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Lu Goyaz

MPB - Bossa Nova na História (50 anos)

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MPB - Bossa Nova na História (50 anos)

FÃS DA BOSSA NOVA - UMA REVOLUÇÃO NA MÚSICA E NA MENTALIDADE POÉTICA BRASILEIRA.

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Flávio  Moraes Comentário de Flávio Moraes em 12 agosto 2009 às 19:43
Acabei de criar o grupo Chico Buarque de Hollanda quem quiser conferir o link esta ai > http://cafehistoria.ning.com/group/chico
Abraços Flávio Moraes
Anna Gomes Comentário de Anna Gomes em 22 maio 2009 às 8:15
A propósito do título (Bossa Nova na Historia), é interessante lembrar outros trabalhos contemporâneos à bossa, em diferentes releituras como Bossa Cuca Nova, ou artistas como Cibelle. Creio que são extremamente importantes, até a fim de manter mesmo na memória esse memorável gênero musical.
Lu Goyaz Comentário de Lu Goyaz em 20 abril 2009 às 12:24

O Quarteto Serenata, com Dalva de Oliveira num programa de rádio.

O cantor e pianista Dick Farney, um dos precursores da MBP, anterior à Bossa Nova
Lu Goyaz Comentário de Lu Goyaz em 20 abril 2009 às 12:21
COPACABANA
Alberto Ribeiro
Braguinha

Existem praias tão lindas
Cheias de luz
Nenhuma tem o encanto
Que tu possuis
Tuas areias
Teu céu tão lindo
Tuas sereias
Sempre sorrindo
Copacabana princesinha do mar
Pelas manhãs tu és a vida a cantar
E à tardinha o sol poente
Deixa sempre uma saudade na gente
Copacabana o mar eterno cantor
Ao te beijar ficou perdido de amor
E hoje vivo a murmurar
Só a ti Copacabana eu hei de amar
Lu Goyaz Comentário de Lu Goyaz em 20 abril 2009 às 12:20
CHEGA DE SAUDADE
Tom Jobim
Viníclus do Moraes

Vai minha tristeza
E diz a ela que sem ela não pode ser
Diz-lhe numa prece
Que ela regresse
Porque eu não posso mais sofrer
Chega de saudade
A realidade é que sem ela
Não há paz não há beleza
É só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim
Não sai de mim
Não sai
Mas se ela voltar
Se ela voltar
Que coisa linda
Que coisa louca
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos
Que eu darei na sua boca
Dentro dos meus braços os abraços
Hão de ser milhões de abraços
Apertado assim, colado assim, calado assim,
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim
Que é prá acabar com esse negócio
De você longe de mim
Vamos deixar desse negócio
De você viver sem mim
Lu Goyaz Comentário de Lu Goyaz em 20 abril 2009 às 12:13
O Prefeito do Rio de Janeiro, Cesar Maia, em decreto publicado no Diário Oficial instituiu a Bossa Nova como Patrimônio Cultural Carioca, de acordo com o decreto 28552, a Bossa Nova "é um dos gêneros musicais brasileiros consagrados mundialmente e uma referência para várias gerações de artistas”. O gênero é um valioso legado musical e que é preciso preservar a memória intangível da cultura carioca. De acordo com a Prefeitura, a bossa nova, considerada na época do seu nascimento como uma nova forma de tocar samba, incorporou à musica popular brasileira acordes dissonantes comuns ao jazz.

É uma justa homenagem ao mais carioca dos estilos musicais, parafraseando o Papa João Paulo II, se o samba é brasileiro, a bossa é carioca.

Pense em canções sobre o Rio, vai vir Samba do Avião, Garota de Ipanema, Ela é carioca, todas eternizadas por Tom Jobim. Só por aí já valeria virar patrimônio cultural… A Bossa Nova é a cara do Rio! Tinha de ter um feriado só dela!
Lu Goyaz Comentário de Lu Goyaz em 20 abril 2009 às 11:33
Enquanto o filme Orfeu Negro caminhava pelos principais festivais e prêmios do mundo, a garota de Ipanema começava a caminhar pelas rádios brasileiras. A canção sobre a garota ainda não tinha sido escrita, entretanto a primeira parceria Tom-Vinícius produziu a trilha sonora do longa ganhador do Oscar e do Globo de Ouro, ambos de melhor filme estrangeiro em 1960. Foi o filme um dos responsáveis pela difusão da Bossa Nova pelo mundo e a Bossa Nova foi um dos responsáveis pelo sucesso do filme, que conquistou a Palma de Ouro, em 1959.

