Tags: tortura
Permalink Responder até Alcebíades de Lima Oliveira em 9 dezembro 2008 at 15:53
Permalink Responder até Enoche David Rocha em 19 outubro 2012 at 9:54
Inclusive dos dois lados.
Permalink Responder até Frederico Augusto Ramos Teixeira em 12 março 2013 at 14:12
O grande problema que a anistia foi bilateral, ao mesmo tempo que os exilados politicos puderam retornar ao pais, os algozes foram também anistiados, logo não podem ser julgados. Acho que a abertura dos arquivos servirão para estudos históricos, isento de julgamentos, imparcial. Existem muitos fatos obscuros nessa época.
Permalink Responder até Agenor Batista de Lima em 9 dezembro 2008 at 17:25
Permalink Responder até Alcebíades de Lima Oliveira em 9 dezembro 2008 at 20:39
Oi, se faz facil ver e pensar em justiça, porem... feita por quem?
temos um pais sem memoria e políticos com menos memoria ainda é de imaginar para onde correriam a se esconder os civis que patrocinaram o braço armado de sua democracia.
Nas escolas não apareceu um livro que fale sobre os anos de chumbo ou sobre a metodologia aplicada sobre a pele dos considerados perigosos para o pais e nosso quase cúmplice silencio faz isso quase legal, temos que aceitar os fatos como se reais fossem, torturar faz parte, desaparecer faz parte, mentir faz parte, não ter memoria faz parte, não temos referencias ni heróis que podamos defender, eu tenho dado palestras, por ser ex-preso politico, onde as perguntas centram seu interesse em saber quanto de dor somos capasses de suportar, como se isso nos convertesse em seres diferentes, um povo desinformado é presa fácil para alianças vergonhosas e Malufes e Collors sobreviventes, teremos sempre alguma possibilidade de retorno ao passado se não abrimos livros e os muros das escolas ao relato do sucedido neste e em outros países vecinos, cabe aos geógrafos e historiadores de plantão fazer sua parte, sumando a seus conteúdos a verdade, muito obrigado, desculpem os erros de português só escrivo e falo espanhol.
Permalink Responder até Alcebíades de Lima Oliveira em 10 dezembro 2008 at 8:15
Permalink Responder até Alcebíades de Lima Oliveira em 13 dezembro 2010 at 15:30
O infeliz aniversário do AI-5, a legalização do terrorismo de Estado, não se deve atribuir apenas aos milicos os horrores da ditadura, foram apoiados e usados pelas forças reacionárias, contrárias a evolução política e social em favor do povo.
Pior, essas forças continuam atuando e falando em liberdades democráticas, aproveitando-se de que no país o se esquece não se pune.
A história vivida é uma coisa a contada pela classe dominante é outra, ignorar a história é o caminho para ser vítima da história.
Permalink Responder até Bruno Leal em 14 setembro 2012 at 12:09
Valeu pela contribuição, Alcebíades!
Os arquivos do regime militar devem ser abertos, revelando todo o conteúdo na integra da ditadura, mas mantendo a imparcialidade dos fatos. Possuo uma cópia convertida em PDF de documentos originais, estou analisando com calma. Mantenho minha opinião, o atual governo deve isso ao povo brasileiro.
Não disponibiliza esse material que vc tem?
São quase 1.000 páginas se conhecer algum meio de mandá-lo via net, informe que envio o material imediatamente. Abraços.
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
Ativado por

