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Bruno da Silva Pacheco

A SEGUNDA GRANDE GUERRA MUNDIAL

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A SEGUNDA GRANDE GUERRA MUNDIAL

A II GM foi um evento hisórico marcante e não deve ser lembrado apenas pelas atrocidades feitas em nome de uma ideologia, ou por toda evolução tecnológica iniciada, mas também pelo heroísmo humano que nenhuma máquina pode superar.

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"...E quando longe de casa
Ferido e com frio
O inimigo você espera
Ele estará com outros velhos
Inventando
Novos jogos de guerra...

Que belíssimas cenas
De destruição
Não teremos mais problemas
Com a superpopulação...

Veja que uniforme lindo
Fizemos prá você
Lembre-se sempre
Que Deus está
Do lado de quem vai vencer..."

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Desenhos animados e Segunda Guerra Mundial

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Bruno da Silva Pacheco Comentário de Bruno da Silva Pacheco em 7 agosto 2009 às 8:38
Buenas!!!

Posso estar errado, mas acho que são comparáveis sim, no tocante aos números e à crueldade humana. Se por um lado há as atrocidades cometidas pelos nazistas nos campos de concentração - todo sofrimento impingido aos judeus e outras minorias, as experiências absurdas utizando-os como cobaias, a fome os trabalhos forçados sem falar das câmaras de gás- por outro existe a irresponsabilidade ao lançar uma bomba tômica matando milhares de pessoas e condenando gerações vindouras inteiras a problemas sérios de saúde que permanecem até hoje. Em nome das liberdades mundiais, os aliados imperialistas também cometeram barbaridades de guerra estúpidas, e o bombardeio sistemático a Dresden, que de forma impune entrou para a história ilustra este fato. Dresden não tinha nenhum quartel, nenhuma fortificação militar que justicasse a barbárie, era uma cidade de refugiaos. Mesmo assim, com a Alemanha já praticaente derrotada, 3750 toneladas de bombas foram simplesmente despejadas na cidade incinerando meio milhão de seres humanos. Há relatos de que os corpos derretidos se fundiram ao asfalto tamanho era a temperatura no lugar. Se isso não merece ser levado ao um tribunal de crimes de guerra, não entendo que liberdade era buscada pelas potencias imperialistas.

Abraço,

Bruno
Hermenegildo Pereira Junior Comentário de Hermenegildo Pereira Junior em 7 agosto 2009 às 4:02
Documentário da BBC: Auschwitz, A fábrica da morte do império nazista (escrito e produzido por Laurence Rees ) Vol.II
BBC - “Há quem equipare o Holocausto ao uso de armas atômicas. São comparáveis?”
Laurence Rees – “Eis outra questão monumental. Mas certamente chama a atenção que praticamente todos os ex-nazistas com quem conversei, e também Rudolf Höss, comandante de Auschwitz que escreveu suas memórias antes de ir para a forca, todos eles argumentam: ‘Como vocês podem nos prender, nos levar a julgamento, difamar-nos pelo que aconteceu em locais como Auschwitz, após o bombardeio a Dresden? (Em fevereiro de 1945, a ofensiva aliada praticamente destruiu Dresden, repleta de refugiados que tentavam escapar da ofensiva soviética em território alemão) Vejam os alvos de Hiroshima, não só as armas nucleares. Os alemães não pensavam nas armas nucleares e sim nos ataque às suas cidades. Qual é a diferença? Qual a diferença entre as crianças incineradas em Dresden e crianças incineradas em Auschwitz? ’ Eis o que eles dirão. É um belo argumento errado, profundamente enganoso. São coisas que não podem ser comparadas, e a razão por que vejo assim é que se houvesse uma maneira melhor, digamos, se já existissem as técnicas de bombardeio de hoje, ninguém visaria deliberadamente mulheres e crianças. Não faria sentido bombardear cidades quando o que se procurava era um grupo específico para isolar e eliminar da face da Terra. Só faz sentido se você está tentando pôr fim a uma guerra. Os bombardeios teriam cessado na hora se os alemães se rendessem. A perseguição aos judeus não acabaria instantaneamente se os alemães chegassem a um acordo de paz e os nazistas permanecessem no poder depois da guerra.
Hermenegildo Pereira Junior Comentário de Hermenegildo Pereira Junior em 6 agosto 2009 às 22:24
Na verdade, se o assunto é TV, eu sou do tempo do Falcão Negro, de José Parisi, de Lúcia Lambertini, Glória Vidal, o Céu é o Limite de Aurélio Campos, Rin-tin-tin ("com o tenente Rip Master"), Bat Masterson ("no velho Oeste ele nasceu..."), jóias na TV, apresentado por Wilma Chandler que fazia a propaganda (tempo das garotas propagandas) da Max Factor, almoço com as estrelas e clube dos artistas. Aos domingos, antes do futebol transmitido por Raul Tabajara, com comentários de Paulo Planet Buarque, o cirquinho do Arrelia e Pimentinha ("como vai como vai como vai, como vai como vai vai vai...") e, à noite: "Papai sabe tudo"! Pra encerrar, no rádio: Nho Tô Tico, o Charutinho ("saudosa maloca") e o Clube abre às cinco, apresentado por Sônia Ribeiro!
Bruno da Silva Pacheco Comentário de Bruno da Silva Pacheco em 5 agosto 2009 às 9:04
Buenas Hermenegildo!!!

