Tags:
Permalink Responder até Tiago Elmôr em 2 novembro 2011 at 1:12
É algo complicado analizar História fazendo suposições, pois todos partimos da subjetividade ao analisarmos algo! Creio que caso a Alemanha estivesse no bloco vencedor, Hitler chegaría ao poder de qualquer forma. Por quê?! Anterior à guerra nós temos um nacionalismo peculiar e "realista" que nos levou à 1ª Grande Guerra, já no período Pós-Primeira-Grande-Guerra nós tivemos os "Estatais-nacionalismos" em vários locais do mundo que por sua vez fora intensificado pela Crise de 1929, ou seja, vencer a 1ª Guerra Mundial talvez firmasse mais ainda o nacionalismo Alemão e por conseguinte teríamos uma Alemanha governada por Hitler mais expansionista, mais forte militarmente, sem ter precisado se recuperar economicamente de forma exorbitante, efim; creio que haveríamos tido uma 2ª-Guerra Mundial MUITO pior.
De qualquer forma não é função do historiador pensar "o que tería acontecido" e sim analisar "o que aconteceu", mesmo porque já bastam economistas que fazem "bico" como videntes, historiadores seria pior, imagine um livro entitulado "O que sería o Brasil se a família Real não tivesse vindo em 1808"ou "O Mundo ATUAL sem tido o Iluminismo e a Revolução Francesa de 1789". Não dá néh?!
Permalink Responder até Larissa Almcus em 2 novembro 2011 at 14:40
Permalink Responder até Tiago Elmôr em 2 novembro 2011 at 17:28
Permalink Responder até Tiago Elmôr em 10 novembro 2011 at 13:44
Passei por aqui e esqueci de um comentário! A industria bélica dos Estados Unidos só fora fomentada durante a 1ª Guerra Mundial, que foi aprovado pelo Congresso durante o Governo de W. Wilson, para criação de navais bélicos e ainda assim ela a tornou-se a segunda maior potência bélica (não passou a Inglaterra), ultrapassando assim a Alemanha que era a terceira neste momento. A "vergonha" alemã já estava fomentada em meio à primeira Guerra, não no fim da mesma, e sim antes do posto de Hitler como presidente da República de Weimar, ganhando ou não são x fatores que levarou Hitler ao poder e não ao fato de ter perdido a 1ª Guerra Mundial.
Existem 3 livros que qualquer pessoa deve ler se que falar sobre a 1ª Guerra Mundial e por conseguinte sobre a 2ª Guerra Mundial: A League of Nations, Brasilford; A Era do Impérios, Hobsbawn; A Grande Ilusão, Norman Angell.
Se a Alemanha tivesse ganho a 1GM a historia do Mundo teria sido diferente por varias razoes. Para comecar a Alemanha seria ainda uma monarquia. As razoes que precipitaram a 2GM, que estao relacionadas com a ascensao do fascismo possivelemente nao existiriam e a Alemanha estaria numa posicao mais forte sendo a maior potencia Europeia. As condicoes para a criacao de um regime fascista nao existiriam, ou seja, sentido de huminlhacao, desemprego elevado e pagamento exorbitante de reparacoes da guerra a Franca.
O mapa geo-politico seria diferente, a Alemanha teria acesso a mais recursos para apoiar o seu desenvolvimento, possivelmente teria o controle sobre a area de Alsacia e Lorena que sao ricas em carvao, essencial para o desenvolvimento da industria belica. Mas nao so, a Alemanha possivelmente teria visto o seu imperio colonial na Africa espandir, falava-se na altura em paises como Angola passarem para o controlo da Alemanha.
Mas mais ainda a Alemanha teria um grande aliado, o Imperio Austro-Hungaro que possivelmente passaria a Franca como terceira potencia na Europa bem como o Imperio Otomano veria as suas fronteiras espandir para a peninsula arabica bem como a consolidacao do seu poder no medio oriente como potencia regional.
No entanto, penso a guerra fria comecaria mais cedo, ou seja, o conflito ideologico entre as chamadas democracias do ocidente versus o comunismo russo, onde a Alemanha teria um papel chave como potencia ocidental em conjunto com os EUA, Inglaterra, Franca e Imperios Austro-Hungaro e Otomano na luta contra o communismo.
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
Ativado por

