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Historia Oral

Para todos aqueles que descobriram a importância desse trabalho de pesquisa e de ferramenta para se fazer história vamos discutir e utilizar esse espaço para trocar ideias e informações acerca do trabalho com a história oral.

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Iniciado por Larissa Oliveira Cândido. Última resposta de Larissa Oliveira Cândido 25 Jun, 2011. 3 Respostas

uso da historia oral!!!!!!

Iniciado por jose eliton de lima dantas 19 Set, 2009. 0 Respostas

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Comentário de Rodrigo Wantuir Alves de Araujo em 14 março 2011 às 23:57
Aloisio, parabéns pelo trabalho desde já... Você achou o caminho das pedras, muito bom o seu trabalho. Eu tenho esses livros e realmente eles colaboram perfeitamente para todos que querem trabalhar com a História Oral. Muito bom ter o conhecimento sobre a base área no AMAPÁ. Desde já muito sucesso pra você. Concordo que a transcrição é a pior parte. Muito sucesso, Aloisio.
Comentário de Aloisio Menezes de Cantuaria em 14 março 2011 às 23:47

Oi, pessoal.

Estou chegando com minhas dúvidas e espero contribuir de alguma forma. Achei interessante a preocupação do Jaime Luiz Cadamuro e a argumentação do Ricardo Rodrigues. Entendo que o problema maior é porque nosso contato e aprendizado com a História Oral é, deixando de lado o latim do Cícero e usando o dos soldados, "metendo a mão na massa".

Sou estudante do curso de História da UFPA, turma 2008, e em nossa grade curricular o assunto História Oral é estudado como conteúdo de disciplina. No nosso caso, Metodologia da História I. Em Metodologia (semestre passado) apresentei meu projeto de pesquisa. E aí, percebí que ia, como aconteceu, me envolver com História Oral, como metodologia. E sem saber como. Porque uma coisa é você ler alguns textos; outra, é praticar.

O tema da minha monografia é "A Base Aérea de Amapá na 2a. Guerra Mundial". Embora não seja conhecida, ela fez parte da rede de bases aéreas utilizadas pelos norte-americanos no norte-nordeste do Brasil como apoio para chegarem à África, sendo peça importante na batalha do Atlântico Sul. No Brasil, o primeiro ponto de abastecimento era lá. Após a guerra, ela foi desativada, mas seus vestígios ainda estão lá para contar parte dessa história.

O estudo da Base Aérea de Amapá passa pela sua memória, inclusive para se ter uma idéia da influência do modo de vida americano naquele lugar. A antiga Base Aérea de Amapá fica no Estado do Amapá, município homônimo, distante cerca de 9 Km da sede do município e 302 Km da capital, Macapá.

Quando iniciei o projeto, percebí que ia entrar na História Oral, até porque me orientaram a fazer entrevistas. E aí,  me perguntava: como? Nunca fiz entrevista, como é que eu vou gravar? Será que gravador de celular é bom pra isso? E ficava matutando: a guerra acabou há muito tempo... será que eu vou encontrar alguém ainda vivo?  Meus pais moraram lá, meu pai até trabalhou para o Exército norte-americano (era eletricista), mas eles não estão mais neste plano.

Dois textos me ajudaram nessa preparação: "Fontes Orais - Histórias dentro da História", de Verena Alberti, no livro FOntes História, Editora Contexto. Indicação da professora de Metodologia I. O outro, descobri por mim mesmo, garimpando: "História Oral: Como fazer, como pensar", de José Carlos Sebe Meihy e Fabíola Holanda, tambpem da editora Contexto.

