Tortura: grupos militares criam obstáculos a investigação da justiça?

O que os colegas sabem ou pesquisam sobre o tema?

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filmes como: Batismo de sangue, que é um misto de teologia (ideologia) da libertação que prega a união da Igreja Católica com os militares corrompe as cabeças e acabamos pensando que é verdade. As universidade estão repeltas de gramischinianos, de marxistas, defenssores da escola de frankfurt e de fabianos caluniadores. Chega de mentira, quero respirar a verdade, coisa que não passa pela cabeça dos comunistas e muito menos do PT

O PT fez a Comissão da Verdade apenas por pressão da OEA. Ela não permitirá julgamentos, p. ex, de crimes inafiançáveis. A América Latina toda fez essas comissões, mas o Brasil atrasado não.

E como sempre a estória (não a história) é escrita, reescrita e de novo reescrita pelos que vencem ou que, por acasos  belicosos ou democráticos estão no poder.

Os anos 60 e 70 neste País são tratados HOJE como a Luta dos Anjos Contra os Demônios, dos bons contra os maus, dos mocinhos contra os bandidos. Um lado era inteiramente bom, decente, honesto, democrático, pacífico enquanto o outro o oposto de tudo isso e mais um pouco. De um lado, a maldade hoje passível de toda a raiva, revanche, julgamento e punição possíveis. De outro, a bondade extrema digna hoje  de motivos, razões, indenizações é claro, alguns cargos no governo...

Tem algo de errado nisso.

Excesso ocorreram de ambas as partes. Ambos os lados se achavam tão absolutamente certos e donos da verdade que justificavam-se em seus crimes, se cobriam de motivos e desculpas - Mas isso é regra, isso é norma e isso é lei nas alternâncias de poder ou nas tentativas de fazê-las.

Mas dai a achar que o lado A tem todas as culpas e o lado B todas as verdades é rematado exagero interesseiro, passional e portanto tão mentiroso e falso que os motivos do passado.

Pois é, mas mídia tem trabalhado justamente com essa sua hipótese, a dos "dois demônios". Excessos aconteceram principalmente da parte dos militares. 

Obrigado a todos pela participação.

A "Comissão Nacional da Verdade" (e suas homólogas estaduais e setoriais) já demonstrou ao que veio, já pelo nome que recebeu. "Comissão Nacional de Revisão Histórica" seria mais simpático, não acham?

Outro "erro" (sem querer querendo, como diria o Chaves) foi ter permanecido no âmbito da Presidência da República - ao invés de ser um fórum inter poderes e suprapartidário -, o que permitiu ser amplamente utilizada por Dilma Rousseff e por políticos ligados à coligação PT/PCdoB como (mais uma) ferramenta política suas vitórias no pleito de 2014.

Cabe ressaltar que os militares chamados a depor pertenciam a somente duas categorias: a dos "perseguidos" e a dos "torturadores". Essa imposição prejudicou a elucidação de algumas mortes e desaparecimentos, deixando alguns familiares "a ver navios". Certamente que nem Lula, nem Dilma, nem os "caciques" do PT ou do PCdoB perderam o sono por causa disso.  

Saiba mais sobre a BYU Jerusalém Center - A universidade da Igreja de Jesus Cristo na Terra Santa


 
A BYU Jerusalém Center é o campus da Universidade Brigham Young na Terra Santa. A Universidade BYU é de propriedade d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Os alunos se inscrevem no campus da BYU, em Provo, Utah, e viajam para a Terra Santa, vivendo no campus de Jerusalém programas que se estendem por cerca de quatro meses. Os alunos estudam um currículo que se concentra nos estudos sobre Antigo e Novo Testamento, além do antigo e o moderno Oriente Médio, e os idiomas hebraico e árabe. Além do estudo em sala de aula, também há tours na cidade de Jerusalém.
 
