Pacheco Rodrigues Comentário de Alvaro Pacheco Rodrigues em 22 novembro 2009 às 17:58
AMEAÇA CUBANA

Em 2008, o jornal estadunidense, Sydney Morning Herald, noticiou que o governo dos Estados Unidos e da Austrália estavam muito preocupados pela presença de pessoal de saúde cubano no sul da Ásia e no Pacífico. Segundo o jornal, os governos desses países consideravam a presença dos cubanos uma “ameaça à segurança regional”.

É curioso que a potencia hegemônica mundial e seu principal aliado no Pacífico sul, se preocupem com um exercício de solidariedade humanitária de um pequeno país de pouco mais de 11 milhões de habitantes, submetido, alem disso, à perene hostilidade e à asfixia econômica.

A presença dos cubanos é uma resposta à solicitação dos governos de países daquela região e reflete um programa de cooperação internacional em saúde que Cuba vem executando desde 1960, quando enviou sua primeira brigada médica para socorrer as vítimas do terremoto ocorrido no Chile.

De lá pra cá, a ilha já perdeu a metade do pessoal médico que formou (que emigrou para os Estados Unidos) mas, apesar disso, ela conta, atualmente, com quatorze vezes mais médicos e paramédicos do que possuía quando o programa começou, ostentando a honrosa condição de ser a nação com a mais alta proporção de médicos por habitantes.

De uma única faculdade de medicina, que existia antes da Revolução, Cuba conta agora com 22 universidades de saúde, além da Escola Latino Americana de Medicina, onde estudam mais de 10 mil jovens de 28 países, incluindo caribenhos, africanos, árabes, asiáticos e até estadunidenses pobres.

Mais de 80 nações recebem colaboração médica cubana e 14 delas se beneficiam do Programa de Atenção Médica Integral para América Latina, Caribe, África e Ásia, criado por Fidel Castro, após a devastadora passagem do furacão Mitch.

No Haiti, que é um dos países mais pobres do planeta, 75 % da população é atendida pela brigada de saúde cubana que, além de assistência médica, fornece educação comunitária em saúde e desenvolve projetos de medicina preventiva. Com o apoio financeiro da Venezuela, estão sendo construídos 3 centros de Diagnóstico Integral, no qual médicos cubanos e haitianos (graduados em Cuba) prestarão serviços gratuitos de cirurgia, terapia intensiva, ginecologia, laboratório clínico, radiografia e ecografia.

Atualmente, o Haiti conta apenas com 2 mil médicos, concentrados, quase todos, na capital do país, e predominantemente privados, o que torna seus serviços inacessíveis à maioria da população.

Guatemala, Honduras e Nicarágua são outros países atendidos pelos cubanos e, em Belize, eles chegam a constituir cerca de 50% do pessoal de saúde ativo no país.

Já faz tempo que o governo cubano propôs na ONU um programa para erradicar a AIDS da África, que seria executado com pessoal cubano, sendo que os países ricos forneceriam os equipamentos e remédios necessários. Até hoje não houve resposta.
Claudio Estevam Comentário de Claudio Estevam em 4 novembro 2009 às 15:35
CICLO DE PALESTRAS.
MARIGHELLA VIVE
UMA HOMENAGEM A ESTE GRANDE BRASILEIRO.
DEBATES E LANÇAMENTO DE LIVROS.
DIAS 11, 12 E 13 DE NOVEMBRO.
LOCAL: ASSOCIAÇÃO SHOLEM ALEICHEM (ASA) RUA São Clemente, 155 – BOTAFOGO -(próximo à estação do metrô BOTAFOGO) - RIO DE JANEIRO.
HORÁRIO: DAS 19h00min até 21h00min h.
INSCRIÇÕES GRATUITAS PELO EMAIL: cemobafluminense@terra.com.br
Ou na ASA, duas horas antes da abertura (dia 11/11 das 17h00min até 18h45minh). VAGAS LIMITADAS.

