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Como vemos a Icencia do Cristianismo

O corpus doutrinal  cristão é constituído por 46 livros judaicos ( o Antigo Testamento), e 27 livros  escritos por 4 evangelistas ( o Novo Testamento). Estes últimos foram escritos entre o ano 70 e 100, baseados em versões orais que corriam sobre a vida e os ensinamentos de Cristo. 

Os escritos judaicos são de três tipos: Um primeiro grupo, constituído por 5 livros, correspondem à Tora (Génese, Êxodo, Levítico, Números e Deutorónimo); Um segundo grupo reúne os livros do profetas, que interpretam a história sagrada de Israel. O ultimo grupo é constituído por cânticos, provérbios, orações, histórias morais diversas, etc. 

Foi Jerónimo que por volta do ano 382 traduziu para o latim os textos judaicos, dando origem a uma versão da Biblia denominada Vulgata. Esta tradução foi baseado numa tradução que fora feita, entre o século III e I a.C, do hebreu para o grego, conhecida por Biblia dos Setenta.

O evangelho de Marcos foi escrito por volta do ano 70, servindo de base para os evangelhos de Mateus e Lucas. O evangelho de de João e outras escritos provém de uma comunidade Síria, perseguida pela Sinagoga.

O número de escritos que foram consagrados na Biblia cristã só foi definitivamente estabelecido no século IV. A Igreja do Oriente não aceitou contudo a inclusão do Apocalipse e outros textos judaicos que constam na Vulgata, mas não da Bíblia dos Setenta.

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Comentário de ISRAEL SÉRGIO Marques em 1 março 2013 às 19:53

Logo o Cristianismo romano tera um novo Lider com uma tarefa dificil e proveitosa para muitos Cardeais espalhados pelo Mundo que terao uma boa parte na escolha do Sumo Pontifice

Israel.Sergio

 

Comentário de ISRAEL SÉRGIO Marques em 15 fevereiro 2013 às 20:51

Hoje tive uma noticia  o lider actual do Cristianismo Romano tomou uma decisao perante o mundo dos média que o levara a uma vida mais liberal e uma fonte de apoio para o seu sucessor na liderança deste credo bem hajam

israel.marques 

Comentário de ISRAEL SÉRGIO Marques em 12 setembro 2012 às 17:05
 Como vemos um elemento do Cristianismo
Um cristão seguro é um cristão ativo. Paulo  disse aos cristãos de Tessalônica: “O nosso evangelho não chegou até vós  tão-somente em palavra, mas, sobretudo, em poder, no Espírito Santo e em plena  convicção” (1 Ts 1.5). O evangelho foi abençoado em Tessalônica de modo que  houve muita convicção. E Paulo acrescentou: “De sorte que vos tornastes o modelo  para todos os crentes na Macedônia e na Acaia. Porque de vós repercutiu a  palavra do Senhor não só na Macedônia e Acaia, mas também por toda parte se  divulgou a vossa fé para com Deus, a tal ponto de não termos necessidade de  acrescentar coisa alguma” (v.7-8). Quão admirável! Aqueles cristãos,  recém-convertidos, repercutiram a Palavra de Deus; ou seja, eles evangelizaram.  Assim, quando Paulo chegou à região deles, descobriu que a Palavra de Deus já  estava ali. Essas pessoas se mostraram zelosas por Deus, porque estavam seguras  de sua Salvação.
Um cristão que não possui segurança raramente  se interessa por boas obras. Em vez disso, seu vigor espiritual é consumido em  questionar se é salvo ou não. Quando essa dúvida não é resolvida, a pessoa fica  incerta quanto a ajudar os outros no serviço do Senhor. Como o disse J. C. Ryle: “O crente ao qual falta uma firme esperança passa grande parte do seu tempo  sondando o próprio coração acerca de seu próprio estado de alma. Tal como uma  pessoa nervosa e hipocondríaca, ele encherá a cabeça com as suas próprias  indisposições, com as suas próprias dúvidas e perguntas, com seus próprios  conflitos e corrupções. Em suma, tal crente ficará com freqüência tão absorvido  com seus conflitos íntimos que pouco tempo lhe restará para outras coisas e para  trabalhar para Deus” (“Segurança”, em Santidade sem a qual Ninguém Verá o  Senhor.
Ás vezes, pensamos que nosso propósito aqui na  terra é somente achar a salvação; uma vez que somos salvos, temos pouco a fazer  até chegarmos ao céu. A conversão é vista como um fim em si mesmo. Mas isso não  é verdade. Somos convertidos para cumprir um propósito: servir a Deus no mundo.  1 Pedro 2.9 nos diz por que Deus resolveu converter pessoas: “Vós, porém, sois  raça eleita, Sacerdócio Real, nação Santa, povo de propriedade exclusiva de  Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a  sua maravilhosa luz”. Deus nos converte para que proclamemos as suas virtudes.  Somos convertidos para servir a Deus e ao nosso próximo. Se nos falta segurança,  nosso servir a Deus não será entusiasta.
Israel.Sergio
Comentário de ISRAEL SÉRGIO Marques em 5 agosto 2012 às 13:05

