Gostaria de saber qual é a opinião de voces sobre os Templários: Se basicamente serviam à Igreja ou havia um proposito ainda maior, e na opinião de vocês, qual era esse proposito?

No ano 1118, Jerusalém já era um território cristão. Assim, nove monges veteranos da primeira Cruzada, entre eles Hugh de Payen e Gogofredo de Saint Omer, dirigiram-se ao rei de Jerusalém Balduíno I e anunciaram a intenção de fundar uma ordem de monges guerreiros. Dentro de suas possibilidades, se encarregariam da segurança dos peregrinos que transitavam entre a Europa e os territórios cristãos do Oriente. Os membros fizeram votos de pobreza pessoal, obediência e castidade.
Os denominados Pobres Cavaleiros de Cristo se instalaram numa parte do palácio que foi cedida por Balduíno, um local que outrora foi o Templo de Salomão. Por isso ficaram conhecidos como Cavaleiros do Templo, ou Cavaleiros Templários. Apenas em 1127 no Concílio de Troyes, o Papa Honório II outorgou a condição de Ordem, concedendo um hábito branco com uma cruz vermelha no peito. O símbolo era um cavalo montado por dois soldados, numa alusão a pobreza.

A Ordem desenvolveu uma estrutura básica e se organizou numa hierarquia composta de sacerdotes até soldados. A esta altura, constituída não apenas por religiosos mas principalmente por burgueses, os Templários se sustentavam através de uma imensa fortuna que provinha de doações dos reinados.

Durante um período de quase dois séculos,cavaleiro templario a Ordem foi a maior organização Militar-Religiosa do mundo. Suas atividades já não estavam restritas aos objetivos iniciais. Os soldados templários recebiam treinamento bélico; combatiam ao lado dos cruzados na Terra Santa; conquistavam terras; administravam povoados; extraíam minérios; construíam castelos, catedrais, moinhos, alojamentos e oficinas; fiscalizavam o cumprimento das leis e intervinham na política européia. Além de aprimorarem o conhecimento em medicina, astronomia e matemática. Houve até mesmo a criação de um sistema semelhante ao dos bancos monetários atuais. Ao iniciar a viagem para a Terra Santa, o peregrino trocava seu dinheiro por uma carta de crédito nominal que lhe era restituída em qualquer posto templário. Assim, seus bens estavam seguros da ação de saqueadores. O poder dos Templários tornou-se maior que a Monarquia e a Igreja.

As seguidas derrotas das Cruzadas no século XIII, comprometeram a atividade principal dos Templários, e a existência de uma Ordem Militar com tais objetivos já não era necessária. Neste mesmo período, o Rei Felipe IV – O Belo – comandava a França. Diferente da maioria dos monarcas que eram subalternos à Igreja, Felipe se engajava em campanhas aliadas ao Clérigo, em troca de benefícios políticos.

Felipe IV devia terras e imensas somas em dinheiro aos Templários. Assim, propôs ao arcebispo Beltrão de Got uma troca de favores. O monarca usaria sua influência para que o religioso se tornasse Papa. Por sua vez, Beltrão de Got se comprometeria a exterminar a Ordem dos Templários assim que alcançasse o papado. Apenas um Papa possuía poder político para fazê-lo. No ano de 1305, Beltrão de Got sobe ao Trono de São Pedro como o Papa Clemente V.

Neste momento tinha início as acusações contra os cavaleiros e a implacável perseguição em toda a Europa. O processo inquisitório contra os Templários se estendeu por vários anos sob torturas e acusações diversas, como heresia, idolatria, homossexualismo e conspiração com infiéis. Os condenados eram levados à fogueira da Inquisição. Na França, o último Grão-Mestre da Ordem, Jacques de Molay, e outros 5 mil cavaleiros foram encarcerados pelos soldados do Rei Felipe. Na Grã-bretanha, a Ordem foi dissolvida pelo Rei Eduardo II. Na Alemanha e Suíça, os Cavaleiros foram declarados inocentes mas a Ordem também foi suprimida.