PROGRAMAÇÃO
11/11/09 - Quarta-feira – ESTADO, AUTORITARISMO E VIOLÊNCIA
JOÃO BATISTA DAMASCENO (MEMBRO DA ASSOCIAÇÃO JUIZES PARA A DEMOCRACIA).
12/11/09 – Quinta-feira – O ATO INSTITUCIONAL Nº 5 e a REPRESSÃO - Professor RUBIN S. LEÃO DE AQUINO (AUTOR DE LIVROS DE HISTÓRIA).
13/11/09 – Sexta-feira – “CARLOS, A FACE OCULTA DE MARIGHELLA” - EDSON TEIXEIRA – PROFESSOR E ESCRITOR e “MARIGHELLA E A ALN”
CARLOS EUGÊNIO PAZ – ESCRITOR, MILITANTE E DIRIGENTE DA ALN.

VENHA E PARTICIPE!
Para se inscrever envie: Nome, endereço, profissão, endereço de e-mail. E aguarde a confirmação da sua inscrição.
Visite nosso site: www.cemobafluminense.com.br
Apoio: Associação Sholem Aleichem.
Alvaro Pacheco Rodrigues Comentário de Alvaro Pacheco Rodrigues em 9 outubro 2009 às 22:19
O SANGUINÁRIO REGIME CUBANO

Na madrugada do dia 17 de abril de 1961, 1.500 exilados cubanos, saídos de Miami, armados e treinados pela CIA (agência de inteligência dos EUA), e conduzidos em navios mercantes norte-americanos, desembarcaram na Baia dos Porcos, em Cuba. Dois dias antes, aviões B-26, da Força Aérea dos EUA, haviam bombardeado três bases aéreas cubanas.

"Quando o ataque começou, achamos que fossem relâmpagos e trovões", lembra o aposentado Ramón Medina, de 62 anos, residente em Havana.

Os invasores não conseguiram superar os mangues infestados de mosquitos que cercam a baía dos Porcos, e após três dias de combates contra as forças cubanas, comandadas pelo próprio Fidel Castro, 108 deles estavam mortos e 1.197 foram capturados.

A fracassada invasão - planejada e organizada no último ano do governo Eisenhower - tornou-se o maior fiasco da história da CIA, criou uma situação desconfortável, em termos diplomáticos, para o presidente John F. Kennedy, e foi determinante para que Cuba se alinhasse à URSS, em busca de proteção militar.

No dizer do cubano Alejandro Figueroa, 61 anos, também aposentado, "Foi a primeira derrota do imperialismo norte-americano na América Latina".

A revolução cubana sobrevivera à agressão da mais poderosa nação da Terra, assim como Fidel sobreviveria às dezenas de atentados orquestrados pela CIA, alguns dos quais envolvendo o concurso da Máfia.

Mas o que teria acontecido aos 1.197 invasores capturados pelas forças cubanas?

Seu destino óbvio seria o de serem submetidos a uma Corte Marcial e fuzilados. No entanto, não foi isso o que aconteceu.

O "sanguinário" governo cubano devolveu-os ao seu patrão - o governo dos EUA - em troca de 53 milhões de dólares, pagos por Washington na forma de alimentos e remédios.

Se todos os governos sanguinários deste planeta procedessem assim, o mundo seria, certamente, bem menos sanguinário.
Alvaro Pacheco Rodrigues Comentário de Alvaro Pacheco Rodrigues em 8 outubro 2009 às 19:30
RELATO DE UMA CUBANA QUE VIVE EM CUBA

"Conheci em Havana, uma senhora muito simpática: D. Dolores. Ela, idosa e cega, contou-me que participou da Revolução comandada por Fidel Castro. Perdeu seu marido na Revolução e até hoje seu espírito é altamente revolucionário. Quando lhe perguntei sobre o sistema cubano e as dificuldades que tinham que passar, ela me respondeu:
- "É o preço que temos que pagar por nossa liberdade".
Contou-me ainda que duas irmãs suas foram para os Estados Unidos, sendo que uma delas atravessou para Miami nas divulgadas e perigosas balsas, do tipo que matou a mãe do menino Elián. Disse ainda que uma dessas irmãs participou da Revolução com ela.
D. Dolores já havia ido aos Estados Unidos, duas vezes, para tratar de sua vista, mas voltou para Cuba para continuar lutando.
Perguntei a ela qual o sentimento que ela nutria pelos americanos e pelos Estados Unidos. Ela respondeu:
- "Não posso ter um bom sentimento por aqueles que nos oprimem e tentam tirar nossa liberdade. Mas isso não me incomoda mais."