http://youtu.be/QYOa4RWCxKw Um pouco da historia da igreja cristã

Comentário de ISRAEL SÉRGIO Marques em 11 julho 2012 às 16:44

O tema sera polemico ou eu sou mau neste grupo pois comentarios e coisa que nao vejo por enquanto

Comentário de ISRAEL SÉRGIO Marques em 23 junho 2012 às 8:49
Nas Catacumbas se reuniam os seguidores de O CRISTO e la Houviam as escrituras transmitidas oralmente e mais tarde escritas em livros separados uns dos outros .
Catacumba Romana.Catacumbas eram os locais que serviam de cemitério subterrâneo aos primeiros aderentes do cristianismo, para quem a fé se baseava na esperança da vida eterna após a morte. Catacumba foi um termo retirado de uma das tumbas mais conhecidas e visitadas de Roma, a de São Sebastião ad Catacumbas, a partir desse momento a palavra passou a ser usada para designar todos os cemitérios cristãos subterrâneos. Nos primeiros 200 anos da nova religião, antes de Constantino, é provável que tenham existido vários centros artísticos com estilos artísticos próprios, como Alexandria e Antioquia, mas é em Roma que se revelam as primeiras pinturas murais em catacumbas. É nesta constante aspiração ao Paraíso que o ritual funerário do enterro, e a consequente manutenção da sepultura, vai ser o elemento chave das primeiras representações da arte cristã.
As catacumbas de Roma serviram de local de sepultamento para os cristãos de Roma, antes do Édito de Milão. Ainda hoje algumas catacumbas estão abertas para turistas.
Catacumba.Uma das catacumbas mais visitadas em todo o mundo é Catacumba de São Calisto. Fica na região central de Roma, Itália. Conta-se que vinte mil pessoas estão enterradas lá. Ela ocupa cerca de cinco andares abaixo da terra. Mais de vinte quilómetros (20Km) de corredores levam aos diversos túmulos, onde descansam os corpos de pessoas que viviam na época de Jesus Cristo. Os autocarros não podem circular próximo ao local por causa do perigo de desmoronamento. As catacumbas mais famosas são as de São Calisto e a de Santa Priscila.
As catacumbas foram construídas ao longo das estradas romanas, como a via Appia, via Ostiense, via Labicana, via Tiburtina e via Nomentana. Existiram também em Roma catacumbas hebraicas, como a da Vigna Randanini e Villa Torlonia.
Israel.Marques
Comentário de ISRAEL SÉRGIO Marques em 23 junho 2012 às 8:39
esta e a ideia que temos documentada sobre o Cristianismo
O Cristianismo nasceu e desenvolveu-se dentro do quadro político-cultural do Império Romano. Os cristãos, inicialmente perseguidos pelo Sinédrio, depressa se desvincularam da Sinagoga, o cristianismo desde as suas origens, foi universal, aberto aos gentios, e estes foram declarados livres das prescrições da Lei Mosaica. O universalismo cristão manifestou-se desde os primórdios da Igreja em contraposição ao caráter nacional da religião judaica. Fugindo da perseguição em Jerusalém os discípulos de Jesus chegaram a Antioquia da Síria, uma das principais metrópoles do Oriente naquele tempo. Alguns destes discípulos eram de origem helênica, de mentalidade mais aberta que os judeus da palestina e começaram a anunciar o Evangelho aos gentios.

