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Che Guevara

Ernesto Guevara Linch de La Serna. Exemplo de luta, de ser humano e de revolucionário no mundo. Espaço dedicado para debate sobre o Che.

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Comentário de João Roberto Laque em 18 abril 2013 às 23:10

UM LIVRO DE HISTÓRIA IMPRESCINDÍVEL PARA VOCÊ,

AMIGO DO CAFÉ HISTÓRIA.

MAS É SÓ ATÉ AMANHÃ

PARA CONHECER MELHOR A OBRA ACESSE

www.osanosdechumbo.blogspot.com.br

ABRAÇÃO.

Comentário de João Roberto Laque em 13 dezembro 2011 às 15:49

Pessoal,

sou autor de um livro sobre os Anos de Chumbo no Brasil a partir da ótica da guerrilha.

Inclusive, em 8 de outubro de 67, o personagem principal do livro marcou a execução dum capitão norte-americano em São Paulo pra comemorar o primeiro ano da morte de Chê Guevara.

Coma instalação da Comissão da Verdade este é um tema que deve borbulhar na mídia e na mão dos historiadores nos próximos dois anos. 

A propósito, tenho um lote pra queimar com os amigos do Café História até o Natal.

Faça um tour pelo conteúdo do livro e veja a promoção clicando em

http://www.promocaoparacafehistoria.blogspot.com/
Comentário de Brancaleone em 16 julho 2011 às 22:01

A atitude hipocritamente correta que se transforma no patrulhamento do pensar faz com que determinados comentários sejam considerados criminosos. Por aberrações assim é que comentar determinados fatos da atualidade ou da nossa história recente desencadeia reações duma minoria ruidosa, raivosa e havida por revanche.

Sou de certa maneira teimoso e não me acomodo facilmente e por isso toco em certas feridas já sabendo que “o bicho vai pegar” e por isso sei que argumentar sobre o regime militar vai incomodar alguns.

Imagine-se em  1966 ou 67 -   voce é pai de família,  classe média ou faltando muito pouco para ser classe média. Tem sua casinha própria ou consegue pagar  aluguel  num lugarzinho decente. Tem um emprego razoável. Tem um fusquinha 1200 ano 61 ou um Gordini  ou até uma Vemaguete usados e  graças a um bom rádio de ondas curtas e por ler jornais com razoável freqüência  sabe o que acontece pelo mundo, especialmente em lugares longínquos como Cuba, China, Rússia, Hungria, Tchecoslováquia e similares.

Voce sabe que nestes lugares aconteceram  mudanças radicais de forma de governo e que  nestes países existem  cartões de racionamento,  relocações de populações inteiras, coletivizações forçadas,  eleições nem pensar, imprensa livre muito menos e até o direito de ir e vir  acabou-se ou seja,   ditadura pura e simples e  não importa de que ideologia.

Voce também fica sabendo que no Brasil  tem gente querendo instalar aqui  governos inspirados nos países que citei ou seja, você concluirá que vai acontecer aqui o que acontece lá.

Voce pode até pensar que  aqui no Brasil poderia ser diferente. Que a forma de governo pretendida pela esquerda brasileira vai  ser exercida por anjos ou semideuses lindos, puros, honestos e justos e que a degeneração ideológica que aconteceu naquelas países citados lá atrás  jamais vai acontecer na terra do Pau Brasil.  Mas você rapidamente conclui que a nossa esquerda é composta de seres humanos e que o idealismo inicial vai  mesmo resultar no que você sabe que acontece na URSS, Cuba, Cambodja, etc. etc. etc.

Voce é claro vai preferir que fique como está e que alguém tem que fazer alguma coisa para que esta conversa de “proletários no poder” , de “ extinguir a propriedade” e de “coletivização dos meios de produção”  fique mesmo lá pros estrangeiros que foram burros o suficiente para cair nesta conversa fiada e já que os milicos nacionais estão resolvendo do jeito deles, menos mal...

De volta a 2011...

Claro que não estou justificando os assassinatos resultantes da tortura. Morte sob tortura alem de ser covardia abjeta é uma tremenda incompetência. Torturador é torturador e pronto.  Pode até ser anistiado mas anistia não é esquecimento. Esquecer  erros históricos é correr-se o sério risco de repeti-los. Já os “rebeldes” que pegaram em armas e morreram, estes fizeram a opção de matar ou morrer.  Foram lutadores, foram guerreiros e perderam (mal treinados, mal armados mas vá lá...) Quanto aos que  buscaram “ asilo” – eufemismo para  fugir -  em Londres ou Paris demonstraram que  eram comunistas mas não eram burros e nem puseram os pés em países comunistas...  .Estes  “comunistas” exilados concluíram que comunismo era bom para o Brasil mas para eles o bom mesmo era Londres ou  Paris...