O resto foi a prática. Em janeiro fui à Macapá e de lá à antiga base; hoje é um museu a céu aberto, mas totalmente abandonado, exceto o antigo aeroporto que ainda funciona. Registrei várias imagens e conseguí três entrevistas. Uma delas, com uma antiga moradora do lugar, com 82 anos. As outras, com pessoas que conviveram com os moradores do lugar: um deles, filho de um militar da aeronáutica, e o outro, filho de um pescador que, de vez em quando, "se espantava com o zepelim em cima dele no oceano".
O problema é que não foi nada ensaiado, com orientam os manuais. Foi no sufoco. O filho do militar entrevistei na correria, sem fazer o cabeçalho da entrevista; o rapaz mora na cidade de Amapá, e encontrei-o na Base num golpe de sorte, por debaixo de chuva, e já voltando para Macapá. A antiga moradora não mora mais na Base (mora em Macapá) e encontrei-a numa segunda visita à Base; também nem me ocorreu fazer cabeçalho da gravação. E só a encontrei porque o vigia do Museu da Base comentou que ela estava lá (isso era um domingo), e me confirmou o "tempo da fartura, da vaca gorda" dos americanos, como minha mãe comentava lembrando "os tempos da Base". O terceiro entrevistado já foi mais tranquilo, inclusive até assinou a carta de cessão de direitos, da qual não lembrei com os outros dois.

E depois, outra parte trabalhosa: fazer a transcrição, que demanda tempo e paciência porque as entevistas foram feitas em ambientes abertos, com muito barulho. Concordo com os dois: com a autenticidade da entrevista, e a retirada dos cacoetes (inclusive as nossas) para facilitar o leitor do nosso trabalho.

E ainda tem mais uma entrevista: com uma tia que mora em Niterói, que era mocinha na Base Aérea na época da guerra. estou pensando em enviar umas perguntas, tipo questionário, ou tentar instalar um gravador de voz no meu aparelho telefônico.

Aguardo  sugestões. 