Foi em Antioquia que o universalismo da Igreja mostrou-se concretamente uma realidade e foi nesta cidade que pela primeira vez os seguidores de Cristo começaram a ser chamados de cristãos. Nestes primeiros séculos a penetração cristã foi um fenômeno muito mais urbano que rural.
Comentário de ISRAEL SÉRGIO Marques em 23 junho 2012 às 8:32
A breve História do Cristianismo


O cristianismo é uma das chamadas grandes religiões. Tem aproximadamente 1,9 bilhão de seguidores em todo o mundo, incluindo católicos, ortodoxos e protestantes. Cristianismo vem da palavra Cristo, que significa messias, pessoa consagrada, ungida. Do hebraico mashiah (o salvador) foi traduzida para o grego como khristos e para o latim como christus.
A doutrina do cristianismo baseia-se na crença de que todo o ser humano é eterno, a exemplo de Cristo, que ressuscitou após sua morte. A fé cristã ensina que a vida presente é uma caminhada e que a morte é uma passagem para uma vida eterna e feliz para todos os que seguirem os ensinamentos de Cristo.
Os ensinamentos estão contidos exclusivamente na Bíblia, dividida entre o Antigo e o Novo Testamento.
O Antigo Testamento trata da lei judaica, ou Torah. Começa com relatos da criação e é todo permeado pela promessa de que Deus, revelado a Abraão, a Moisés e aos profetas enviaria à Terra seu próprio filho como Messias, o salvador.
O Novo Testamento contém os ensinamentos de Cristo, escritos por seus seguidores. Os principais são os quatro evangelhos ("mensagem", "boa nova"), escritas pelos apóstolos Mateus, Marcos, Lucas e João. Também inclui os Atos dos Apóstolos (cartas e ensinamentos que foram passados de boca em boca no início da era cristã, com destaque para as cartas de Paulo) e o Apocalipse.
O nascimento do cristianismo se confunde com a história do império romano e com a história do povo judeu. Na sua origem, o cristianismo foi apontado como uma seita surgida do judaísmo e terrivelmente perseguida.
Quando Jesus Cristo nasceu, por volta do ano 4 AC, na pequena cidade de Belém, próxima a Jerusalém, os romanos dominavam a Palestina. Os judeus viviam sob a administração de governadores romanos e, por isso, aspiravam pela chegado do Messias (criam que seria um grande homem de guerra e que governaria politicamente), apontado na Torá (VT)como o enviado que os libertaria da dominação romana.
Até os 30 anos Jesus viveu anônimo em Nazaré, cidade situada no norte do atual Israel. Aos 33 anos seria crucificado em Jerusalém e ressuscitaria três dias depois. Em pouco tempo, aproximadamente três anos, reuniu seguidores (os 12 apóstolos) e percorreu a região pregando sua doutrina e fazendo milagres, como ressuscitar pessoas mortas e curar cegos, logo tornou-se conhecido de todos e grandes multidões o seguiam.
Mas, para as autoridades religiosas judaicas ele era um blasfemo, pois autodenominava-se o Messias. Não tinha aparência e poder para ser o o líder que libertaria a região da dominação romana. Ele apenas pregava paz, amor ao próximo. Para os romanos, era um agitador popular.
Após ser preso e morto, a tendência era de que seus seguidores se dispersassem e seus ensinamentos fossem esquecidos. Ocorreu o contrário. É justamente nesse fato que se assenta a fé cristã. Como haviam antecipado os profetas no Antigo Testamento, Cristo ressuscitou, apareceu a seus apóstolos (Apóstolo quer dizer enviado.) que estavam escondidos e ordenou que se espalhassem pelo mundo pregando sua mensagem de amor, paz, restauração e salvação.

O cristianismo firmou-se como uma religião de origem divina. Seu fundador era o próprio filho de Deus, enviado como salvador e construtor da história junto com o homem. Ser cristão, portanto, seria engajar-se na obra redentora de Cristo, tendo como base a fé em seus ensinamentos.
Rapidamente, a doutrina cristã se espalhou pela região do Mediterrâneo e chegou ao coração do império romano.

