A tecnologia dos arquétipos na criação dos mitos e alegorias, nas religiões. As técnicas de criar falsas memórias = atrelando um fato ocorrido, na maioria das vezes distorcido, para se atrelar a ele e dar "veracidade" à ficção religiosa.
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Iniciado por Luciano Gomes. Última resposta de Marcos Arruda Raposo 3 Mar, 2012. 1 Resposta 0 Curtiram isto
Contra a opinião de especialistas , deputados evangélicos acham que podem.Um projeto de decreto legislativo de deputados da bancada evangélica quer sustar dois artigos instituídos em 1999 pelo…Continuar
Iniciado por Luciano Gomes. Última resposta de Marcos Arruda Raposo 15 Set, 2011. 9 Respostas 0 Curtiram isto
A medicina , a psiquiatria e a psicologia já provaram que a homossexualidade não é distúrbio comportamental, doênça psicológica ou física ou aberração anormal. Mesmo assim sempre que se fala em…Continuar
Iniciado por Stefano. Última resposta de Luciano Gomes 21 Ago, 2011. 1 Resposta 0 Curtiram isto
Iniciado por Morgana Talbot. Última resposta de José Roberto Simões López 12 Dez, 2010. 5 Respostas 0 Curtiram isto
Eu não sei ao certo se esta discussão é pertinente nesta comunidade... mas enfim, eu gostaria de saber por parte dos simpatizantes ao ateísmo, o seguinte: Foram tantas e graves as "pisadas na bola"…Continuar
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Comentário de Luciano Gomes em 20 agosto 2011 às 23:18
Comentário de Nathalia Martins em 11 maio 2011 às 14:42 É simplesmente inaceitável a falta de laicidade dentro do Estado. Isso na política, nas escolas, na sociedade. Onde nós vamos, em momento algum podemos nos declarar ateus, isso surge como uma ofensa. O ateu é formador de opinião e encara a realidade como algo concreto. O que nós como ateus não podemos aceitar é o que a Márcia foi convidada a fazer, negar o nosso ateísmo. Devemos começar a nos impor, como cidadãos com os mesmos direitos que somos. Álvaro, esclarecedor seu cometário.
Olá Álvaro,
Finalmente um assunto bacana esse que você coloca, e que remete sobre uma das principais conseqüências da posição ateísta e que tem haver com o tópico, pensei que eu fosse ter de passar o tempo todo rebatendo as ofenças de certos religiosos fanáticos que não compreendem temas.
Teoricamente o Estado é laico, mas na prática a laicidade assim como a democracia plena, ainda são uma utopia. Dos bastidores do cenário político, a igreja católica por exemplo, exerce grande influência sob muitos candidatos e partidos políticos, as evangélicas idem, e a poderosíssima e riquíssima comunidade judaica israelita mais do que todas juntas, e essa influênica não é só ideológica ou teórica, é principalmente de poder financeiro. Então como um candidato a um cargo político poderia ou teria plena liberdade de declarar seu ateísmo?
Rescentemetne fui convidada a me candidatar a uma vaga na câmara de minha cidade, e a primeira coisa que o presidente do diretório do partido me disse foi: Márcia, você deve guardar seu ateísmo só pra você. De preferênica delete seu blog .
Por fim, com todos esses elementos, eu pergunto:
Estado laico, liberdade...onde?
Laicidade, infelizmente em nossa sociedade, ainda é coisa pra "inglês ver" literalmente.
Um abraço
Olá, Luiz Bento
Pois é, realmente não é fácil "nadar contra a correntesa", ainda mais no Brasil. A sua analogia sobre o "limbo" foi muito boa(seria cômico se não fosse trágico) falo isso por conta do termo "limbo" ser muito usado pelos místicos . Mas é isso mesmo, e vejo que tem muito mais gente nesse "limbo"(o que é muito bom) porém bem menos ateus assumidos, ativos e organizados(o que ainda não está bom). Mas temos já algumas vitórias pra comemorarmos. Como exemplo: o Ministério Público ter finalmente condenado o Datena pelas acusações gravíssimas que ele fez na emissora em seu programa(praticamente atribuindo todos os males do mundo inclusive os crimes aos ateus. O autor do processo é da minha cidade(o Jeferson). E eu já não me sinto tão sozinha nessa "batalha"(ter meu ateísmo respeitado e principalmente que não seja usado como holocausto ou sacrifício ("bode expiatório" para os males do mundo = maldade + ignorância ).
Um abraço
Um pequena correção ao meu texto anterior: Onde está escrito: "eu mim incluo", leiam: Eu me incluo. Escusas.
Sobre o comentário do caro colega Alvaro Pacheco, eu diria que chamar pessoas que não entram em igrejas de teistas ou crentes independentes pode ser do ponto de vista técnico, um engano. Eu, sem medo de errar diria que eles estão no "limbo" evoluindo do campo da dúvida, para o passo seguinte e mais lógico que é o agnosticismo. Eu até me arriscaria a dizer que esse seria o primeiro passo dos humanos para que possamos sair definitivamente do campo da ideogenia (sem ofensas pessoais aos leitores religiosos).
Parabéns Márcia pela coragem de assumir suas convicções. Acredito que um percentual muito maior do que aquele que aparece publicamente na internet seja de ateus convictos. Eu mim incluo nesse grupo com as mesmas certezas, mas meus argumentos são mais tímidos e a minha retórica menos farta pois meus conhecimentos sobre a história antiga são limitados, por falta de oportunidade para estudar e pela limitação do meu tempo, pois ainda trabalho muito. Sei apenas que deus ou deuses não fazem falta alguma no meu dia a dia. Sei apenas que jamais me senti encorajado a pedir ou agradecer, pois não tenho o hábito de conversar sozinho ou falar com figuras invisiveis criadas na fertil imaginação de uma humanidade carente, sofrida e com pobreza de espirito. Sei apenas que gosto de certezas e se não as posso ter, não tenho nada mais que fazer a não ser assumir a minha plena ignorância sobre todos os mistérios que nos cercam. O ateu é pois, simplesmente, um ignorante obstante. (claro, no verdadeiro sentido da palavra). Mas existe um raciocinio muito simples que os crentes (outra vez no verdadeiro sentido da palavra) desconversam com uma habilidade irritante: Se deus existe, porque tudo que existe tem que ter sido criado por alguém superior, então qual o nome do superior que criou deus? E então estaremos diante do mesmo circulo vicioso que não permite ao religioso assumir a corajosa postura da dúvida, para depois evoluir para um agnosticismo e finalmente para o estado de um ateu.



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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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