Este grupo reúne estudantes e pesquisadores interessados em conhecer, analisar e divulgar temas e fatos históricos tidos como latinoamericanos. Pretende compor um cardápio diversificado de elementos a serem desfrutados criticamente.
Membros: 109
Última atividade: 14 Maio
Iniciado por Bruno Leal. Última resposta de Bruno Leal 1 Mar. 2 Respostas 1 Curtiu isto
Iniciado por simone maria cordeiro fittipaldi. Última resposta de Bruno Leal 28 Jun, 2011. 6 Respostas 1 Curtiu isto
Iniciado por Ana Lod. Última resposta de Bruno Leal 12 Abr, 2012. 4 Respostas 1 Curtiu isto
Comentar
Aprendemos que a lg e lgm - idioma falado e escrito - é um indício de forte domínio externo .... no entanto, sendo o Brasil "nação independente", fez recentemente a reforma nas regras de português mantendo-se atrelada ao "colonizador". Quais as explicações e/ou interesses que problematizam a não adoção da "lg brasileira" já que englobamos uma diversidade social ? Onde encontrar informação sobre este tema?
Comentário de João Roberto Laque em 18 abril 2013 às 23:17 UM LIVRO DE HISTÓRIA IMPRESCINDÍVEL PARA VOCÊ,
AMIGO DO CAFÉ HISTÓRIA.
MAS É SÓ ATÉ AMANHÃ
PARA CONHECER MELHOR A OBRA ACESSE
www.osanosdechumbo.blogspot.com.br
ABRAÇÃO.
Comentário de Carlos em 14 outubro 2012 às 19:52 O Brasil não tem nada a ver com a América hispânica, francófila ou inglesa: Somos únicos, cabindas, umbundos, lusos, germanos, tupis, jês, espanhois..enfim uma variedade de povos fundidos em um território continental alicerçados por um só valor, o da Brasilidade. Essa coisa de América Látina unida e fundida é invenção de bolivarianista.
Não temos nada a ver com essa gente, no máximo América do Sul..
Comentário de ana carolina varjão de matos em 20 julho 2012 às 14:51 Boa tarde, estou entrando no grupo agora e fazendo meu trabalho de monografia sobre como a Inglaterra imperialista conseguiu se manter até hoje na América Latina,e principalmente como ela até hoje consegue manter As MALVINAS, como uma "colônia".Bom se alguém souber de livros que possam acrescentar meu trabalho, estarei muito agradecida.Abçs.
Mas não podemos deixar de discutir sobre o imperialismo inglês e estadunidense na América Latina, pois continua real e contínuo,as bases na Colômbia, o assédio por Alcântara, Ocupação do canal do Panamá, Guantanamo e etc. Não vamos deixar de trocar idéias e soluções. Estamos no caminho certo, Pablo, Malvinas é uma ocupação imperialista inglesa, mas perdemos. Não há nada para defender lá. Temos que defender o que é nosso!
Abraço, Pablo
Oi Roger,
se você escreve em espanhol posso indicar o contato de um amigo hondurenho que pode te dar dicas de leituras.
Abraços,
Acima de tudo, Pablo, na minha opinião, seus habitantes. Na grande maioria, dos 3mil desta região, é formada por povos sacções e não se sentem identificados com o povo latino. Eles não estão na América Latina, estão no oceano, tanto cultural como geograficamente. Tanto Inglaterra quanto Argentina manifestam publicamente intenções imperialistas na região, o petróleo, sem ao menos considerar o interesse público deste povo.
Abraço, Pablo
Comentário de Jaime Magalhães Morais em 19 fevereiro 2012 às 17:04 Oi Pablo,
A quem você atribui a responsabilidade por esta revolta? Por que as autoridades são tão omissas em relação aos conflitos, e porque são tão pouco divulgadas?
Comentário de Mauro Sergio em 13 fevereiro 2012 às 15:08 fala Roger, beleza velho, entao cara, foi desse livro que tirei a ideia de pesquisar sobre as mulheres no processo de independencia da america latina, sobretudo, Manoela Saenz, vi um pouco da trajetoria de vida dela no livro e me interessei por ela em especifico, mais la tem varias mulheres, que a autora cita, desde ja agradeço a força, abraços,...
Olá Mauro! Qndo vi seu comentário o repassei para um professora da UFG que pesquisa o processo de independencia da America Latina - personagens, especialmente Simón Bolivar - veja o q ela respondeu: Roger:
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
Ativado por


Você precisa ser um membro de América Latina: identidade e projeto para adicionar comentários!