CENSURA- A censura na história.

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CENSURA- A censura na história.

A censura é válida ? Inquisição, repressão, ditaduras. Qual o papel do censor na história, em que isso afeta a humanidade? - Ocultar a verdade pode ser benéfico ?

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Última atividade: 19 Abr

A censura na história

A censura é tão antiga quanto a sociedade humana. Mas para algumas pessoas ela representa a violação do direito de livre expressão; para outras representa um instrumento necessário à defesa dos princípios morais.
A censura existe, de alguma forma, em todas as comunidades humanas, presentes ou passadas e em qualquer parte do mundo.
De forma política, moral ou religiosa, a censura baseia-se em certos princípios reunidos em uma ideologia pré definida que orienta sua atividade fiscalizadora e/ou repressora. No entanto, em alguns casos, ela tem servido para encobrir interesses particulares de pessoas ou de grupos.
Exerce-se a censura por meio do exame e da classificação do que se considera imoral, crime, pecado, heresia, subversão ou qualquer outro ato suscetível de supressão e/ou punição exemplar.
Do ponto de vista da forma pela qual é exercida, a censura pode ser preventiva, repressiva e indireta. Censura prévia ou preventiva é o direito que tem o governo de exercer vigilância sobre a publicação de livros ou periódicos, assim como da encenação de peças teatrais, fora da intervenção dos tribunais. Em muitos países, no entanto, a censura ao texto impresso é feita após a publicação, de acordo com o princípio segundo o qual o cidadão deve assumir a responsabilidade de seus atos. Nesses casos, a censura chama-se punitiva ou repressiva.
Estudos sociológicos mostram que o maior rigor da censura, do ponto de vista da moral sexual, coincide com a ascensão política da classe média, possivelmente porque essa supremacia só se mantém pelo trabalho e dos hábitos morigerados, virtudes que seriam abaladas pelo maior relaxamento sexual. Já a aristocracia, quando está no poder, não dá a mesma importância a esse aspecto.
A Grécia antiga foi a primeira sociedade a elaborar uma justificativa ética para a censura, com base no princípio de que o governo da pólis (cidade-estado) constituía a expressão dos desejos dos cidadãos, e que portanto podia reprimir todo aquele que tentasse contestá-lo. Mesmo na sociedade ateniense, mais liberal, alguns delitos de opinião podiam ser punidos com a morte, como prova a execução de Sócrates, obrigado a beber cicuta ao ser condenado por irreligiosidade e corrupção dos jovens. O respeito a alguns princípios de ordem parecia tão arraigado na sociedade de Atenas, que até mesmo Platão, discípulo de Sócrates, defendia a censura como um dos requisitos essenciais ao governo.
Durante todo o período medieval as autoridades eclesiásticas impuseram uma rígida concepção do mundo, com base em princípios que se queriam eternos e imutáveis. Os tribunais do Santo Ofício exerciam uma censura de caráter moral, político e religioso, sendo os réus submetidos a torturas, a longos períodos de prisão ou à morte na fogueira.
Depois da Reforma Cristã Protestante, o clima geral de intransigência religiosa, tanto nos países católicos quanto nos protestantes, deu ensejo ao recrudescimento das práticas repressoras. A Igreja Católica publicou, durante o Concílio de Trento, o Index librorum prohibitorum, relação de obras cuja leitura era terminantemente proibida aos fiéis. Nos países protestantes, as proibições não se limitavam aos livros católicos, mas também aos de outras igrejas reformadas. Na Grã-Bretanha, por exemplo, o anglicanismo oficial reprimiu severamente a defesa pública do puritanismo.
No mundo moderno alguns fatores impuseram várias modificações no conceito de censura. Tal processo foi fruto de um longo trabalho de educação que permitiu um espírito crítico mais aguçado; a disseminação de obras, desde as artísticas às de informação, como as enciclopédias, diminuíram o grau de desinformação e minimizaram superstições e preconceitos.
Mesmo assim, o século XX assistiu ao nascimento e derrota de regimes tragicamente autoritários, em que a censura teve uma atuação patológica pelo rigor com que foi exercida e pela virulência de seus princípios. Assim ocorreu na Europa, com o governo nazista na Alemanha, fascista na Itália, franquista na Espanha e salazarista em Portugal.
* Em nome do socialismo, a União Soviética e todos os países do bloco socialista, assim como Cuba, China e demais países socialistas da Ásia, adotaram uma censura tão rigorosa e obscurantista quanto a do fascismo e nazismo. O movimento da contracultura e pelos direitos civis, nascido nos Estados Unidos e disseminado em todo o mundo, trouxe uma mudança radical de padrões e valores, que muito contribuiu para o desprestígio da censura e o fortalecimento da democracia.
No Brasil, a não ser por breves períodos, a censura acompanhou de perto nossa história desde o período colonial. A Igreja Católica chegou a instituir as visitações do Santo Ofício em Pernambuco e Bahia, com as famosas confissões obrigatórias, em que se valorizavam sobretudo os pecados de natureza sexual e religiosa.
Na república, a repressão agravou-se no governo Vargas, em que a censura prévia determinava até mesmo o noticiário. Com a queda da ditadura e a derrota do nazifascismo, a censura retraiu-se, chegando ao mínimo no governo de Juscelino Kubitschek, fase mais liberal de toda a história brasileira até aquela data. Mas o governo militar instituído em 1964 trouxe de volta os exageros da censura, que chegou a proibir a exibição do balé Bolshoi e a venda das gravuras eróticas de Picasso. A constituição de 1988 aboliu totalmente a censura.