Bons tempos mesmo. Estudando no Colégio Tiradentes também tínhamos este custume, o professor era respeitado e merecidamente. Não sei se hoje ainda o fazem no Colégio, mas acho que pessoas que dedicam sua a vida a esta nobre missão de ensinar são merecedoras de todo respeito.
Já a televisão brasileira, de fato está meio carente de programas que informem e formem opinião com mais qualidade. Contudo pra quem tem oprtunidade, é claro, em alguns canais fechados ainda encontramos alguns documentários e programas com um pouco mais de conteúdo informativo, lamentávelmente, como disse, não é algo apalpável para todos e a estes só resta contentar-se com nossas emissoras tendenciosas. Já que falou em II GM no canal net geo às sextas às 22:00hs tem um programa chamado Generais em Guerra onde são comentadas as pricipais batalhas da guerra e as decisões dos melhores generais. É muito interessante e um pouco resumido, mas pra quem gosta do tema...

Abraço,

Bruno
Hermenegildo Pereira Junior Comentário de Hermenegildo Pereira Junior em 4 agosto 2009 às 18:19
Nos anos 1960 a TV brasileira tinha uma série que estimulava a curiosidade sobre a Segunda Guerra: Combat, era o nome desse verdadeiro Cult. Pensávamos todos que aquele tenente, o sargento e meia dúzia de soldados americanos derrotaram os alemães. Nos livros as surpresas: a batalha de Stalingrado, a batalha de Kursk, o holocausto... Nada disso era veiculado na TV. Mesmo assim dormia satisfeito e no outro dia, logo cedo, ia para o Ginásio, escola pública é claro. Quando os professores entravam na sala, todos nós nos levantávamos, respeito. Bons tempos!
 

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BESOURO

Bahia, década de 20. No interior os negros continuavam sendo tratados como escravos, apesar da abolição da escravatura ter ocorrido décadas antes.

Entre eles está Manoel (Aílton Carmo), que quando criança foi apresentado à capoeira pelo Mestre Alípio (Macalé). O tutor tentou ensiná-lo não apenas os golpes da capoeira, mas também as virtudes da concentração e da justiça. A escolha pelo nome Besouro foi devido à identificação que Manuel teve com o inseto, que segundo suas características não deveria voar. Ao crescer Besouro recebe a função de defender seu povo, combatendo a opressão e o preconceito existentes.

O filme Besouro é um épico em que fantasia e registro histórico se misturam no cenário deslumbrante do Recôncavo Baiano dos anos 20.Inspirado em fatos reais, Besouro combina aventura, paixão, misticismo e coragem sobre este um personagem que se tornou no contexto da capoeira. De certa forma, o filme aproxima-se de outros filmes que abordam lutas, como os chineses contemporâneos Herói e O Tigre e o Dragão.

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