Tambem sei que a realidade brasileira dos anos 60 e 70  incluía o coronelismo, latifundiários, pobreza, e  com certeza eram necessárias mudanças políticas e  econômicas mas daí descambar para  a degenerância  ideológica da esquerda  que existia  já era demais!!!!

Tudo o que eu escrevi é para mostrar que do ponto de vista de muita, mas muita  gente mesmo, 64 foi uma boa e que de certa maneira a esquerda brasileira da época ou se julgava sobrehumana e não olhava o próprio rabo ( aqueles países já citados) ou achava que a população brasileira era composta de  imbecis.

Não foi a censura da imprensa, nem o silenciamento das vozes da esquerda e muito menos o aparato repressor que impediram a imposição de governos de esquerda no Brasil.  Claro que estes fatores contribuíram  e  muito mas,  creio que a realidade inegável dos exemplos dos regimes de esquerda existente na época  eram eloqüentes o suficientes para evitar-se a todo custo que coisa semelhante acontecesse  por aqui.

E por favor,  não me venham com ofensas baratas, me chamando de “filhote da ditadura”, “de rato da rua Tutóia” ou de “aposentado do CCC”.  Como bem disse o Millor, “Livre pensar é só pensar”

Comentário de Brancaleone em 21 abril 2011 às 22:41

Impressiona como a passionalidade ideológica cria mitos, heróis e bandidos.

Eu sempre tive cá com meus botões (mais um zipper e um velcro...) a certeza de que muitos dos meus heróis  foram sim safados, vigaristas, ladrões, corruptos e alguns até mesmo assassinos quase genocidas mas como foram muitos úteis a causa,  relevo estes pequenos deslizes...

Infelizmente a imensa maioria pensa diferente e vê apenas e tão sómente guerreiros heróicos, de ilibada conduta e saber notório, ignorando que os heróis são humanos e na maioria das vêzes, meros títeres nas hábeis mãos dos outros...

 

 

Comentário de Eduardo Lima de Medeiros em 21 abril 2011 às 18:11

Fidel Castro: A História me absolverá!

 

 

Esta semana tivemos a notícia da saída de Fidel Castro do Comitê Central do Partido Comunista Cubano. Ele foi o principal líder da Revolução Cubana de 1959 que derrubou a ditadura de Fulgêncio Batista, aliado dos EUA, e instaurou um regime comunista no país. Desde então, sua vida e seu governo geram polêmicas e discussões acaloradas, seja em cátedras universitárias, seja em tópicos do Twitter. Admirado por parte da Esquerda, visto com desconfiança por outra parte. E odiado incondicionalmente pela Direita. A verdade é que Cuba seria apenas mais uma ilha do Caribe, eterno lago dos norte-americanos, se não fosse por ele. Ainda é cedo para dizer como será Cuba sem Fidel. Como ficará Cuba após as reformas de Raul Castro. Modelo chinês? Fim do socialismo? Tudo continuará como antes? Ou Cuba seguirá seu próprio caminho? Com certeza a História, essa dama misteriosa que nunca diz para onde vai, pode nos reservar grandes e inusitadas surpresas. Veremos!

 

Continue lendo no link: 

http://www.comunistas.spruz.com/pt/Fidel-Castro-A-Histria-me-absolv...