José Luiz de Paiva Bello
Havana/Rio de Janeiro - 2001
Alvaro Pacheco Rodrigues Comentário de Alvaro Pacheco Rodrigues em 8 outubro 2009 às 14:29
A rigor, o Partido Comunista Cubano não é um partido, como se entende seja um partido nas democracias liberais, pois não participa das eleições. Ele é mais uma expressão político-ideológica do regime.

Ninguém precisa se inscrever no Partido para concorrer a uma vaga em uma das várias instâncias legislativas do governo. Os candidatos são indicados pelas comunidades, dentre os que demonstram ter interesse e vocação para cuidar da coisa pública. E demonstram isso através do trabalho que, voluntariamente, desenvolvem junto à sua comunidade.

Nesse sentido, o regime cubano é bem mais democrático do que a maioria dos países que adotam regimes liberais, na medida em que os parlamentos são mais socialmente representativos. Qualquer pessoa adulta, seja qual for sua condição, pode vir a ser eleita, porque as eleições não são influenciadas (ou corrompidas) pelo poder econômico.

Por outro lado, o regime é fechado, com pouco espaço de oxigenação política renovadora e isso, com o tempo, conduz à decreptude. A geração revolucionária está desaparecendo e as gerações mais jovens, que cresceram tendo atendidas suas necessidades básicas de vida, demandam a satisfação de anseios de consumo que a pobre e planificada economia cubana é incapaz de atender.

Os atuais dirigentes do país - pelo menos alguns deles - percebem que o regime precisa mudar, dar um passo à frente para sair do imobilismo, mas o grande dilema consiste em encontrar uma fórmula capaz tornar o sistema mais flexível, sem retroceder ao modelo capitalista, onde a vida de alguns se tornaria mais confortável, porém ao preço de destruir as conquistas sociais que a Revolução consagrou (o exemplo russo não permite acalentar ilusões).

Afinal, após tantos anos de luta e sacrifício, resistindo ao assédio brutal da mais poderosa nação da Terra, seria lamentável que Cuba voltasse aos tempos pre-revolucionários quando, no dizer do escritor Ernest Hemingway, ela não passava de "um grande e luxuoso puteiro para magnatas e mafiosos americanos".
Alcebíades de Lima Oliveira Comentário de Alcebíades de Lima Oliveira em 8 outubro 2009 às 10:41
Caro Alvaro,
Não conseguiram com difamação mudar a história e nem extinguir a certeza que o projeto socialista é viável.
abraços. Alcebíades
Alvaro Pacheco Rodrigues Comentário de Alvaro Pacheco Rodrigues em 8 outubro 2009 às 9:58
É inútil, Alcebíades. Já tentou dialogar com aquela voz feminina que lhe atende quando você liga para uma empresa telefônica?
Nem tente. Aquilo é uma gravação. Ela repetirá sempre a mesma mensagem gravada.
Não é um ser pensante: é um engenho robótico.
Alvaro Pacheco Rodrigues Comentário de Alvaro Pacheco Rodrigues em 8 outubro 2009 às 9:50
PENSAR É PRECISO

Pensemos.
Barak Obama assume a presidência dos EUA e, entre outras medidas, demonstra que pretende imprimir um novo rumo ao contencioso com Cuba: levantam-se os embargos que impediam o retorno cubano à OEA, restabelece-se a ponte aérea Miami-Havana, e fala-se em rever alguns aspectos do bloqueio econômico.

Do outro lado, Raul Castro substitui Fidel, dizendo-se disposto a negociar "qualquer coisa" com o governo yankee.

Então, de repente, na contramão desse processo, a Microsoft bloqueia o acesso de cubanos ao MSN, a Google faz o mesmo em relação ao Google Wave, e a sra. Yoani Sánchez, que diz viver em um país "onde se reprime brutalmente a liberdade de expressão", produz um blog denunciando as conquistas sociais cubanas como farsas mas, ainda assim, não é presa pelo "tirânico" regime, dá entrevistas pelo celular para jornais e revistas estrangeiras (inclusive para a nossa gloriosa "Veja"), e seu blog recebe milhares de acessos de todo o mundo, ganhando vários prêmios internacionais (já se fala até em publicar um livro com textos selecionados do blog).

Huumm. Como diria o personágem de Shakespeare: "Há algo de podre no reino da Dinamarca".
Ou então, como diria o saudoso Barão de Itararé: "Há coisas no ar, além dos aviões de carreira".
Não basta ler. É preciso pensar.
Alvaro Pacheco Rodrigues Comentário de Alvaro Pacheco Rodrigues em 8 outubro 2009 às 9:47
TU QUOQUE, GOOGLE?

