Dos filmes obrigátorios em sala de aula.
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Muito linda, sua poesia, Odésio.
Comentário de ODÉSIO em 10 maio 2011 às 19:57 Oi, Nathalia.
Há muito tempo compus uma poesia sobre o maior gênio do cinema e gostaria que todos apreciassem esta singela homenagem. Ei-la, abaixo:
O SORRISO DE CHAPLIN
Autoria: Odésio
... E só um palhaço conheceu o sorriso!
Parece que foi um dom divino
Ao mais nobre coração
Que cantou com louvor este hino
De paz, fraternidade e amor,
Tal como queria o arlequim paladino.
... E foi Carlitos quem inventou o sorriso!
No interior de seu chapéu
Abrigava a humildade dos vagabundos,
Continha a ingenuidade dos anjos do céu,
Via-se a sinceridade dos seres profundos
E a coragem dos pobres ao léu.
... E não foi preciso patentear o invento!
– O mundo todo já conhecia seu criador.
Aos poucos, a alegria encaminhou-se ao vento
Que dispersava qualquer tristeza ou dor,
Por causa do andar lento
De um palhaço de bengala rústica,
Que usava um pequeno bigode mágico
A encantar e fazer chorar multidões...
... E não foi em vão o seu intento!
Enquanto houver ódio e guerra,
Injustiça e miséria, mentira e sofrimento,
Bomba sanguinolenta que vidas enterra,
Surgirão cavaleiros da esperança
No universo restrito da Terra,
Guiados pelo grande Lancelot do cinema,
Carlitos – o palhaço do sorriso.
Comentário de ODÉSIO em 9 maio 2011 às 19:40
Comentário de raniel morais lima em 27 janeiro 2011 às 18:25
Comentário de Elizeu Andrade Filho em 2 agosto 2010 às 16:17
Comentário de Sofia Andreazza em 22 maio 2010 às 21:13
Comentário de Jenifer Alves em 23 abril 2010 às 8:26
Comentário de Prof Rafael José de Campos Pinto em 17 abril 2010 às 17:11
Comentário de Thaís Vilela Mendes em 11 março 2010 às 15:48 Bem-vindo (a) ao
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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