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Permalink Responder até NIELSON GUEDES em 26 abril 2009 at 19:48
Permalink Responder até NIELSON GUEDES em 7 dezembro 2011 at 9:00
Permalink Responder até NIELSON GUEDES em 15 janeiro 2012 at 14:57
Eu trabalho com Brasil colônia meu corte temporal é 1750 até 1760 estudo as Elites de Pernambuco.
Permalink Responder até Bruno Leal em 20 janeiro 2012 at 11:09
Sugiro muito a leitura de "Entre o passado e o futuro", de Hannah Arendt.
Permalink Responder até Brancaleone em 20 janeiro 2012 at 11:30
H G Wells dizia que história é o que e como se narra o que aconteceu no passado. Disse isso certamente em função do seu personagem de "1984", que tinha por ofício reescrever a história adaptando-a ao momento presente da política do Grande Irmão.
A Teoria da História perde muito de sua influência à medida que os fatos históricos estão sempre sujeitos a adaptações, ajustes e revisões decorrentes de pesquisas, descobertas e revelações. Os que supõe ser a história um bloco monolítico de fatos verdadeiros e incontestáveis quase sempre tem que escolher entre o aprendizado, a decepção ou o fanatismo.
Os historiadores gregos eram historiadores do seu tempo e portanto sujeitos às mesmas dúvidas, arrogancias e conclusões dos atuais.
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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