Finalmente, em 18 de março de 1314, Jacques de Molay foi levado à fogueira da Santa Inquisição às margens do Rio Sena, em Paris. Há uma lenda, que agonizante em meio às chamas, o líder dos Templários amaldiçoou o Papa Clemente V e o Rei Felipe, dizendo que se os Templários tivessem sido injustamente condenados, o Papa morreria em no máximo 40 dias e o Rei dentro de um ano. O Papa morreu 33 dias após a execução de Molay e o Rei em pouco mais de 6 meses.

Em toda a Europa, a Ordem dos Templários foi oficialmente extinta. Seus bens, o imenso contingente do exército e sua estrutura foram diluídos em outras Ordens menos expressivas. Atualmente, a Ordem Rosa Cruz e a Maçonaria se consideram ascendentes diretas dos Cavaleiros Templários.

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      Há na história lacunas que nunca serão preenchidas, Como saberemos qual eram as verdadeiras intenções de Hughes de Payns ao propor a criação da ordem? O que a documentação comprava é o poder e a riquesa que a ordem foi adquirindo ao longo do tempo. Contudo, devemos atentar para alguns aspetos do período em questão (século XII até o  XIV) a fim de superar o senso comum e nos manter no trilho do cientificismo, que a história exige, assim, é preciso olhar para um outro cenário a qual árabes, cruzados e templários estavam inseridos.

       Um cenário onde o mundo islamico era muito mais rico que a Europa, alias, isso faz parte de um exercício de superação do nosso eurocentrismo, em achar que os europeus sempre foram o centro do mundo. Na verdade, a Europa era medieval, feudal, rural e pobre, antes de tudo, das precárias instituições existentes, a Igreja Católica era a que mais se destacava, pela organização, poder e riqueza. O mundo árabe era um ambiente de intensa troca comercial e cutural, assim foi perfeitamente cabível aos templários montarem uma extrutura institucional que com o tempo tounou-se uma das mais poderosas do mundo.

      Também devemos ter em mente a religiosidade do homem do medievo, muito contrária a do homem contemporâneo, se os lideres templários se jogaram a corrupção,  não podemos determinar que essa era a conduta de todos os menbros da ordem do templo.

       Felipe, o Belo, tinha cede de poder. Visava exercer controle sobre a Igreja e toda a Europa. Toda sua conduta foi em função da ambição, a mesma que o moveu contra Bonifácio VIII e transferido a sede da Igreja de Roma para Avignon.

            ( continua ...)

Pesquisadores ilustres, como René Guenón e Julios Evola, omitiram nas suas obras o passado do Portugal Templário.
Há na Europa uma conspiração de silêncio.
Atienza, mesmo aqui ao lado, parece ignorar factos que não pode ignorar.
O tempo e a história iludem-nos. Por seis séculos, foi preciso guardar o segredo. Mas os ciclos começam, e acabam, sem que deles conheçamos a perfeita exactitude. Cumprem-se agora. Não nos mostra isso, o mundo? Pé ante pé, o Naros levanta a manta e, os segredos… espreitam. Cai a Grécia, cairá Roma, veremos de novo a Luz Citânea.

Em A ESTALAGEM DO QUINTO CAMINHO, a verdade começa a emergir, é preciso ter agora coragem para a defender.
O livro está publicado online e pode ser pesquisado no Google.

       Um novo ano é uma boa altura para apresentar novas perspectivas. Chega de palavras em cima de palavras. Sejamos audazes. A História de Portugal está envolta numa névoa que é preciso dissipar. Da discussão, nasce a luz. Com o esforço de todos.

       Pretendo pôr à discussão a possibilidade de estarem estes dois temas interligados:

1.        O GRANDE SEGREDO DA ORDEM DO TEMPLO

2.       JESUS CRISTO EM PORTUGAL

       Que, a vinda de Jesus para Portugal, foi um segredo guardado e, escondido, ao longo dos tempos.

