Getulio Vargas ajudou a DIMINUIR (acabar não porque eles ainda existem no Nordeste) o
coronelismo no Brasil ? dizem que com suas leis, voto secreto, Leis Trabalhistas e tal
ele contribuiu para o declinio dos coroneis no Brasil. Isso é verdade ? Qual a relação
de Vargas com os coroneis ?
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Permalink Responder até alexandre silva volk em 4 outubro 2010 at 20:26
Permalink Responder até Rodrigo Phanardzis Ancora da Luz em 5 outubro 2010 at 9:54
Permalink Responder até Rodrigo Phanardzis Ancora da Luz em 12 outubro 2010 at 10:15
Permalink Responder até Elisana Reis da Silva em 29 outubro 2010 at 11:34
Permalink Responder até Elisana Reis da Silva em 30 outubro 2010 at 10:31
Permalink Responder até Jorge Figueira em 19 novembro 2010 at 23:14
Permalink Responder até Paulo Daniel Spolier em 23 novembro 2010 at 14:11
Permalink Responder até Carlos Americo Kogl em 16 dezembro 2011 at 13:09
O coronelismo representa, e sempre representou, o que há de mais atrasado. Com o voto secreto, as leis socias, a organização sindical e o DIP( Departamento de Imprensa e Propaganda) Getulio promoveu grandes mudanças no país. A revolução de 30 foi uma revolução contra as oligarquias e Getulio emergiu nesta época. Ela já tinha sido Ministro da Fazenda de W. Luis e, portanto, conhecia bem (de perto e por dentro) a jeito de fazer política na Republica Velha. E isso precisava ser combatido. O Brasil precisava se modernizar, ter orgulho de si mesmo e expressão própria.
Permalink Responder até Bruno Leal em 29 fevereiro 2012 at 10:31
Não há dúvidas: o lugar do coronelismo histórico é a República Velha.
Vargas rompeu com um paradigma político em 1930.
Bem-vindo (a) ao
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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