Comentário de Ricardo Rodrigues Bardy em 4 novembro 2010 às 23:35
Olá a todos, os colegas desta fascinante vertente metodológica e/ou forma nova de escrever a história, todavia dirigir-me-ei em especial a jaime Luiz Cadamuro.
Caro Jaime quanto a autorização e transcrição concordo com você, porém neste quesito( transcrição ) creio ser mais justo,tanto com o pesquisado, quanto com futuros pesquisadores, que porventura venham a acessar nosso trabalho, que tenhamos duas transcrições junto do trabalho a primeira no corpo do trabalho em si adequada ou usando sua expressão "limpo" e outra no final do trabalho como apêndice intitulado "fonte"(para seguir de certa forma a orientação de Marc Bloch, se não me falha a memória no livro "O Oficio do Historiador ou A Escrita da História", em que ele recomenda essa disponibilização da fonte) com a transcrição literal de todos as palavras da maneira que nosso entrevistado falou, com cada expressão "regionalizada" com uma nota de rodapé com seu significado.Sei que essa metodologia é deverás trabalhosa entretanto, como tratamos normalmente de história do tempo presente, com o agravante de nossos temas terem a perenidade da vida dos entrevistados(pois se eles morrerem antes da pesquisa, não serão ouvidos e assim essa parte da história se perderá), se não arquivarmos essa "transcrição literal", não permitiremos aos futuros historiadores pesquisar sobre o mesmo tema ou ainda sobre o mesmo grupo de individuos porem buscando outra temática, sem que eles o façam em cima de nossa perspectiva desses grupos, considerando que a história não é nossa nós apenas pesquisamos, creio ser fundamental essa disponibilização para não nos tornarmos os donos da verdade historica sobre determinado grupo.
Muito obrigado a todos que lerem estas palavras e espero ter contribuido para o enriquecimento desta discussão.
Comentário de DanielaPereira da Silva em 20 outubro 2010 às 8:06
Oi gente
estou com projeto de pesquisa para seleção de mestrado
e pesquiso sobre os papéis da mulher na contemporaneidade
utilizando entrevistas na minha cidade
por favor gostaria de ajuda com relação à bibliografia e dicas
agradeço desde já
Comentário de jaime luiz cadamuro em 6 abril 2010 às 8:15
Tenho um cuidado especial nos relatos orais, pois para documentação, autorização e trasncrição da história oral exigie-se modos específicos para validade dos temas.
A história oral é riquíssima, mas sua autenticidade exige metodos, concordam comigo?
A transcrição da fala sem edição, isto é sem retirada dos "cacoetes de fala" tornam um texto de difícil leitura, já o texto "limpo" está remodelado para que seja compreendido.
tenho certeza que por aqui tem pessoas que podem replicar esta colocação para que o conhecimento e a técnica da história oral seja aprimorada, estou no aguardo.
"repreende um tolo e ele te odiará, repreende um sábio e este te amará".
obrigado.
Comentário de jaime luiz cadamuro em 6 abril 2010 às 8:08
bom dia a todos, estou chegando ao grupo. abraços.
Comentário de Rodrigo Wantuir Alves de Araujo em 14 março 2010 às 21:53
Suzana... vc tem que participar do nosso evento da uma olhada no site www.cchla.ufrn.br/isi Alem do que claro que vc pode utilizar a história oral!!! Seu trabalho está ótimo, gostaria de trocar ideias com vc, pois posso até utiliza-lo aqui e fazer um trabalho conjunto com voce!
Comentário de SUZANA FIRMINO DA SILVA em 14 março 2010 às 18:44
OI, que bom, poder participar adoro a história oral, se bem que queria saber se posso utilizar-la em minha pesquisa dos livros didáticos do ensino fundamental I, a imagem do afro-descedente. Os alunos e professores serão ouvidos.
Comentário de Rodrigo Wantuir Alves de Araujo em 14 março 2010 às 17:40
Recentemente fiz um trabalho simples e de grande utilidade na minha escola: a construção da história da escola pela história oral. Entrevistei pais, alunos, ex-diretores, direção, coordenação e comunidade em geral. O trabalho rendeu frutos e com ele ganhei uma publicação na revista Fazendo História - UFRN. Nesse caso de extrema importância a valorização de membros da comunidade escolar e construindo a nossa história...
Comentário de jose eliton de lima dantas em 19 setembro 2009 às 20:36