A difusão do cristianismo pela Grécia e Ásia Menor foi obra especialmente do apóstolo Paulo, que não era um dos 12 e teria sido chamado para a missão pelo próprio Jesus. As comunidades cristãs se multiplicaram. Surgiram rivalidades. Em Roma, muitos cristãos foram transformados em mártires, comidos por leões em espetáculos no Coliseu, como alvos da ira de imperadores atacados por corrupção e devassidão.
Em 313, o imperador Constantino se converteu ao cristianismo e concedeu liberdade de culto, o que facilitou a expansão da doutrina por todo o império. Antes de Constantino, as reuniões ocorriam em subterrâneos, as famosas catacumbas que até hoje podem ser visitadas em Roma.
O cristianismo, mesmo firmando-se como de origem divina, é, como qualquer religião, praticado por seres humanos com liberdade de pensamento e diferentes formas de pensar.
Desvios de percurso e situações históricas determinaram os rachas que dividiram o cristianismo em várias confissões (as principais são as dos católicos, protestantes e ortodoxos).
O primeiro grande racha veio em 1054, quando o patriarca de Constantinopla, Miguel Keroularios, rompeu com o papa, separando do cristianismo controlado por Roma as igrejas orientais, ditas ortodoxas. Bizâncio e depois Constantinopla (a Istambul de hoje, na Turquia), seria até 1453 a capital do império romano do Oriente, ou Império Bizantino.
O império romano do Ocidente já havia caído muito tempo antes, em 476, marcando o início da Idade Média. E foi justamente na chamada Idade Média, ainda hoje um dos períodos mais obscuros da história, que o cristianismo enfrentou seus maiores desafios, produzindo acertos e erros.
Essa caminhada culminou com o segundo grande racha, a partir de 1517. O teólogo alemão Martinho Lutero, membro da ordem religiosa dos Agostinianos, revoltou-se contra a prática da venda de indulgências e passou a defender a tese de que o homem somente se salva pela fé.
Lutero é excomungado e funda a Igreja Luterana. Não reconhece a autoridade Papal, nega o culto aos santos e acaba com a confissão obrigatória e o celibato dos padres e religiosos. Mas mantém os sacramentos do batismo e da eucaristia.
Mais tarde, a chamada Reforma Protestante deu origem a outras inúmeras igrejas cristãs, cada uma com diferentes interpretações de passagens Bíblicas ou de ensinamentos de Cristo.Outras levantadas pelo próprio Espírito Santo, dão continuidade aos propósito do Senhor Deus.
Israel.Marques
Comentário de ISRAEL SÉRGIO Marques em 3 junho 2012 às 19:08

                Comentário de israel SÉRGIO Marquesagora mesmo          

Nos Evangelhos, as Epístolas de São Paulo e os escritos dos outros apóstolos é onde devemos ir para encontrar a essência do cristianismo. E nesses documentos primeira coisa óbvia é a dignidade superior, transcendental e divina de Jesus Cristo. Ele é o Messias anunciado pelos profetas enviados por Deus aos homens, o Filho divino plenipotenciário de Deus e Deus com o Pai. E é o próprio Jesus que se dedica confirma antigas profecias e personalidade transcendente do presidente divino Filho de Deus com grandes milagres.

Tem autoridade para perdoar pecados: "Para você ver, então, que o Filho do homem tem poder para perdoar pecados, levanta-te e anda" - disse ao paralítico. E este poder é delegado aos seus discípulos mais tarde: "Se você perdoar os pecados que você, eles estão perdoados, e você não perdoar, são retidos" ( João , XX, 23).

Com esta personalidade e com estes poderes, conjuntos e promulga a nova lei, o grande Evangelho: "Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos céus Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra Bem-aventurados os mansos.. eles serão consolados. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. Bem-aventurados os puros de coração porque eles verão a Deus. "( Mateus , VI, 7-18). E pedir-lhe com confiança: "Se vós, sendo maus, sabeis dar suas coisas para os filhos, quanto mais o Pai celestial deles para você, se eles pedirem?" ( Mateus , VII, 11).

Durante três anos de vida pública de Jesus tinha vindo a preparar um grupo de discípulos que estavam a ser preferidos, após o abate, os seguidores de seu trabalho. Esses discípulos tiveram que confiar a guarda de sua doutrina e, especialmente, Simão, chamado depois de Pedro, a quem ele se dirige com as palavras: "Eu te digo que tu és Pedro (pedra) e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, você dar-lhe as chaves do reino dos céus, e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tu desligares na terra será desligado nos céus "( Mateus , XVI, 18-20). E depois de sua ressurreição, perto do lago Tiberíades, entrega e Pedro, depois de uma declaração triplo do amor de sua parte, os poderes sobre o rebanho de Cristo: "Apascenta os meus cordeiros", "Apascenta as minhas ovelhas" ( João , XXI, 15-18). E no momento de sua ascensão ao céu, diz que a partir daquele momento será a seus apóstolos ou mensagem: "Como o Pai me enviou eu vos envio Ide, pois, em todo o mundo e pregai o. Evangelho a todas as nações. Quem crer e for batizado será salvo, quem não crer será condenado "( Mateus , XVI, 15-16). Com estas palavras, Jesus é a Igreja Católica.

Referencia: Cristianismo, breve reseña y descripción © Apocatastasis.com: Literatura y Contenidos Seleccionados

Os meus agradecimentos aos amigos Espanhois que me facultaram este texto da ecencia de Cristianismo.

ISRAEL:MARQUES

Comentário de plebéia em 23 maio 2012 às 19:15

o resumo da lei. é essencial.

 

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