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Permalink Responder até Fernando J.R.Ferreira Duarte em 1 agosto 2010 at 18:00
Permalink Responder até Renato Mello Tives em 2 agosto 2010 at 11:37
Permalink Responder até Fernando J.R.Ferreira Duarte em 2 agosto 2010 at 12:18
Permalink Responder até Renato Mello Tives em 2 agosto 2010 at 18:20
Permalink Responder até Ben-Perrusi Martins em 18 setembro 2010 at 1:57
Permalink Responder até Renato Mello Tives em 18 setembro 2010 at 19:21
Permalink Responder até Leonardo Venancio Coelho em 10 maio 2011 at 19:39
Bom, percebo q essa discuçao precisa ser retomada. Primeiramente, gostaria de responder as duas perguntas q abrem o tópico. O interesse de Urbano II com as Cruzadas era, como foi colocado pelo Fernando J. R. Ferreira Duarte anteriomente, "expandir sua autoridade religiosa". Mas também é necessario entender o que foi a Cruzada. Partindo da premissa que as Cruzadas eram consideradas como tais, pela presença da indulgência e da cruz, talvez mais ainda de um caráter psicológico e espiritual. É necessario tambem, compreender a mentalidade por trás da Cruzada. Sem essas analises preliminares fazer essa primeira pergunta se torna por si mesma sem fundamento. Sobre a comparaçao dos interesses papado com o EUA, ela por si só nao se mantem. Primeiramente, por ser anacrônico tal comparaçao nao se aplica dentro do contexto. Entao, precisamos desconstruir essa ideia iluminista da igreja, ela nao foi tão cruel e tal perversa como se acredita. Como seria se estudos mostram que a Id. Média foi um periodo de crescente desenvolvimento tanto economico quanto social. Nao quero com isso vestir a capa de vítima na igreja, mas é necessario buscar um conhecimento mais completo para poder problematizar temas desse nível.
Por ultimo quero lhe alertar, caro Renato, para sobre qndo vc disse "só que agora temos televisao, internet, jornais livres". Nao tentando desmerecer as mídias de informaçao, mas elas sao detem a verdade e, menos ainda, o conhecimento. Só com estudos especificos é possivel adiquiri-las. As vias de informaçao de hoje estao, nao sei se poderia dizer, defazadas. Nunca tiveram qualquer compromisso com a "verdade", apenas passar quilos de informaçao crua. Entao, tome cuidado com esses comentarios para nao deixar parecer ingênuo.
Valeu galera!
Permalink Responder até Rogério Fernandes da Silva em 3 novembro 2011 at 19:23
Muito bom seu texto Leonardo, claro como a neve.
Permalink Responder até Renato Mello Tives em 16 maio 2011 at 12:46
eu não entendi nada do que vc escreveu, você deixa a desejar nas sua colocação; dizendo: se as cruzadas fossem como tais, tais o que? Qual é metalidade das cruzadas? O que nos discutimos tem que ter fundamentos baseados no que foi o seu tempo, o srº confundiu mais a sua posição e não deixou nada claro. O que deixou transparecer e a falta de conhecimento de causas, lá do passado quanto a ponte do presente, espero que vc tenha lido com muita atenção o topico.
Permalink Responder até Bruno Leal em 19 janeiro 2012 at 18:09
Renato, acho que a comparação não procede. São atores e tempos históricos completamente diferentes. Não vejo nada em comum.Na verdade, vou até mais longe: acho que esse tipo de comparação pode atrapalhar na compreensão das duas coisas. Então, minha resposta é não. abs!
Permalink Responder até Renato Mello Tives em 26 fevereiro 2012 at 1:33
Desculpe a demora Bruno, faz tempo que nao entrava no cafe historia e fico contente de saber que um dos criadores respondeu meu tema, muito obrigado.
Amigo Bruno se observou direitinho eu fiz uma pergunta, claro com segundas intençoes, vc me parece uma pessoa sensata e inteligente (sem rotulaçoes) preste bem atençao na pergunta e veja com olhos de historiador, faça uma ponte. OS ATORES nao sao os mesmos mas o interesse é. Dominaçãoes, disso ou daquilo, seja ele por intermedio da Igreja ou por intermedio politico-militar, apesar que, a Igreja catolica usava os cavaleiros militares para tomarem o que queriam.
Outra coisa, nao atrapalha nao as comparaçoes, pois somos historiadores e fazemos pontes de comparaçoes o tempo todo, peço desculpas a vc, se fores frequentador assiduo da Igreja, ai nao o vejo como historiador. OLhe bem o interesse dos EUA, primeiro era o Afeganistao de um momento para outro se vira contra o Iraque? Por que? Porque nao a Arabia Saudita ou Kuaite.
Se vc nao ve nada em comum sinto muito. Como historiador que é, sabes muito bem que quando o Homem ganhou o poder de mandar e foram dados adjetivos a ele com rei, faraó, chefe, lider, governante e assim vai,so foi mudado a tecnologia, mas os absurdos continuam os mesmos.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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