O Centro está localizado no Monte Scopus, com vista para o Monte das Oliveiras e para a cidade velha, em um belo edifício. São 11.612,88 metros quadrados de uma estrutura de oito andares, com cinco hectares de jardins paisagísticos. Os primeiros cinco andares tem dormitórios e apartamentos para até 160 alunos. Os dormitórios acomodam quatro pessoas, com espaço amplo de estudo e banheiro privado. Cada um destes quartos tem uma sacada com vista para a Cidade Velha. No sexto andar tem uma lanchonete, salas de aula, laboratórios de informática e um ginásio. Escritórios administrativos e sala de professores estão localizados no sétimo nível, com um auditório para 250 lugares. A entrada principal está no oitavo andar, que também contém um auditório para recitais, e eventos especiais, com órgão, sala de aula, bibliotecas, escritórios, um teatro de cúpula, e uma área de recurso de aprendizagem.
 
História da BYU Jerusalém Center
 
 
Os planos para construir um centro para estudantes da BYU foram anunciados pelo então Presidente d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dais, Spencer W. Kimball, em 1979. Em 24 de outubro de 1979, o Presidente da Igreja Spencer W. Kimball visitou Jerusalém para dedicar o Parque Orson Hyde Memorial Gardens, localizado no Monte das Oliveiras. (Conheça o Parque Orson Hyde no Monte das Oliveiras clicando aqui) A igreja tinha doado dinheiro para embelezar a área de Jerusalém, e as autoridades do governo de Jerusalém estavam presentes na ocasião. Foi nessa dedicação que o Presidente Kimball anunciou a intenção da igreja de construir um centro para estudantes da BYU na cidade. Em 1984, a igreja obteve um contrato de concessão de terra por 49 anos e começou a construção. A posição de destaque do centro de estudos sobre o horizonte de Jerusalém rapidamente trouxe protestos de conservadores religiosos de Israel. Os protestos contra a construção do BYU Jerusalém Center obtiveram projeção nacional e até mesmo internacional. Depois de várias comissões de investigação do parlamento israelense o tema foi revisto e debatido, e as autoridades israelenses decidiram permitir a construção do centro em 1986. O centro foi inaugurado em Maio de 1988 e foi dedicado pelo Presidente Howard W. Hunter em 16 de maio de 1989. O centro não admitiu alunos de 2001 a 2006, devido a questões de segurança durante a Segunda Intifada, mas continuou a oferecer tours para os visitantes e concertos semanais.
 
 
Controvérsias durante sua construção
 
Por causa de sua localização privilegiada em Jerusalém, a construção foi rapidamente notada, e isso provocou uma grande controvérsia em Israel e no mundo judaico em 1985. Os judeus ortodoxos lideraram uma oposição, e sua principal preocupação era que o prédio não fosse somente utilizado como uma escola, mas como um centro de esforços missionários mórmons em Jerusalém. Os judeus ortodoxos alertaram para um "holocausto espiritual".
 
A Igreja argumentou que não tinham presença na área de Jerusalém e nem ligações históricas com a terra. O grupo de judeus ortodoxos espalharam avisos através de cartas, jornais e de televisão que os missionários mórmons converteriam judeus em toda a cidade.
Os avisos na mídia levaram a protestos nas ruas e manifestações. Apesar da intensidade da oposição, em nenhum momento os protestos se tornaram fisicamente violentos. Depois de várias investigações e votações no parlamento israelense (Knesset), um subcomitê do solicitou que a Igreja SUD emitisse uma promessa formal de não iria fazer proselitismo entre os judeus em Jerusalém. Alguns israelenses consideraram a promessa como discriminatória, pois nenhuma outra igreja cristã havia sido obrigada a fazer isso em Jerusalém. Os líderes da igreja, no entanto, concordaram em cumprir a promessa e enviaram um comunicado formalmente assinado logo depois.
 
