Podemos considerar aqui o período colonial.
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Permalink Responder até Hélio Sérgio Ferreira Teixeira em 17 junho 2012 at 19:30
Saudações Bruno Leal.
A mulher escrava na senzala tinha vários afazeres, cuidava das crianças, lavava roupa, cuidava da horta e principalmente cozinhava para muita gente. Em algumas fazendas de café a senzala era dividida em casas para os escravos que eram casados, ai a mulher tinha uma vida mais reservada, mas com muitas obrigações.
Permalink Responder até Bruno Leal em 29 junho 2012 at 9:53
Tem alguma referência sobre o tema, Hélio? (livros, artigos...)
Obrigado pela colaboração!
Permalink Responder até Rachel Araújo da Silva em 30 novembro 2012 at 7:55
Bom Dia Willians!
Realmente o serviço da mulher escrava na mulher não se resumia só em ficar na senzala, havia uma vida social na colônia como você nos relatou. Mas para aquelas que ficavam seu dia dia era bem complexo, como nosso amigo Hélio escreveu tinham vários afazeres desde o mais leve ao mais pesado ( como cuidar de crianças, horta, cozinhar ), não podendo esquecer também que em geral algumas saiam para o trabalho no campo.Para mim os melhores autores que descrevem toda essa rotina é Gilberto Freire em "Casa Grande e senzala", Ricardo Salles em " " E o Vale era o escravo", claro entre outros que nos relatam muito bem sobre o tema.
Rachel:
É interessante também lembrar que existia as obrigações de trabalho quando as escravas constituiam pecúlios familiares. Muitos senhores, atraves de acordos, concediam um pedaço de terra para essa nova família. Então, alem de trabalhar para o senhor, a escrava tinha que manter junto com o esposo o pecúlio familiar e a sobrevivência da família e seus filhos.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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