Foi ao ar no dia 02/01/2011no programa Fantástico da rede Globo, uma reportagem mostrando um movimento racista e separatista disseminado por alguns "cidadãos paulista", que prega a separação do estado de São Paulo do resto do País e a intolerância sobre os ditos "não paulistas", pessoas que vieram e se fixaram no estado, pessoas essas que ajudaram a firmar o estado de São Paulo como a maior potência econômica do País. O separatismo não foi a unica causa do movimento de 32 e alguns historiadores dizem que esse sentimento não existiu, e foi uma forma que Vargas encontrou de buscar apoio contra o estado de SP, uma coisa é certa chegou se a fazer discurso sobre a separação do estado de SP do resto do Brasil na época, e esse sentimento parece que atravessou o tempo chegando aos dias de hoje, assim como a xenofobia sobre os "elementos não paulistas" forte na época, basta consultar alguns escritos sobre o assunto para se inteirar sobre o assunto. Me parece que esses ideais estão sendo usados por essas pessoas como forma de legitimação de suas loucuras.
Façam seus comentários sobre o assunto.
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É um assunto um tanto quanto controverso, a partir da idéia que os combatentes eram "constitucionalistas" e não "separatistas", no entanto sabemos por fontes concretas, como depoimentos de ex-combatentes que havia sim um sentimento separatista em alguns membros da revolução.
Que a cultura de São Paulo foi bombardeada por outras, isso é um fato, mas a grande questão é, o que seria de São Paulo sem a miscigenação cultural?
São Paulo pode ser orgulhar de ser o Brasil!
Abraços,
Permalink Responder até bruno eduardo santos nunes em 22 janeiro 2011 at 11:53
Concordo com vc, isso não é uma generalização, mas sabemos perfeitamente que existem bandos que usam o preconceito contra elementos não paulistas, homosexuais e outros como um "motivo" para um discurso separatista.
Ola, amigo me parece que vc é a favor de um levante armado, vamos por parte, ja houve um levante armado contra a federação vide a revolução de 1932, ha varios livros que tratam do assunto, no entanto apesar da "vitoria" politica ja que em 34 Vargas aprovou a constituição, motivo pelo qual os paulistas pegaram em armas, vale lembrar que esse não foi o unico motivo do levante, existia sim um sentimento separatista e racista por parte de algumas pessoas, e no meu entender o principal o sentimento de revanchismo por parte da oligarquia e dos politicos paulista que queriam de volta o poder que exerciam durante a politica do cafe com leite.( nota se bem não estou generalizando apenas digo que uma minoria os politicos no caso inflamaram a valorosa população paulistas, com ideais revolucionarios que no fundo so eram beneficios as oligarquias e aos politicos). O desfecho do levante todos nos sabemos São Paulo sucumbiu diante a Federação, ou seja atraves das armas perdeu a guerra.
Portanto acredito que não é uma questão de medo ou coragem mas sim interesses e situações politicas que levam irmãos a combaterem irmãos sem um motivo realmente nescessario e benefilo a população em geral. O Brasil é uma nação cheia de constrates culturais e sociais talvez unico no mundo todo, e o carro chefe a locomotiva que abre o caminho para o desenvolvimento economico da nossa nação é sem duvida o estado de São Paulo, por esse motivo e por outros tambem que não vem ao caso temos no comando da federação varios politicos Paulistas que ajudam a conduzir a politica nacional, sendo assim uma barbarie como um levante armado não acontecera por motivos obvios os politicos estão muito bem obrigado.
Caros Senhores (as),
Homossexuais, elementos não-paulistas... Desde quando? Se é o que mais tem lá.
Permalink Responder até EDSON PEREIRA DE ARAUJO em 25 janeiro 2011 at 21:27
Caro Sr. Edson,
Onde está o seu bom humor? Apenas aproveitei o gancho que o Sr. Osvaldo me deu para encaixar uma piada. Acompanhe o raciocínio: "...existem bandos que usam o preconceito contra elementos não paulistas, homossexuais e outros como 'motivo' para um discurso separatista."
Qual seria o procedimento? A elite paulista faria a separação de SP do restante do Brasil porque considera os homossexuais, entre outros elementos (nordestinos e negros, talvez), indesejáveis. Mas a piada está justamente nisto: O que fazer com os milhões de bichas paulistanas? Baní-las para outros estados?
Se lhe parece ridículo, note que não fui eu que o produzi, apenas comentei.
Permalink Responder até Alcebíades de Lima Oliveira em 25 janeiro 2011 at 11:08
Permalink Responder até Jose Luiz da Silveira Ballock em 25 janeiro 2011 at 16:17
Ola
Este tipo de xenofobia encontrei em São Paulo, capital, do paulistano em relação ao paulista do interior e do paulistano em relação a outros advindos de outros estados.
Eu era de Mato Grosso e estava fazendo um curso de especialização em uma industria em Sampa.Hoje resido em Niteroi-RJ
Não sei se este comportamento foi gerado a a partir da revolução de 32 ou da aristocracia paulistana em querer permanecer no poder nos anos 80/90.
É interessante o fórum.
Abraços,
Jose Luiz da Silveira Ballock
Niteroi, Rj
Permalink Responder até Rosie A Barbosa em 25 janeiro 2011 at 16:44
Permalink Responder até GISELE cOSTA em 25 janeiro 2011 at 17:01
Permalink Responder até Jose Luiz da Silveira Ballock em 25 janeiro 2011 at 17:25
Ola,
São conceitos interessantes; conservadorismo, xenofobia e sociedade paulista
Soceidade paulista, o que é?
1 - Paulistana, mais retrita, aristocrática, ologarquica
2 - Ou capitalista, burguesa, mais ampla, aglutinante sai da capital
Coservadorismo, estaria atrelada a sociedade paulista
Haveria atrito aristocracia x burguesia x proletário
Xenofobia, estaria ligada a vinda dos europeus:italianos, espanhóis, alemâes etc a São Paulo?
Por isto que é interessante o forum, pela construção ofertada pela discussão
Abraços
Jose Luiz
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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