Os Annales e a Nouvelle Histoire

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Os Annales e a Nouvelle Histoire

Dos "Annales d'Histoire Économique et Sociale",1929, passando por "Annales d'Histoire Sociale",1939, e "Annales. Économies, Sociétés, Civilisations", 1946, até "Annales. Histoire, Sciences Sociales", 1994 aos nossos dias, e a Nouvelle Histoire.

Site: http://www.editions.ehess.fr/revues/annales-histoire-sciences-sociales/
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Última atividade: 8 Abr

Número mais recente lançado:

Revue Annales. Histoire, Sciences sociales, n° 2-2008

Écritures médiévales – Mai 68 – Penser le totalitarisme – Étrangers et citoyens

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Comentário de Jose Carvalho Lima Junior em 20 junho 2011 às 19:49
parabens aos componentes deste grupo, pois é necessario esclarecer mais sobre os estudos das mentalidades...
Comentário de Joziane Maria Cordeiro em 23 março 2011 às 7:27
Excelente!!! Eu estudei história das mentalidades, muito bom!
Comentário de Prof Rafael José de Campos Pinto em 23 março 2011 às 1:28
Eu adorei estudar na faculdade, e adoro ler opiniões concisas sobre " As escola dos Analles", parabéns pela iniciativa de colocar um tema tão polêmico quanto essa revista revolucionária e seus assunto de cunho crítico!!!
Comentário de Marta Guedes em 15 novembro 2010 às 15:13
To vendo Escola dos Annales. gosto muito de aprender.
Comentário de Carlos Machado em 19 maio 2010 às 17:21
Parabéns aos idealizadores desse grupo de discuussão e socialização de idéias. Debater a historiografia e, por conseguinte, história a partir dos Annalles é sempre um prazer. A importância dessa revolução teórico-metodlógica é inabalável para o sucesso da história enquanto ciência humana, a despeito das críticas que se concentram sobre os rumos enveredados atualmento pela ciência de Clio. A popularização, as novas abordagens , o diálogo com as outras ciências sociais foram fundamentais para renovar a sua abordagem. Sem relegar a segundo plano as contribuições dos Escola Marxista Inglesa, a escola dos annalles realmente merece ser amplamnete debatida, ou então até hoje estariamos legitimando a abordagem historiográfica positivista.
Comentário de getulio miranda barbosa jr em 17 fevereiro 2010 às 17:03
gostaria que alguem lesse a história em migalhas de f, dosse
Comentário de Merilin Baldan em 11 fevereiro 2010 às 19:34
Oi,
vi sua mensagem na comunidade dos Annales e a Nouvelle Historie. Pelo que entendo, a primeira geração dos Annalles, muitas vezes, confundidos como marxistas, trabalham a relação estrutura e superestrutura (no caso, mentalidade) em seus objetos; a segunda geração, já inverte a proposta marxista, optando em trabalhar em primeiro plano com a superestrutura (mentalidade), sem deixar de fazer pontes com a base, mas em termos para explicar o objeto, não de forma sistematica; e a terceira geração foca apenas a mentalidade, o objeto em si, sem nenhuma dessas relações. Será dessa terceira geração, que radicalizada, formará a História Nova. Bom, até o momento dos meus estudos sobre esse tema, cheguei a essas conclusões.

Jéssica, também me interesso, particularmente, nessa relação entre os Annalles e a História Marxista. Você está lendo alguma coisa em particular? Podemos trocar referencias. Abraços,
Comentário de Cristina Toledo de Carvalho em 11 fevereiro 2010 às 18:44
Com o surgimento, em 1929, da Revista Les Annales d´Histoire Économique et Sociale, observou-se a difusão de novas perspectivas, abordagens e concepções acerca da história. A partir de então, houve uma ruptura com a historiografia positivista, que, de forma geral, concentrava-se nos estudos de fatos políticos e na narração linear e cronológica dos feitos de reis, rainhas e demais autoridades. Em torno da Revista dos Annales, desenvolveu-se um movimento, e não uma escola propriamente dita, o qual teve como pioneiros Marc Bloch e Lucien Febvre, dissidentes da Revista de Síntese e fundadores da Revista dos Annales. Entre as propostas difundidas pelos Annales, merecem destaque as seguintes: interdisciplinaridade (ou seja, diálogo da História com as demais áreas das ciências humanas), valorização de diferentes categorias de fontes (além dos documentos escritos, passaram também a ser consideradas fontes históricas, as fontes orais, iconográficas, entre outras), abrangência temática, abrindo, assim, caminho a pesquisas e estudos a respeito de grupos sociais não hegemônicos, por meio de uma dimensão cultural, que privilegiava aspectos e modos de vida de seus integrantes.
Parafraseando Peter Burke, a "Escola" dos Annales foi a Revolução Francesa da historiografia. Além de Bloch e Febvre, outros "revolucionários" do movimento devem ser citados, entre os quais: Fernand Braudel, Jacques Le Goff, Le Roy Ladurie e Georges Duby.
Comentário de Mara Aparecida F. de Oliveira em 1 fevereiro 2010 às 18:08
Oi pessoal, vocês teriam algum material da historiografia brasileira em perspectiva? Estou precisando muito
Comentário de Leandro Santos em 21 janeiro 2010 às 8:22
Os Annales não formam um bloco mas uma nebulosa,afastam-se de toda Teoria da História, Filosofia da História, se constitui um grupo heterogêneo com diversas contribuições.
 

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