A América antiga fala

Informação

A América antiga fala

Membros: 107
Última atividade: 16 Jul, 2012

Fórum de discussão

Etnomatemática

Iniciado por Carolina Ramos Regis. Última resposta de Bruno Leal 6 Jun, 2011. 3 Respostas

o imperialismo na américa

Iniciado por vanuza matos goncalves 28 Abr, 2008. 0 Respostas

Material de Estudo

Iniciado por Feldens. Última resposta de Carolina Ramos Regis 15 Mar, 2008. 3 Respostas

Caixa de Recados

Comentar

Você precisa ser um membro de A América antiga fala para adicionar comentários!

Comentário de Márcio Marquetto Caye em 10 agosto 2011 às 21:19
Olá amigos!
Neste ano, 2011, completam os cem anos da descoberta de Machu Picchu pelo homem branco. Machu Picchu é ainda um lugar cheio de mistérios, curiosidades e muita história. Então, para quem sonha um dia visitar este local e ainda conhecer diversos aspectos culturais, artísticos, geográficos, políticos e econômicos, e ainda realizar a famigerada trilha inca, posto abaixo o link sobre o meu livro a respeito disso, já que passei um mês perambulando de mochila pela Bolívia e Peru, o que valeu um conhecimento tão grande que resolvi compartilhar esta grande experiência. Abraço a todos!
Qualquer curiosidade, meu e-mail: marciocaye75@yahoo.com.br

http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-192225388-rumo-a-machu-picch...

Márcio M. Caye
Lajeado-RS
Comentário de Feldens em 26 fevereiro 2011 às 10:09

Contato Transoceânico:

Parte 1 por T. Michael Smith.

Traduzido por Elson Carlos Ferreira, Curitiba/Brasil – Maio/2004

 

Nesta série de três partes, eu reverei e comentarei o assunto-chave do Contato Transoceânico de uma maneira geral para uma augiência geral. Esta apresentação tocará no assunto da grande antigüidade das viagens pelo mar,  a falta de registros dos nativos americanos, a rejeição acadêmica de difusão, a estreita tendência que presentemente flui desta rejeição, e a evidência acumulativa de que esta tendência deve ser abandonada.

Estudiosos da préhistória agora sabem que pelo menos a 40.000 e possivelmente 50-60.000 anos atrás, o Homo sapiens deixou a Ásia, cruzou o Pacífico Sul e entrou pela Austrália (Camm 1989:28). Um pesquisador pode considerar essa travessia como resultado de um acidente, talvez algum desafortunado casal aborígene primata australiano agarrados a um tronco e confiando na sorte. Entretanto, é possível também que estas pessoas, e outros do mesmo período, tivessem uma forma mais sofisticada de viajar sobre a água do que apenas agarrar-se ao objeto flutuante que estivesse mais perto, confiando só nos instintos de sobrevivência. Uma balsa ou um barco primitivo pode ter sido usado para facilitar a travessia de rios, as pescarias e as viagens consteiras. Nós não podemos esperar que uma embarcação tão frágil pudesse ter sobrevivido para que a examinássemos e pudéssemos lembrar que a viagem provavelmente aconteceu numa era próxima da idade do gelo na costa das grandes áreas costeiras dos arquipélagos da Ásia e da Indonésia, atualmente submersas, que estiveram expostos durante o período geológido Pleistoceno, quando houve avanço do gelo. Baixos níveis do mar ocorreram por volta de 50.000 e 20.000 B.P., e uma grande cheia ocorreu por volta de 40.000—possivelmente em 50.000 ou em data anterior (Kirk & Thorn 1976). Inundações subsequentes destas áreas também podem ter dado origem a alguma importante dificuldade populacional e de hatitat, particularmente no grande recife de Sunda shelf (Ulock & Power 1989).  

No Novo Mundo nossa primeira grande evidência de viagens de barco é o desenvolvimento do povo Red Paint do período Arcaico da Europa para a América do Norte ao longo da costa Atlântica. Este povo deveria ter barcos para poderem desenvolver seus povoamentos como o fizeram. (NOVA Film: Secrets of the Lost Red Paint People, 1987).