Depois da Microsoft, o Google.
Cidadãos cubanos que tentam acessar o Google Wave, passaram a receber a seguinte mensagem:
"Você não tem permissão para usar esse serviço. Você está acessando de um país proibido"

Google Wave é um serviço da Google cuja plataforma conjuga conversas e documentos, mediante os quais os internautas podem comunicar-se com mais eficiência. Isto é, só podem se não estiverem em países fora do alcance da águia-abutre norte-americana, que gosta de se exibir para o mundo, pousada no ombro da Estátua da Liberdade.
E agora, que irão dizer os que protestam contra o "muro" que, segundo eles, impede os cubanos de deixarem a ilha? Será que também erguerão seu protesto contra esse muro cibernético? Ou adotarão a postura "dois pesos, duas medidas", como geralmente fazem?

Pobre cubanos. Não podem sair fisicamente da ilha, porque a despótica "ditadura" comunista não permite. E não podem sair virtualmente, porque a libertária "democracia" de Uncle Sam também não permite.
Ernesto Neto- CUBA LIVRE Comentário de Ernesto Neto- CUBA LIVRE em 6 outubro 2009 às 12:51
Alcebíades,
Muito bem, continuas seguindo fielmente e previsivelmente a cartilha stalinista-leninista de difamação dos opositores. Em primeiro lugar invente várias mentiras sobre eles e difame, minta, repita quantas vezes puder.
É importante que o teu opositor fique desacreditado para que o que ele fale também o seja.
Joseph Goebbels usava esta mesma artimanha.
É isso aí Alcebíades.
 

Membros (57)

Alcebíades de Lima Oliveira LUIS RONALDO DE SOUZA VICTOR Bia... Mariana Franco Phillipe Froes Rodrigo Biasibetti Eduardo Almeida Leonardo Marques Bruno Leal Cris Reis Flávio Gomes Georgia Barbosa MAURÍCIO GOMES BEZERRA Queila Elis Luiz Lima Jorge Modesto Leonardo Mousessian Goulart Marcinha* Mayara Joyce Milena Sales Bruna Camargos Lauro Fabiano Fernanda Teixeira Antonio Ozaí da Silva Camila Estevam Laís Rafaela Fuzeto Mauricio Jéssica Oliveira DIEGO SINGULANI
 
 

Sobre

Bruno Leal Bruno Leal criou esta rede social no Ning.

Cinehistória

BESOURO

Bahia, década de 20. No interior os negros continuavam sendo tratados como escravos, apesar da abolição da escravatura ter ocorrido décadas antes.

Entre eles está Manoel (Aílton Carmo), que quando criança foi apresentado à capoeira pelo Mestre Alípio (Macalé). O tutor tentou ensiná-lo não apenas os golpes da capoeira, mas também as virtudes da concentração e da justiça. A escolha pelo nome Besouro foi devido à identificação que Manuel teve com o inseto, que segundo suas características não deveria voar. Ao crescer Besouro recebe a função de defender seu povo, combatendo a opressão e o preconceito existentes.

O filme Besouro é um épico em que fantasia e registro histórico se misturam no cenário deslumbrante do Recôncavo Baiano dos anos 20.Inspirado em fatos reais, Besouro combina aventura, paixão, misticismo e coragem sobre este um personagem que se tornou no contexto da capoeira. De certa forma, o filme aproxima-se de outros filmes que abordam lutas, como os chineses contemporâneos Herói e O Tigre e o Dragão.

Membros

  • maria do carmo olimpio fonseca
  • Daniel Deusdete Araújo Barreto
  • Ricardo G.
  • Fabiana Bandeira
  • Fernando Soares Portugal
  • Renata Magalhães Rodrigues
  • Paulo Parracho
  • Marcos Marinho
  • Diego dos Santos
  • Vilson Regina
  • Marcia Magali Ferreira Nery
  • LUIZ CARLOS SANT'ANA
  • Laura Pereira Nery
  • Anderson Meneses
  • Danilo do Nascimento

Badge

Carregando...
 

© 2009   Criado por Bruno Leal no Ning.   Crie Sua Rede Social

Badges  |  Relatar um incidente  |  Privacidade  |  Termos de serviço

Entrar no bate-papo