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Comentário de Dima Madureira em 19 abril 2013 às 19:18

Toda mentira deve ser combatida

Entrevista com um dos mais importantes autores revisionistas, o suíço Jürgen Graf. “Para que os povos europeus se tornem minorias em seus próprios países, sua auto-estima deve ser quebrada, seus instintos naturais devem ser destruídos. Em primeira linha isto acontece com a mentira do holocausto, em segunda linha com o culto do complexo de culpa por causa da escravidão, do colonialismo etc.”

1. Sr. Graf, desde vossa última entrevista já decorreu algum tempo, todavia, você alegra regularmente nossos leitores com novos livros e ensaios revisionistas. Junto a temas puramente históricos, você se ocupa também nos últimos anos com estudos sobre o pano de fundo da política mundial. Qual é o tema atual de vosso interesse?

Infelizmente não tenho muito tempo para pesquisar, pois tenho que sustentar minha família através das traduções, as quais consomem boa parte de meu período produtivo. (Eu traduzo diferentes idiomas, principalmente inglês, russo e italiano, livros e artigos para o alemão). No segundo semestre de 2013, se as condições permitirem, eu gostaria de escrever um livro sobre a invasão da Europa pelo terceiro mundo. Esta imigração em massa não é por acaso; ela é controlada por certos círculos que perseguem objetivos bastante concretos. Para que os povos europeus se tornem minorias em seus próprios países, sua auto-estima deve ser quebrada, seus instintos naturais devem ser destruídos. Em primeira linha isto acontece com a mentira do holocausto, em segunda linha com o culto do complexo de culpa por causa da escravidão, do colonialismo etc. Tudo isso eu gostaria de mostrar em meu futuro livro, naturalmente com farta documentação. Aliás, nos EUA, o professor Kevin MacDonald já fez um excelente trabalho em seu primoroso livro “The Culture of Critique”.

2. Em muitos Fóruns e Blogs na Internet, milhares de pesquisadores amadores investigam diariamente de forma crítica não apenas cada aspecto da lenda do holocausto, mas também outras lendas a cerca dos acontecimentos históricos. Na vossa opinião, o que direção deveria ser o ponta pé inicial para a pesquisa revisionista? Com quais temas os revisionistas deveriam se ocupar com mais intensidade?

Se você entende estritamente sob “Revisionismo” o revisionismo do holocausto, eu diria que existe um tema que não foi pesquisado suficientemente pelos revisionistas: a dimensão do fuzilamento de judeus nos territórios soviéticos ocupados. Que houve tais fuzilamentos, é totalmente inquestionável. Mas nós não conhecemos a ordem de grandeza do número de vítimas, pois os documentos existentes, principalmente os relatórios dos Grupos de Ação (Einsatzgruppen), não são confiáveis. Em certos aspectos, eles são refutados por outros documentos; vai contra sua autenticidade ou precisão, o fato de nunca ter sido encontrado uma vala coletiva com o número alegado de vítimas. Uma equipe de revisionistas se ocupará com esta difícil tarefa; os trabalhos já começaram. Por causa da complexidade da questão e da quantidade da matéria a ser analisado, não devemos contar que os resultados das pesquisas estejam disponíveis antes do início de 2015.