Comentário de Miriam C.Neto em 10 abril 2011 às 15:10
CHE GUEVARA
Ernesto Guevara Lynch de La Serna, o Che Guevara, nasceu no dia
14 de junho de 1928 em Rosário, na Argentina, de família rica, formou-se em
Medicina.
Che foi um dos poucos revolucionários que conseguiu viver
intensamente, coerente o cotidiano, tudo o que pensava. Importante para a história,
buscando viver na sociedade justa, tendo suficiente capacidade de indignação para
rebelar diante de qualquer circunstância. Para ele, poderia ser um revolucionário,
aquele que lutasse contra a injustiça, opressão imposta pela sociedade.
Para garantir lucros das empresas norte-americanas instaladas na
ilha, os Estados Unidos controlava a economia cubana e financiava governos
corruptos, exercidos por ditadores que desrespeitavam todos os direitos da
população enquanto atendiam aos interesses dos Estados Unidos. Contra esses
abusos, formou-se na década de 1950 um movimento para depor o ditador
Fulgêncio Batista. Liderado por Fidel Castro, Camilo Cienfuegos e Ernesto Che
Guevara, a guerrilha conquistou apoio popular.
O movimento começou com um grupo de guerrilheiros que,
escondidos na selva da Sierra Maestra, montaram um corpo armado que foi
denominado de Exército Rebelde. Com o apoio da população local, os rebeldes
impuseram várias derrotas às tropas governamentais, esse confronto durou até
1959. Aconteceu uma crise com os Estados Unidos, o governo norte-americano
descobriu que Cuba possuía mísseis nucleares e passou a exigir que fossem
desmontados. Houve ameaça de invasão e o mundo chegou próximo de uma guerra
nuclear. Os soviéticos recuaram e sem acordo com os cubanos, decidiram retirar os
mísseis da ilha. Fidel Castro e Che Guevara sentiram-se traídos pelos russos. Che
foi indicado para ser Ministro da Indústria, querendo uma industrialização rápida e
centralização da economia, houve conflitos com soviéticos que defendiam uma Cuba
não industrial que se concentrasse na produção de açúcar. Ele visitava as fábricas e
canaviais, incentivador do trabalho voluntário.Presidente do Banco Central,
5
representou o governo e o povo cubano em muitos países.
Não se adaptou na função de Ministro de Estado, e acabou pedindo
para ser substituído no cargo. Uma vez no poder, o governo de Fidel Castro realizou
a reforma agrária distribuiu a terra aos camponeses, nacionalizou fábricas, Bancos e
propriedades estrangeiras. Essas reformas radicais despertaram grande oposição
por parte dos Estados Unidos, que proibiram os cidadãos norte-americanos de
realizar qualquer comércio com Cuba e estimularam outros países a fazerem o
mesmo.
Com o final da Segunda Guerra Mundial começou movimentos
estudantis de protesto contra governo argentino onde Che Guevara protestou, viajou
de motocicleta para conhecer a situação política social e econômica da América
Latina. Visitou várias regiões carentes com péssimas condições de vida das
camadas mais pobres. Casou-se por duas vezes, onde em seu primeiro casamento
teve uma filha e no segundo, três. Em 1961 visitou o Brasil e foi condecorado pelo
Presidente Jânio Quadros, com a Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul. Dias depois,
sob forte pressão da direita, o Presidente Brasileiro renunciaria, abrindo crise política
e militar que conduziu o país a beira de uma guerra civil.
Porém, apesar de ter sido um guerrilheiro, determinado a excluir de
seu meio o inimigo, ajudou pessoas esquecidas por governantes, famílias que
passavam dificuldades, sofridas pelas doenças que os debilitavam e Che Guevara
com seu conhecimento em Medicina, cuidava das enfermidades sem obter dinheiro
por isso, e sim reconhecimento do povo.
Ele era solidário e acreditava que para alguém dar uma ordem de
serviço, precisava realizar primeiro, para haver progresso, todos deveriam se unir,
tendo sociedade mais justa, trabalhando para alcançar a vitória, havendo trabalho
voluntário. Organizou muitos mutirões para resolver problemas concretos da
população, limpeza pública, construção de moradias populares, defesa da Pátria,
onde forças armadas dos Estados Unidos invadiram Cuba, fato este conhecido por
Bahia dos Porcos, ocorrido entre três dias, onde o povo se organizou com armas e
prendeu todos os invasores. Para solucionar as questões necessárias, estava
sempre junto ao povo.
O fato de ter deixado o poder em Cuba para vir a morrer nos confins
da selva boliviana, tornou Che um símbolo de determinação e coragem, respeitado
até por aqueles que não compartilham das idéias socialistas. Sua imagem passou a
6
representar a rebeldia, o conformismo e a liberdade da juventude,
independentemente de concepções políticas e ideológicas.
O herói é o que diz por onde as demais pessoas devem seguir.
Portanto precisam de heróis os que não sabem dirigir a si mesmos ou, no caso das
nações, se governar. Os heróis surgem em momentos de crise, em que o futuro é
incerto e o passado irremediavelmente perdido. E os heróis ganham esse título ao
morrerem em combates, como foi dito que ocorreu com Che, embora tenha sido
capturado e morto.
Foi um grande aventureiro, gostava de viver a liberdade, hoje é uma
lenda, herói por ter morrido, tocou profundamente o quadro político e social do
mundo através de suas atitudes, herói por não se calar diante do que não
concordava.
Comentário de Mauro Sergio em 30 março 2011 às 14:22

 

http://cafehistoria.ning.com/group/iconografia?xg_source=activity

 

a iconografia como fonte para produçao historiografica...

participem .

abraços a todos!!!
Comentário de Adolpho Ferreira em 19 junho 2010 às 12:27
Nesta última segunda-feira, dia 14 de junho, Che completaria 82 anos. Pequena homenagem reproduzida em:
http://sindicalismomilitante.blogspot.com/2010/06/82-anos-do-nascim...
Comentário de Edson Fernando da Silva em 26 maio 2010 às 14:47
Um amor revolucionário...
Comentário de Edson Fernando da Silva em 26 maio 2010 às 14:47
Comandante Che Guevara!

Hasta la victoria y siempre.
 

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O historiador Fábio Koifman (UFRRJ) conta ao Café História como transformou mais de sete mil documentos em uma pesquisa histórica bem sucedida e conversa sobre outros assuntos, como a sua relação com os arquivos no Brasil

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Somos tão jovens

Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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