Agudás são comunidades de escravos libertos no Brasil (afro-brasileiros) e retornados ao Benim, África.
Local: Anchieta - RJ
Membros: 55
Última atividade: 25 Mar
Iniciado por Alex. Última resposta de Bruno Leal 2 Abr, 2012. 1 Resposta 0 Curtiram isto
Comentar
Comentário de Carlos em 24 outubro 2012 às 21:48 A alienação sistemática travestida de Educação que esta civilização nos impõe é muito útil para revigorar a nossa ignorância, perpetuar o nosso esquecimento e consolidar tudo o que os seus formuladores querem continuar a esconder.
Os Estados Unidos mandaram parte dos seus ex-escravos para a Libéria, a Inglaterra fez o mesmo, mas com destino diferente, na vizinha Serra Leoa; e nós facilitamos o regresso dos nossos para o Benin. Agudás.
Comentário de Francemberg Teixeira Reis em 16 abril 2012 às 19:33 Jessica,
Não foi a minha intenção falar qual "o melhor caminho" para tratar da religiosidade africana na sala de aula do ensino fundamental e/ou médio, mas, opinar academicamente, o fórum de discussão iniciado pelo Alex, que questionou a escassez de pesquisas que tratam sobre o retorno dos ex- escravos à África. Apontei a religiosidade como um caminho adequado, haja vista que esta expressa uma forte identidade entre aqueles que ficaram no Brasil e os que retornaram à África, apontando similaridades entre os procedimentos ritualísticos, por exemplo. Em relação à sua resposta - que se atém ao ensino nas escolas - concordo plenamente com vc. O estudo da religiosidade africana ainda se constitui um tabu, face ao histórico preconceito que passou esta religião ao longo dos séculos. Até mesmo na Bahia, estado onde vivo, é perceptível uma certa resistência em tratar diretamente do assunto na disciplina de história, mesmo apesar da lei nº 10.639 de 2008 que dispõe sobre o ensino de História da África; em muitos momentos falar em África e afrodescendentes se restringe apenas à algumas atividades realizadas na semana da Consciência Negra. Como novos professores precisamos mudar este quadro.
abraços
Comentário de jessica melissa lima borges em 16 abril 2012 às 15:39 Francemberg, eu discordo com sua pontuação de que a religiosidade venha ser o melhor caminho para abordar o assunto. Uma vez que é justamente o problema, nem todos os pais ao saberem que na escola ensinam a tão famosa " macumba" vão aceitar tão facilmente, as vezes o em falar em "cultura africana" causa preconceito e desconforto para aprofundar o tema. Acredito que o certo, e isso tem sido bastante discutido em minha faculdade, é primeiramente falar sobre a culinária, vestimentas para por ultimo quando os alunos entenderem que o fato de estarem aprendendo, não significa que terão que adotar o mesmo, e que a parte religiosa é um fator presente nessa cultura, logo a necessidade de abordala, ai sim entrar nesse assunto. Entrar no assunto religião africana logo de começo é um suicidio para o professor....
Comentário de Francemberg Teixeira Reis em 15 dezembro 2011 às 20:44 há um interessante documentário que trata dessa questão o nome é: Atlântico negro, na rota dos orixás. Infelizmente não conheço nenhum trabalho específico que discuta sobre isso. Acredito que para desenvolver uma pesquisa envolvendo esta temática, será indispensável estudar numa perspectiva culturalista, focando as reproduções culturais afrobrasileiras no continente africano no século XIX. A religiosidade, como já apontado abaixo por Maria Julia, será o principal caminho para alcançar tal objetivo.
Comentário de Cris Meinberg em 3 julho 2009 às 13:45 Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
Ativado por


Você precisa ser um membro de Agudás, escravos brasileiros libertos, que retornaram à África. para adicionar comentários!