O uso da História Oral como metodologia na pesquisa sobre o cangaço, ainda é uma constante. Em sala de aula tivemos a oportunidade de conhecer a obra do professor e pesquisador Gisafran Nazareno Mota Jucá, “A ORALIDADE DOS VELHOS NA POLIFONIA URBANA” que veio a ligar de forma ampliadora as nossas convicções a cerca da atitude na utilização da História Oral. Para a nossa pesquisa, autores como: Gustavo Dodt Barroso, Leonardo Mota e Vera Ferreira, sendo que os dois primeiros escrevem em épocas que nem fazíamos a noção do que seria hoje a História Oral (metodologia), entrevistaram e conviveram com suas fontes orais, para poder nos deixar uma série de informações que, não estão nas paginas de documentos oficiais.
Para entendermos como o uso da memória é importante nas pesquisas acadêmicas, o professor Gisafran Mota, fala e argumenta de forma incisiva que: “a maioria dos documentos expressava uma versão oficial, ou seja, as abordagens de autoridades políticas ou mesmo a opinião de uma elite acerca da realidade” não depreciando a importância da documentação oficial ele diz: “mesmo reiterando o valor da documentação consultada, percebemos os limites presentes em tais fontes, o que nos motivou a buscar uma alternativa de melhor entender a realidade” assim autores que aproveitam a memória dos agentes que viveram os acontecimentos, podem expandir suas linhas que limitam a pesquisa.
Partindo das idéias do uso da oralidade autores que se empreitaram na busca de informações verdadeiras, foram basicamente corajosos publicando entrevistas em épocas em que não se tinha um respaldo seguro para tal feito. Leonardo Mota no decênio de 1920 a 1930 publicou obras essencialmente orais de uso da memória, onde dedicou boa parte do seu tempo caindo em campo à procura de pessoas que estivessem dispostas a lhe falar de suas lembranças ou participações em diferentes episódios.
Seu livro, “No Tempo de Lampião”, onde o titulo já nos dá uma noção de como o autor fez uso da oralidade, buscando divulgar, que seus leitores iriam acha informações atuais acerca de um personagem que estava presente aos acontecimentos do hoje, do agora, e o que as pessoas que conviveram com Virgulino Ferreira o famoso capitão Lampião, diziam a respeito do afamado cangaceiro. Leonardo mota viajou incansavelmente a procura de informações que desvendassem mitos e lendas sobre Lampião, em uma de suas visitas a Penitenciária Municipal do Estado de Pernambuco na cidade do Recife no ano de 1914, o mês era novembro, ele entrevista um cangaceiro chamado Antonio Silvino, que vivera a fazer suas andanças no mundo do crime antes mesmo de Lampião, e pergunta a ele:
- Silvino o que é que você diz de lampião?
- ah, seu Dr., Lampião é um prinspe!
- Príncipe por quê?
- veio depois de mim. Os tempo são outro. As armas estão mais aprefeiçoada. Não falta quem lhe dê de tudo. Caixeiro viajante não é besta pra se esquecer de levar presente de bala pra ele, a policia quer só se encher de dinheiro no sertão. O mundo todo virou revoltoso, os governo deixam de mão os cangaceiros porque não tem tempo nem de cuidar dos revoltosos, não tenha duvida, Lampião é um prispe!
Inquieto em saber mais sobre lampião ele corre a traz de colher mais informações, e ainda na casa de correção da capital Pernambucana diz que conversa a vontade com vários comparsas de Lampião, homens que estiveram ligados diretamente com o facínora, segundo Leonardo mota ali se encontrava, já felizmente presos e caídos nas malhas da justiça os cangaceiros: Serra Umã, Brauna, Passaro Preto, Zabelê, Canção e Guará. Ele faz uma indagação a todos pra ver se algum deles se manifestava ou até mesmo podíamos dizer que usou a pergunta como forma de quebrar a tensão inicial da conversa que teria pela frente, e pergunta:
-Lampião é corajoso? Zabelê atendeu a pergunta e começou a falar:
- É, e tem uma coisa, pra prender ele ainda nasceu home. Pode nascer ou já nasceu pra juntar os pedaços dele, porque ele se esbagaça, mas não vai preso. Virgulino é home pra se acabar nas mãos doutro home, a qualquer hora do dia ou da noite, o cabra que se cair na besteira de se botar a ele segure o pulo porque se errar o salto ele o lambisca dipressinha, tão certo como dois e dois são quatro. Tem uma coisa, brigar a toa só pra esperdiçar munição ele não briga não.
Leonardo Mota envolvido com o uso da oralidade, naquele momento teve a feliz idéia de perguntar a eles se lembravam de algum caso engraçado, que envolvesse matuto medroso, a se ver as voltas com Virgulino e diz:
Riram os bandidos como se o caso recordado fosse jocoso e não atestasse acima de tudo a perversidade de Virgulino. Mas para aquelas almas, embotadas pela torpeza de delitos inenarráveis, a brutalidade do gesto infame se afigurava de irresistível comicidade, Zabelê cochichou qualquer coisa aos ouvidos de Canção e este num riso de mostro, a mostrar a fileira de dentes pontiagudos, cerrados como caninos, desembuchou, desembaraçado, aquilo que Zabelê se acanhava de refirir.
Percebemos ai a memória induzida pelo entrevistador, os cangaceiros submergidos em resgatar suas façanhas entram num êxtase emocional coletivo, pois tal feito perecia ter sido presenciado por todos eles e como uma espécie de porta voz do pequeno grupo relata o episódio:
A coisa mais engraçada que eu tive de assistir passou-se numa fazenda do município de Princesa, na Paraíba. O velho dono da casa tremia que era ver uma vara verde, Lampião botou ele debaixo de confissão, riscando o punhal nas costelas e ele acabou descobrindo o rumo da volante do tenente Mané binisso. Virgulino queria dar uma surra de relho, mas era tento choro de muié e menino, que o jeito foi se perdoar. Mais com pouca, Lampião tirou do bolso um maço de cigarro e ofereceu:
-pita? O velho ficou calado, fez que não tinha ouvido e Lampião tornou a perguntar, desta vez gritando no pé do ouvido dele:
-pitaaaaaaaaaa? Ai todo tremendo, o velho disse:
-pito, mas vamincê querendo eu largo o viço.
Vimos ai à importância do uso da oralidade empregada por Leonardo Mota, a memória usada como um ciclo capaz de fornecer ricas informações, talvez não como escolha de metodologia para sua obra, pois como já dissemos antes ainda não se falava de Historia Oral como forma de metodologia.
Assim como Gizafran Mota usa a oralidade dos velhos, para justificar a ampliação do conhecimento sobre fortaleza em épocas passadas, dizendo:
Por isso, as informações prestadas por eles trazem subsídios valiosos à compreensão do passado, uma vez que elas são apresentadas de uma maneira mais espontânea, deixando fluir o conteúdo restaurador do passado.
Leonardo Mota usa a oralidade dos contemporâneos de lampião e de outros cangaceiros igualmente famosos para justificar as ações dos bandidos que tanto se ouvia falar, mas, nada tinha escrito sobre eles. E até mesmo sem conhecer a possível metodologia que estava aplicando ele segue umas regras que servem de exemplo para quem quer se aventurar na arte da Historia Oral, diz:
-O velho tabaréu a quem perguntei se o Lucas era valente deu um moxoxo e contestou:
-o que ele era, era um grandessíssimo desalmado. Era perverso, era levado do não sei de que diga, mas era frouxo, mijou-se todo na hora da morte
- não lhe quis obtemperar que a micção é natural nas mortes por enforcamento. Preferi deixá-lo desatar a língua a seu modo
- Lucas foi o diabo em figura de cristão, Deus o perdoe, aquilo não era gente, uma vez ele agarrou um negro beiçudo na estrada e sabe que é que fez com ele? Prendeu com prego caibral o beiço do infeliz numa arvore, quando acabou, disse ou suplicante que ia não sei aonde e mais tarde voltaria para capá-lo.
Observamos que ele deixa o entrevistado à vontade para falar aquilo que achar conveniente, fazendo assim uma relação de confiança entre ele e sua fonte.
Gisafran Mota acha essencial a memória dos velhos, para a captação dos dados que irão ampliar os limites da historia e diz:
O papel dos velhos, expresso através das opiniões coletadas, pode ser fundamental a compreensão do que havia sido esquecido, dependendo de uma decisão do pesquisador de incluí-lo no contexto estudado.
Tanto Gisafran Mota como Leonardo Mota usam a memória dos agentes da historia, para assim vincular os acontecimentos relativos à suas pesquisas, onde essas recordações trariam uma nova probabilidade de aprendizado sobre o devido tema. Para exemplificar bem vejamos o que Gisafran Mota diz:
A memória remete a algo mais do que a um mundo pessoal, deixando transparecer a relação entre o individuo e o seu meio social, que torna mais abrangente o perfil da realidade estudada.




Considerações Finais
Os dois autores apresentados nesse artigo nos mostram a realidade de pessoas que estiveram presentes e atuantes, como agentes construtores do momento histórico. A narração na fala dos protagonistas não retrata o caso ocorrido de maneira singular, uma vez que cada sujeito divulga o experimento especial que viveu, sentiu ou captou em profundidade, tornando o fala muito mais opulenta do que a simples nota informativa ou referencia ao fato, fica certo a seriedade da oralidade para divulgar as memórias, contribuindo para a construção de uma história mais rica.
 

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