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Comentário de Mariana Chaves Monti Souza em 20 abril 2013 às 11:16 Boa tarde à todos. Vocês conhecem algum livro que trate sobre o tema arqueologia do espaço ou da paisagem? Desde já, muito obrigada. Bjus!*
Comentário de Alaila Resende da Costa em 30 março 2013 às 6:53 Debate bastante interessante, só temos a ganhar com tamanhas informações, estamos torcendo pra um acordo legal, parabéns garotos!
Comentário de Isabel Santos em 29 março 2013 às 15:08 Érico, o que te posso dizer é que a paleontologia, como vês não é infalível, e por isso não acredito nos processos de datação, pois de darwin até hoje, eles estão sempre se enganando e depois, aparecem com novas teorias....
Enfim, não são de se confiar.
De fato, essa notícia mostra que erros ocorrem nos processos de datação. Contudo, podes provar que todos os processos de datação estão equivocados?
Comentário de Isabel Santos em 29 março 2013 às 6:57 Tal, como se enganaram em 1991, ao descobrirem o corpo desse homem que atribuíram-lhe milhares de anos, assim continuam a se enganar até hoje.
Comentário de Isabel Santos em 29 março 2013 às 6:48 3 – A Revista ISTOÉ, de 15 de janeiro de 1992, publicou uma nota cômica, sob o título: "O conto do pré-histórico." Diz o texto: "O homem do gelo, um corpo descoberto em setembro do ano passado nas montanhas do Tirol e identificado como o mais antigo homem pré-histórico encontrado na Europa, pode ter sido um dos monumentais enganos da arqueologia em todos os tempos. ‘Pré-histórico nada. O corpo é do meu pai, que foi pescar ali no início dos anos 70, se perdeu e nunca mais voltou, garantiu uma suíça em carta publicada na Quinta-Feira, 9, pelo diário La Suisse, de Genebra. A mulher, que não teve seu nome divulgado, reconheceu os traços do pai em fotografias e exigiu do governo austríaco a devolução do corpo – atualmente guardado na Universidade de Innsbruck – para sepultá-lo. Exames atribuíram ao corpo entre 4,6 mil e 8 mil anos."
Aqui tens, Érico uma prova moderna dos erros de datação.
Em primeiro lugar, todas essas fontes citadas tem mais de 30 anos (um período consideravelmente grande de tempo quando se fala de ciências mais experimentais). É perfeitamente possível que as falhas da datação radiométrica tenham sido satisfatoriamente sanadas nesse período de tempo. Isso sem contar que Jonathan Schell (terceira fonte) é um jornalista, isto é, um leigo. Na revista Scientific American Brasil podemos ver um pouco da evolução do método de datação por carbono-14:
"Datar a arte da gruta com precisão só foi possível porque, no fim dos anos 1970, o método do carbono-14 passou por uma pequena revolução. Trata-se do desenvolvimento da espectrometria de massa por acelerador, cuja principal vantagem é o tamanho das amostras que é possível analisar. Menos de 1 miligrama de carbono basta, ou seja, cerca de mil vezes menos do que na técnica clássica por contagem radioativa. Dessa forma, centros de pesquisa como o Laboratório de Ciências do Clima e do Meio Ambiente em Gif-sur-Yvette (França) conseguiram datar amostras minúsculas, ou que, por serem preciosas e raras demais, não podiam ser muito deterioradas. É o caso das pinturas pré-históricas e dos desenhos realizados nas paredes das cavernas, ou arte parietal, como a chamam os arqueólogos." - http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/a_caverna_onde_a_arte_nasc...
Em segundo lugar, supondo que a datação radiométrica seja efetivamente equivocada,existem outros métodos de datação, como por exemplo a datação por aminoácidos (no caso de antigos organismos vivos), entre outros. Deve-se lembrar que esses métodos costumam, curiosamente, convergir em seus resultados.
http://jan.ucc.nau.edu/~dsk5/AAGL/method.html (sobre a datação por aminoácidos)
Comentário de Isabel Santos em 28 março 2013 às 15:23 Érico você perguntou quis foram as minhas fontes sobre os « erros paleontólogos» cá estão: A Revista científica ( ciência Popular) em Novembro de 1979, afirma:
As datas determinadas pela decomposição radioativa podem estar equivocadas-não apenas em questões de anos, mas em ordens de magnitude. O homem, em vez de estar andando pela Terra há 3,6 milhões de anos, talvez esteja por aqui por apenas alguns milhares de anos: Popular Science
O Físico Nuclear W. F. Libby, Prêmio Nobel, um dos pioneiros da datação radiocarbônica, declarou na Revista Science ( ciência):
A pesquisa no desenvolvimento da técnica de datação consistiu em 2 estágios-a datação de amostras, respectivamente das históricas e pré-histórica. Eu e Arnold tivemos o nosso primeiro choque quando nossos consultores nos informaram que a História remontavam apenas a uns cinco mil anos....Leem-se declarações no sentido de que tal e tal sociedade ou sítio tem 20.000 anos. Aprendemos um tanto abruptamente que estes números, estas idades antigas, não são conhecidos com exatidão: Science, datação pelo radiocarbono de W.F.Libby, 3 de Março de 1961.
O livro: O Destino da Terra, lemos:
Há apenas seis ou sete milhares de anos, emergiu a civilização, habilitando-nos a construir um Mundo humano:
The Fate of the Earth, de Jonathan Schell, 1982, pag. 181
Carlos, tentei me informar com maiores detalhes sobre o tema "datação" e encontrar os debates que você mencionou e só o que achei foram comentários a respeito do quão confiável é o método de datação radioativa. Inclusive, o pessoal da net comenta que a evolução de métodos estatísticos e computacionais tem tornado o método mais "robusto", isto é, mais preciso e acurado.
Quanto ao homem de neandertal, essa quebra de paradigma já ocorreu há muitos anos (por favor me corrija, mas acho que os paleontólogos mudaram essa concepção no início do século XX).
Comentário de carlos esteves em 27 março 2013 às 15:27 ÉRICO, CONCORDO COM A ISABEL, E PARA FONTES, MEU CARO, BASTA PESQUISARES OS DEBATES CIÊNTIFICOS, QUE VAIS VER QUE NEM ELES PRÓPRIOS, SE ENTENDEM. SÓ PARA CITAR UM EXEMPLO:
O HOMEM DE NEANDERTAL, ERA CONSIDERADO, UM HUMANO PRIMITIVO, ATÉ QUE FORAM FEITAS NOVAS AVALIAÇÕES E CONSTATARAM QUE ELE ERA CURVADO, DEVIDO Á UMA DOENÇA, E NÃO POR SER UM HOMEM-MACACO.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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