Marcel Camus, diretor do longa, além de levar as estatuetas para a França conseguiu colocar nas telas um ritmo ainda novo, que depois conquistaria o mundo, inclusive o cinematográfico. O filme retrata uma história simples: o romance entre o mais popular dos moradores do morro, Orfeu, e uma recém-chegada menina, Eurídes, que foge para o Rio com medo de ser atacada por um homem mascarado.

É Orfeu quem apresenta a Bossa Nova ao mundo: violão e voz quase sussurrada cantam os versos da “manhã, tão bonita manhã” que fazem o sol nascer “para que ela [Eurides] acorde alegre como a bruma”. Para completar a apresentação, o Rio, “que é dorado quase todo dia” e que serviu como grande inspiração para o movimento, é mostrado do alto do morro. O samba, enfim, desceria o morro, receberia “a influência do Jazz” e seria exportado.

O marco inicial da Bossa Nova é o LP Canção do Amor Demais, de Elizeth Cardozo, lançado em 1958 com músicas de Tom Jobim e Vinicius de Moraes e acompanhamento ao violão de João Gilberto em Chega de Saudade e Outra Vez. A própria Elizeth emprestara a voz para algumas canções da trilha sonora de Orfeu, como Manhã de Carnaval. As canções Felicidade e, também Manhã de Carnaval, foram cantadas por Agostinho dos Santos, cantor que foi um dos grandes intérpretes da Bossa Nova.

Um ano antes do marco inicial, no final de 1957, um show no Clube Hebraica no Rio de Janeiro, com participação de Carlos Lyra, Ronaldo Bôscoli, Sylvia Telles, Roberto Menescal e Luiz Eça era anunciado como “… grupo bossa nova apresentando sambas modernos”.

O filme trouxe a vida não apenas o “novo samba”, mas deu a oportunidade de o mundo conhecer nomes que dos já citados Tom e Vinicius, além de João Gilberto e Luis Bonfá. Entretanto a Bossa Nova não se resume a dupla que compôs Garota de Ipanema, outros importantes nomes entram na lista, entre eles, Roberto Menescal, Newton Mendonça, Jonnhy Alf, João Donato, Nara Leão. Porém o filme não se resume a Bossa Nova, aliás, é necessário ouvido atento para perceber o ritmo, que se submerge com uma enxurrada de samba estilo enredo e marcinhas de carnaval.
João Lima Comentário de João Lima em 11 fevereiro 2009 às 20:41
Olá, Luciana, agradeço o convite que aceito com prazer.
maria aparecida rosa da silva Comentário de maria aparecida rosa da silva em 26 janeiro 2009 às 11:14
nao nao,vou morrer gilberto braga desistiu de fazer a minisserie sobre o tom...devia estar com tanto sono que ouvi errado,que droga...
maria aparecida rosa da silva Comentário de maria aparecida rosa da silva em 26 janeiro 2009 às 11:08
ae talvez vao fazer uma miniserie sobre o tom jobim...tava quase dormindo quando ouvi isso,fiquei tao feliz que ate passou o sono...espero que seja feito logo.
 

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ADEUS, MENINOS

França, inverno de 1944. Julien Quentin (Gaspard Manesse) é um garoto de 12 anos que freqüenta o colégio Sr. Jean-de-la-Croix, que enfrenta grandes dificuldades devido a 2ª Guerra Mundial.

Lá ele se torna o melhor amigo de Jean Bonnett (Raphael Fejto), um introvertido colega de classe que Julien posteriormente descobre ser judeu. A tragédia chega à escola quando a Gestapo invade o local, prendendo Jean, outros dois alunos e ainda o padre responsável pelo colégio.

O filme explora um situação limite sob a ótica da universo a criança, como fizeram outros ótimos filmes, como os recentes "A Culpa é do Fidel" e "Machuca". Com uma direção segura de Louis Malle, o fracês "Adeus, Meninos" (Au Revoir les Enfants, 1987) é um filme antes de tudo humanista, que mostra o drama de uma populção civil que sofreu os males de uma guerra mundial implacável, sobretudo, dentro do contexto das amizades e da família.

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