Além da promessa de não fazer proselitismo, a BYU começou uma campanha de relações públicas para informar o público sobre as suas intenções do centro como uma escola e um local de encontro para aqueles que já são santos dos últimos dias. Os anúncios foram divulgados em jornais locais, revistas e na televisão, além de programas de rádio. Em 1986, o Knesset aprovou a conclusão do centro.
 
As instalações da BYU Jerusalém são abertas ao público?
 
As instalações do Centro de Jerusalém estão disponíveis apenas para estudantes de tempo integral formalmente matriculados em um programa da BYU Jerusalem Center. Para os interessados ​​em visitar o edifício, é disponibilizado um passeio de 45 a 60 minutos. O passeio inclui uma apresentação de vídeo , um recital de dez minutos, um passeio pelo oitavo andar e pelos jardins do BYU Jerusalem Center. Para agendar uma visita ou para obter informações sobre a disponibilidade de turismo, entre em contato com o pessoal de hospedagem no Centro ligando para o telefone: 011-972-2-626-5666.
 
Curiosidades
 
A BYU Centro de Jerusalém desempenha um papel importantíssimo na investigação dos Manuscritos do Mar Morto, em cooperação com a Fundação do Mar Morto de Jerusalém. Eles desenvolveram umabrangente banco de dados em CD-ROM sobre os conteúdos dos papiros, permitindo que os pesquisadores em todo o mundo tivessem a possibilidade de estudá-los.
 
Existe um mito de que o campus da BYU em Jerusalém seja um "templo da Igreja" disfarçado e que um dia, antes da segunda vinda, seria o mesmo revelado pelo presidente da Igreja, entretanto isso passa somente de um boato e que não tem qualquer fundamento ou apoio da Igreja.
 
No vídeo abaixo, Testemunhas Especiais de Jesus Cristo, o primeiro testemunho do Pres. Gordon B. Hinckley, foi gravado na BYU Jerusalém Center, observem:
 

Boa tarde,caros colegas

Vi agora que postei um dos meus artigos aqui,nao foi minha intencao,as minhas desculpas

Cumprimentos

Sobre torturas: la idea no es decir que es asi o de otra forma, buscando que carniceros disfruten de los relatos o "cuentos", para hablar de tortura y definir con impetu lo escrito hay que conocer un capuz o una isla, comer patas de galinha em sopa con cigarros apagados dentro, saber que los golpes llegaran desde lugares desconocidos, de manos que se frustraran si no aciertan y arrancan gemidos, convivir con eso y la oscuridad complice, con la moral complice y con el ir de nuevo a casa y abrazar los hijos con el deber cumlido, despues de varias horas de trabajo, torturando, solo esos dos o varios personajes de un teatro macabro pueden hablar de torturas, ellos son los que la conocen y pueden juzgar, muchas personas hablan por ser moda, por pensar que el pueblo necesita saber, porque el pueblo necesita tener presente el pasado para no repetirlo, no se precisa olvidar,los torturadores tienen siempre trabajo, en definitiva, son el brazo armado del estado.

Pase 7 años en las manos de torturadores,aqui, en Uruguay y en Argentina, no confundo la palabra venganza con justicia y si bien yo no los acuso, pues sabia que eso podia suceder, no puedo aceptar que aquellos que por ser partidarios tengan que pasar por lo mismo que activistas de verdad, el estado es un simple asesino que compara muy mal a sus enemigos, muchos nunca fueron enemigos, ni lo son hoy, no le pidan a la comision que haga mas, pidanle que no se calle, que no esconda nada y despues veremos que aprovechar de todo eso, cualquier duda, a preguntar, hasta luego

O estado continua torturando, vide Amarildo.

A ditaduramilitar nunca acabou, apenas institucionalizou-se.

"Comissão da MEIA verdade" ou "Comissão da verdade segundo a esquerda". Meia verdade porque omite os podres da militância comunista que também matou, e verdade segunda esquerda porque se via claramente interesses politico-ideológicos por trás das investigações. 

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