Comentário de Feldens em 26 fevereiro 2011 às 10:08

Outras emigrações para a América são evidentes na costa oeste. Por exemplo, o arqueólogo russo Ruslan Vasilevskii (1989) reporta artefatos similares na Asia Arcaica adiante do margem do Pacífico Norte desde o Japão até Oregon. Similarmente,  cerâmica idêntica à japanesa tem sido reportada do contexto do sexto milênio antes de Cristo no rio Columbia (Stengar 1989), e cristais semelhantes aos da Ásia foram encontrados no Alasca, do contexto do quinto milênio antes de Cristo (Davies 1989). Cerâmica do Equador foram ligados por Meggers, Evans e Estrada aos povos japoneses de Jamon, num relatório de 1965. A interpretação instantaneamente tornou-se controversa, quase  tanto para suas reinvidicações de ser a primeira tradição em cerâmica na América (3600 B.C.) etc. quanto ao ser um fenômeno transoceânico. Tradições anteriores têm sido atualmente encontradas, mas o tema de Jamon e a influência na cerâmica Valdiviana permanece. O debate continua, mas de maneira interessante, um argumento para uma cultura em cerâmica pelo pacífico está surgindo. (Meggers 197 1; 1975; Jett 1991:25)

Grupo de pessoas que usaram botes anteriormente podem existir. Alguns pesquisadores de Paleo-índios sentem que um corredor livre de gelo não era a única rota de migração para as Américas. Eles propõem a hipótese de que pessoas com um conhecimento e uso oceânico, movimentação costeira, e cultura orientada para a praia/terra, entraram no Novo Mundo vindos da Ásia durante um interstício. Teorias a esse favor são escaças mas interessantes evidências etnográficaslocais para apoiar suas hipóteses existem. Estas possibilidades estão causando uma reorientação de alguns planos de pesquisa  de Paleoíndios para dirigir a questão de “onde procurar” para a a evidência destes Paleoíndianos em particular (Nova 1987). Todos os Paleoindianos provavelmente não eram caçadores de grandes animais. Uma adapatação de subsistência costeira pode estender-se a um tempo mais adiante do que o período Arcaico.

Abundantes evidências Paleoindianas no Novo Mundo por volta de 15.000 B.P. têm existido por muitas décadas. Uma poucas datas anteriores foram formal e largamente desafiadas e finalmente eliminadas. Naturalmente, a ciência conservadora apoiava o firme material e apontava as inadequabilidades dos materiais recentes de lugares tais como Tule Springs, Lewisville, e Calico. Mais recentemente, novos achados em El Bosque, Nicaragua, Pedra Furada, Brasil, Chile, Pennsylvania, etc. evidenciam que  Paleoindianos estiveram aqui bem antes de 15.000 B.P. Neste ponto, ninguém sabe exatamente quão remotamente o registro pode estender-se para trás no tempo no período Pleistoceno. O ano-teto de 15.000 do ambiente acadêmico no período recente mainstream foi quebrado, e novas e excitantes pesquisas estão a caminho.

Comentário de Feldens em 26 fevereiro 2011 às 10:07

As eras Páleo e Arcaica não são os únicos períodos a experimentarem uma nova avaliação do contato transoceânico. Especialmente porque não há evidências acumuladas para tal contato em períodos anteriores. Nós destacaremos revelações recentes destes últimos períodos em artigos subsequentes, entretanto, neste material nós vemos que o ano-teto de 15.000 das hipóteses da tradicional subsistência dos povos dos períodos Páleo e Arcaico dogmaticamente sustentadas em alguns setores antropológicos estão passando por ajustes. Evidentemente, a história evolucionária do homem permanece no Velho Mundo, mas avançados e recentes contatos com o Velho Mundo têm tomado lugar. Além do mais, os oceanos obviamente serviram como rotas de viagens para algumas culturas, e um número limitado destes povos provavelmente encontraram seu caminho aqui repetidamente por um longo período de tempo. Pessoas vieram para o hemisfério repetidamente por mar e por terra.

Bibliography

Camm, J.C., et al, Australian Historical Atlas Faufax, Syme & Weldorn Associates 1989.

Davies, Atlas of Southeast Asia Ulock and Power editors, Macmillan, London 1989.

