Para todos aqueles que descobriram a importância desse trabalho de pesquisa e de ferramenta para se fazer história vamos discutir e utilizar esse espaço para trocar ideias e informações acerca do trabalho com a história oral.
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Iniciado por Larissa Oliveira Cândido. Última resposta de Larissa Oliveira Cândido 25 Jun, 2011. 3 Respostas 0 Curtiram isto
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Comentário de Lindembergue Santos em 4 fevereiro 2013 às 0:07
Comentário de Marilene Santos em 25 fevereiro 2012 às 9:19 olá pessoal, sou estudante e estou a pesquisar sobre Mazagao, cidade que foi transferida do Marrocos para o Brasil e que foi instalada no Amapá, às margens do rio mutuaca.
a história oral se torna imprencindível para a efetivação desse trabalho. espero poder contar com as sugestões de vcs.
Comentário de Jana Tine°o em 10 janeiro 2012 às 8:50 Pessoal, alguém tem conhecimento sobre cursos de verão na área de História Oral, na Europa e sejam ministrados em inglês?
Se alguém souber de algo e puder me passar orientações ou indicações, agradeço.
Comentário de Ricardo Rodrigues Bardy em 23 novembro 2011 às 21:58 Saudações e congratulações a Aloisio Menezes de Cantuaria, por findar um projeto de pesquisa grandioso e inusitado, fazendo uso da História Oral, se não for pedir demais o colega Aluisio poderia disponibilzar sua pesquisa no grupo assim que passar pelo crivo da banca examinadora, para que nós possamos apreciar seu trabalho e aprender com ele.Abraço
Alô, Ricardo Rodrigues Bardy e amigos do grupo. Não esqueci a sugestão, e agradeço por ela, porque enriquece as minhas reflexões sobre o tema.
Estou em ritmo de encerramento do curso e fechamento da monografia. Realizei outras entrevistas; em agosto estive novamente em Amapá e entrevistei mais uma pessoa em Belém. Recentemente, estive no Rio de Janeiro para participar de um evento na UFRJ, e aproveitei para visitar minha tia de Niterói e fazer a entrevista; foi muito gratificante.
Nesse momento, estou trabalhando num capítulo da monografia que se refere à memória, imaginário nos moradores locais e o tema da Base Aérea de Amapá na historiografia, concluindo com a produção da pesquisa, as dificuldades para chegar às fontes, a construção do documento e sua inserção na história oral. Percebo, ao juntar a documentação escrita com as informações das entrevistas, que a História Oral se enreda a esses documentos, inclusive os imagéticos, num verdadeiro processo simbiótico, onde um complementa o outro.
Tudo isso é muito gratificante. Minha tia, testemunha ocular, tem hoje 79 anos; era mocinha na época, diria, até, adolescente. Mas sua memória é espetacular. Levei no notebook várias imagens da época (baixadas da internet), entre elas a de um sobrevivente de um submarino alemão, afundado no litoral do Amapá por um avião Catalina, que partiu da Base Aérea de Belém. Ao vê-la, minha dia começou a contar do que viu (além da população da cidade de Amapá, distante cerca de 9 km da Base Aérea) sobre a chegada de um marinheiro alemão, recolhido no mar. A cidade de Amapá não fica no litoral; do oceano, chega-se a ela por via fluvial. Em frente à ela passa o rio Amapazinho; foi por esse rio que o marinheiro alemão chegou e levado para a Base Aérea. De lá, foi levado para os Estados Unidos.
Percebo aí, como a História Oral é importante para enriquecer a documentação escrita e imagética.
Um abraço.
Sabem se tem esses livros para download e aonde?
Histórias dentro da História - Verena Alberti
História da Educação - Antoinette Errante
Fontes Orais e Historiografia - avanços e perspectivas - Rejane Silva Penna
História Oral - Gwyn Prins
A entrevista e seu processo de construção - Nadir Zago
Variedades da História Cultural - Peter Burke
História e Memória - Jacques Le Goff
Usos e Abusos de História Oral - Marieta Ferreira
História no plural - Tânia Navarro Swain
A escrita da história: novas perspectivas- Peter Burke
A voz do passado - Paul Thompson
Manual de História Oral - Jose Carlos Sebe Bom Meihy
Comentário de Daniela Nascimento em 15 maio 2011 às 13:09 Olá Aloisio e demais colegas.
Já passei por todos estes sufocos quando adentrei no mundo da história oral para fazer minha monografia, em que trabalhos com pessoas invisibilizadas pela histórias , as mulheres prostitutas. Ainda tenho muitas duvidas sobre a autorização para a utilização da fala. Me recordo de ter pedido a alguns entrevistados e a outros não. Agora estou no mestrado e terei que fazer novas entrevistas e entrevistar novamente antigos depoentes. Pretendo ter cuidado com a solicitação da autorização para a utilização das falas na dissertação.
Vamos movimentar este forum e trazer novas contribuições.
Daniela
Comentário de Ricardo Rodrigues Bardy em 17 março 2011 às 22:56 Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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