A censura é válida ? Inquisição, repressão, ditaduras. Qual o papel do censor na história, em que isso afeta a humanidade? - Ocultar a verdade pode ser benéfico ?
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Comentário de Dima Madureira em 19 abril 2013 às 19:18 Entrevista com um dos mais importantes autores revisionistas, o suíço Jürgen Graf. “Para que os povos europeus se tornem minorias em seus próprios países, sua auto-estima deve ser quebrada, seus instintos naturais devem ser destruídos. Em primeira linha isto acontece com a mentira do holocausto, em segunda linha com o culto do complexo de culpa por causa da escravidão, do colonialismo etc.”
1. Sr. Graf, desde vossa última entrevista já decorreu algum tempo, todavia, você alegra regularmente nossos leitores com novos livros e ensaios revisionistas. Junto a temas puramente históricos, você se ocupa também nos últimos anos com estudos sobre o pano de fundo da política mundial. Qual é o tema atual de vosso interesse?
Infelizmente não tenho muito tempo para pesquisar, pois tenho que sustentar minha família através das traduções, as quais consomem boa parte de meu período produtivo. (Eu traduzo diferentes idiomas, principalmente inglês, russo e italiano, livros e artigos para o alemão). No segundo semestre de 2013, se as condições permitirem, eu gostaria de escrever um livro sobre a invasão da Europa pelo terceiro mundo. Esta imigração em massa não é por acaso; ela é controlada por certos círculos que perseguem objetivos bastante concretos. Para que os povos europeus se tornem minorias em seus próprios países, sua auto-estima deve ser quebrada, seus instintos naturais devem ser destruídos. Em primeira linha isto acontece com a mentira do holocausto, em segunda linha com o culto do complexo de culpa por causa da escravidão, do colonialismo etc. Tudo isso eu gostaria de mostrar em meu futuro livro, naturalmente com farta documentação. Aliás, nos EUA, o professor Kevin MacDonald já fez um excelente trabalho em seu primoroso livro “The Culture of Critique”.
2. Em muitos Fóruns e Blogs na Internet, milhares de pesquisadores amadores investigam diariamente de forma crítica não apenas cada aspecto da lenda do holocausto, mas também outras lendas a cerca dos acontecimentos históricos. Na vossa opinião, o que direção deveria ser o ponta pé inicial para a pesquisa revisionista? Com quais temas os revisionistas deveriam se ocupar com mais intensidade?
Se você entende estritamente sob “Revisionismo” o revisionismo do holocausto, eu diria que existe um tema que não foi pesquisado suficientemente pelos revisionistas: a dimensão do fuzilamento de judeus nos territórios soviéticos ocupados. Que houve tais fuzilamentos, é totalmente inquestionável. Mas nós não conhecemos a ordem de grandeza do número de vítimas, pois os documentos existentes, principalmente os relatórios dos Grupos de Ação (Einsatzgruppen), não são confiáveis. Em certos aspectos, eles são refutados por outros documentos; vai contra sua autenticidade ou precisão, o fato de nunca ter sido encontrado uma vala coletiva com o número alegado de vítimas. Uma equipe de revisionistas se ocupará com esta difícil tarefa; os trabalhos já começaram. Por causa da complexidade da questão e da quantidade da matéria a ser analisado, não devemos contar que os resultados das pesquisas estejam disponíveis antes do início de 2015.
Naturalmente se faz necessário isso em outras áreas do que o revisionismo do holocausto, pois “revisão” significa simplesmente “controle”. Que afirmações históricas sejam controladas em torno de sua consistência, é um procedimento totalmente normal. De relevância política temos
Comentário de João Roberto Laque em 18 abril 2013 às 23:12 UM LIVRO DE HISTÓRIA IMPRESCINDÍVEL PARA VOCÊ,
AMIGO DO CAFÉ HISTÓRIA.
MAS É SÓ ATÉ AMANHÃ
PARA CONHECER MELHOR A OBRA ACESSE
www.osanosdechumbo.blogspot.com.br
ABRAÇÃO.
Comentário de Dima Madureira em 18 janeiro 2013 às 18:59 Suprimir a discussão livre e aberta sobre qualquer assunto é tão ruim quanto contar mentiras, e conscientemente suprimir a verdade é a maior mentira de todas, porque é baseada, não em um erro ou um erro genuíno, mas de uma intenção deliberada de enganar.
Comentário de Professor Americanista! em 13 janeiro 2013 às 4:38 Joabe: não tem como ser diferente!
Comentário de Mayara Carvalho Claro em 10 janeiro 2013 às 1:08
Comentário de Dima Madureira em 2 outubro 2012 às 5:34
Comentário de Luiz Fernando Almeida em 31 julho 2012 às 14:53 Desde a idade média, atraves da igreja cátolica com a santa inquisição, os governos utilizm a censura como principal arma contra os opositores do regime, isso é fato!
Comentário de Dima Madureira em 30 março 2012 às 16:06 O contrôle da mídia hoje se extende à internet. É notório o Google e You Tube censurarem, abaixando a relevância de conteudos que incomodam a elite, e assim não aparecendo nas primeiras dezenas de páginas.
Canais como o Café tambem acabam por poder exercer o mesmo tipo de poder, omitindo assuntos que possam balancear um debate ou mesmo banindo usuários como foi o caso do Dino Vettri, Saraiva,... assim só o que o Café quer que nós acreditemos e´que será publicado. Veja a macica publicação de artigos de propaganda do holocausto, e como historiador ninguem aqui pode discutir, mas acreditar religiosamente no dono do Café.
É justo a censura no Café? É moral? É ético? Enfim é correto?
cada vez mais eu chego a cruél conclusão de que: a rede sociais então sendo usadas pelos seus idealizadores para expressar as suas visões históricas sobre temas extremamente polêmicos ocultados por grupos que financiam nas entrelinhas da história a ditadura e a manipulação dos fatos históricamente conhecidos. É preciso lembrar que vivemos num país democrático. É preciso também deixar que as contradições mostrarem os fatos como realmente ocorram. Deixem os silenciados falarem, deixem as ideias se debaterem, deixem essas ideias falsas de que existem verdades absulutas. Deixem os leitores conhecerem as adiversidades e dá aos mesmos o direito de pensarem sem ser manipulados intelectualmente falando. Parem com essa queda-de-bráços históriadores...
Comentário de joaquim schieder da silva em 29 fevereiro 2012 às 6:49 Bom dia Dima
Eu sou táxista e levo lá as pessoas e faco de guia tambem e já passei pelo menos dez vezes pela camara de gás .
Mais a norte tem um local chamado de
HERBERTSHAUSEN ;onde se encontra o KZ SCHIEßANLAGE (ß=SS que mudou para que nao se fizesse mais mencao ás SS ß
Espero ter ajudado .
Cumprimentos
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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