Naturalmente se faz necessário isso em outras áreas do que o revisionismo do holocausto, pois “revisão” significa simplesmente “controle”. Que afirmações históricas sejam controladas em torno de sua consistência, é um procedimento totalmente normal. De relevância política temos

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Comentário de João Roberto Laque em 18 abril 2013 às 23:12

UM LIVRO DE HISTÓRIA IMPRESCINDÍVEL PARA VOCÊ,

AMIGO DO CAFÉ HISTÓRIA.

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ABRAÇÃO.

Comentário de Dima Madureira em 18 janeiro 2013 às 18:59

Suprimir a discussão livre e aberta sobre qualquer assunto é tão ruim quanto contar mentiras, e conscientemente suprimir a verdade é a maior mentira de todas, porque é baseada, não em um erro ou um erro genuíno, mas de uma intenção deliberada de enganar.

Comentário de Professor Americanista! em 13 janeiro 2013 às 4:38

Joabe: não tem como ser diferente!

Comentário de Mayara Carvalho Claro em 10 janeiro 2013 às 1:08
Censura ato covarde de reprender a verdade..
Comentário de Dima Madureira em 2 outubro 2012 às 5:34
Atenção amigos!

O PL 987/2007 do deputado judeu Zaturansky Itagiba e que está inrrustido no PL 6418/2005 teve parecer favorável da relatora.

O projeto propõe criminalizar a discussão do alegado holocausto.

O Brasil está sofrendo um dos maiores ataques à sua soberania com a proposta desse projeto. Se ele for aprovado o Brasil perde sua liberdade de crítica e expressão.

Proponho que todos lutem contra este projeto com unhas e dentes, sem medo de nada.

Projeto na Camara
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=555981

Inteiro Teor
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=E1CD849ACEBD9C9B54824209F9C00CF0.node2?codteor=1026305&filename=PRL+4+CDHM+%3D%3E+PL+6418%2F2005

Mais no Inacreditavel
http://inacreditavel.com.br/wp/deputado-federal-defende-a-volta-da-inquisicao/

Lista de deputados em Excel
http://www2.camara.gov.br/deputados/pesquisa/arquivos/arquivo-formato-excel-com-informacoes-dos-deputados-1
Comentário de Luiz Fernando Almeida em 31 julho 2012 às 14:53

Desde a idade média, atraves da igreja cátolica com a santa inquisição, os governos utilizm a censura como principal arma contra os opositores do regime, isso é fato! 

Comentário de Dima Madureira em 30 março 2012 às 16:06

O contrôle da mídia hoje se extende à internet. É notório o Google e You Tube censurarem, abaixando a relevância de conteudos que incomodam a elite, e assim não aparecendo nas primeiras dezenas de páginas.

Canais como o Café tambem acabam por poder exercer o mesmo tipo de poder, omitindo assuntos que possam balancear um debate ou mesmo banindo usuários como foi o caso do Dino Vettri, Saraiva,... assim só o que o Café quer que nós acreditemos e´que será publicado. Veja a macica publicação de artigos de propaganda do holocausto, e como historiador ninguem aqui pode discutir, mas acreditar religiosamente no dono do Café.

É justo a censura no Café? É moral? É ético? Enfim é correto?

Comentário de Joabe Tavares de Souza em 17 março 2012 às 20:39

cada vez mais eu chego a cruél conclusão de que: a rede sociais então sendo usadas pelos seus idealizadores para expressar as suas visões históricas sobre temas extremamente polêmicos ocultados por grupos que financiam nas entrelinhas da história a ditadura e a manipulação dos fatos históricamente conhecidos. É preciso lembrar que vivemos num país democrático. É preciso também deixar que as contradições mostrarem os fatos como realmente ocorram. Deixem os silenciados falarem, deixem as ideias se debaterem, deixem essas ideias falsas de que existem verdades absulutas. Deixem os leitores conhecerem as adiversidades e dá aos mesmos o direito de pensarem sem ser manipulados intelectualmente falando. Parem com essa queda-de-bráços históriadores...

Comentário de joaquim schieder da silva em 29 fevereiro 2012 às 6:49

Bom dia Dima

Eu sou táxista e levo lá as pessoas e faco de guia tambem e já passei pelo menos dez vezes pela camara de gás .

Mais a norte tem um local chamado de

HERBERTSHAUSEN ;onde se encontra o KZ SCHIEßANLAGE  (ß=SS que mudou para que nao se fizesse mais mencao ás SS   ß

Espero ter ajudado .

Cumprimentos

 

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Somos tão jovens

Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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