Jett, Stephen C., "Precolumbian Transoceanic Contacts", The Diffusion Issue, Donald L. Cyr editor, Stonehenge Viewpoint, Santa Barbara, CA 1991.

Kirk, R-L. and A.G. Thorne, The Origin of the Australians Humanities Press, New Jersey, 1976.

Meggers, Betty J., Clifford Evans, and Emilio Estrada, Early Formative Period of Coastal Ecuador: The Valdivia and Machalilla Phases Smithsonian Contributions to Anthropology 1, 1965.

Meggers, Betty J. "Contacts from Asia," The Quest for America, PH Mall Press, London 1971.

"The Trans-Pacific Origin of Mesoamerican Civilization: A Preliminary Review of the Evidence and Its Tbeoretical Implications, "American Anthropologist" 77:1, 1975.

Nova, "Secrets of the Lost Red Paint People," Public Broadcasting Corporation, 1987.

Stengar, Atlas of Southeast Asia Ulock and Power editors, Macmillan, London, 1989.

Ulock, Richard and Gyula Power, Atlas of Southeast Asia, Macmillan, London 1989.

Vaselevskii, Ruslan, Atlas of Southeast Asia, Ulock and Power editors, Macmillan, London,1989

Comentário de Valter Pitta Moreira em 23 agosto 2010 às 12:57
O declínio dos Maias
Com sua magnífica arquitetura e conhecimento
de astronomia e matemática, os maias foram
uma das grandes culturas do mundo antigo.

Pesquisas recentes reafirmam o papel essencial
do clima no colapso da grande civilização que
ocupou extensas áreas da América Central.
Para ler...
Clique aqui

Um grande abraço!!!

Valter Pitta
www.universodahistoria.blogspot.com

Levando o universo da História a você.
================================
Comentário de Rodolfo Pauzer Migliorini em 12 novembro 2009 às 9:18
Olá,
para todos aqueles que se interessam por multiculturalismo na América Latina acessem multiculturalismolatino.blogspot.com, comentem e mandem suas contribuiçoes!!

Abraço a todos
Comentário de Mariana de Oliveira Andrade em 3 abril 2009 às 12:33
Oi tudo bem ,,,
sei que o topico nao é para isso mas se puderem dar uma força..
tenho que prepara uma aula que fale sobre América espanhola colonial,,,,para uma 6 serie,,,,sera q vc poderiam me dar ideias sobre o que pode ser essa aula??
valeu.......
 

Membros (107)

 
 
 

LINKS PATROCINADOS

Conteúdo da Semana

Ano passado, conversamos com Angela Bettencourt, uma das principais responsáveis por projetos de digitalização dos acervos da Biblioteca Nacional. Clique na imagem e relembre esta conversa.

Links Patrocinados

Cine História

Era uma vez na Anatólia

A novela pode ter acabado, mas a Turquia continua em cena no Brasil. Acaba de chegar aos cinemas do país o filme "Era uma vez na Anatília", co-produção Bósnia-Turquia.

Nas planícies da Anatólia, na Turquia, um grupo composto de um policial, um médico legista e um advogado conduz dois prisioneiros em busca do local onde enterraram sua vítima. Já é tarde da noite e, em meio à escuridão, eles não conseguem mais encontrar o local exato onde foi colocado o cadáver. Entre as divagações e os deslocamentos, o advogado e o médico começam a se conhecer melhor, percebendo que eles têm pontos de vista muito diferentes sobre a vida.

Enquete História

Você acredita que João Goulart foi assassinado por agentes da ditadura militar?

Sim
Não
Talvez


Resultado Parcial
Comentar esta Enquete
Recomendar esta Enquete

Em nossa enquete anterior, perguntamos: de 0 a 5, que nota você daria para a edição da ANPU regional (2012)? 638 pessoas votaram na enquete. O resultado foi o seguinte: 0 (27,90%), 5 (22,24%), 3 (16,14%), 4 (15,05%), 2 (7,99%) e 1 (7,68%).

Parceiros


NOSSOS OUTROS PROJETOS

Política de Privacidade

Para ler nossa "Política de Privacidade", clique aqui.

© 2013   Criado por Bruno Leal.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço

body, .xg_reset .xg_module_body { line-height: 1.3; }