       Que a Ordem do Templo foi instaurada por terem sido encontrados documentos que referiam esse facto.

      Que no espaço Lusitano se preservou sempre essa memória.

       Que o motivo, sobre o qual tanto se tem especulado, e que tanto poder deu à Ordem do Templo, foi o conhecimento desse Segredo.

      Que o culto do Espírito Santo conservou essa memória.

 

1. Formação da Ordem do Templo e de Portugal

       D. Henrique pertencia à família ducal da Borgonha. Aderiu à Reconquista da Península Ibérica e, como recompensa pelos seus serviços, recebe em 1096 de Afonso VI o Condado Portucalense como dote de casamento com D. Teresa de Leão. Morre em 1112  e Afonso Henriques sucede-lhe, tornando-se no segundo conde de Portucale.

       Guerra Santa, peregrinações, relíquias, pilhagens, comércio, profecias milenaristas e muitos jovens nobres desocupados, são palavras-chave para entender a época. A primeira cruzada é em 1096. Muita gente se desloca pela Europa e pelo Médio Oriente. O mesmo faz um grupo de nobres da Borgonha aparentados a D. Henrique. No ano em que são encontrados em Toledo os manuscritos que contêm a lenda do graal, e que, parecem estar na origem da tradição de Parsifal conhecida na Europa, D. Hugo de Champagne, parente de D. Henrique, desloca-se à Palestina com D. Hugo de Payen que, aos 19 anos, toma parte na captura de Jerusalém e no mesmo ano entra ao seu serviço.

       Em 1112, Bernardo Fontaine, borgonhês como o Conde D. Henrique, decide tornar-se monge e leva consigo os amigos e a família. Antes de ingressar no mosteiro fica acampado com eles 6 meses sem se saber bem porquê. O mosteiro é muito pequeno e não tem espaço para todos, quando D. Hugo regressa da Palestina, oferece à Ordem um bosque para aí construir a Abadia de Claraval onde Bernardo será abade. Nasce Bernardo de Claraval em 1115. Na abadia continuarão a traduzir manuscritos encontrados nas viagens.

       Em 1118, um grupo de 9 cavaleiros, dirige-se para a palestina e instala-se nas ruínas do Templo de Salomão. Ficam por lá a cavar durante 10 anos. Um dos 9 cavaleiros terá sido português.

       D. Hugo regressa para falar com Bernardo e este manda regressar todos.

        No concílio de Troyes, apesar de contestado por uma parte do clero que pensa que ele se intromete em coisas que não lhe concernem, Bernardo de Claraval é nomeado secretário e o concílio é fortemente influenciado pela sua actuação. Consegue o reconhecimento da Ordem do Templo cujos estatutos são escritos por ele mesmo. Parece ter sido por sua mediação que o Papa enviou um legado à Península Ibérica para reconhecer a submissão do novo país à Santa Sé.

       Estabelece-se a Ordem do Templo em 1128.

 

Entretanto:

        O jovem D. Afonso Henriques, de ascendência duvidosa e por motivos pouco claros, pretendia ser mais do que conde. Em 1128 zanga-se com a mãe, D. Teresa, que pretendia manter-se no governo do Condado Portucalense. Apesar de herdeiro, é vassalo do rei de Castela. Esta zanga é, um pretexto, para deixar de sê-lo e assim tornar o reino independente. A forma como tratou sua mãe dá-nos que pensar.

       Também na Lusitânia existiam segredos conhecidos por algumas das antigas famílias do condado Portucalense. Na época o poder espiritual sobrepunha-se ao poder temporal. Apenas com a bênção papal, era possivel legislar esse poder. O segredo da sobrevivência de Jesus, documentado em manuscritos, foi ameaça suficiente para obter a colaboração do papa que aceitou o reino de Portugal mas, não reconheceu Afonso como rei. Afonso Henriques era templário e como tal não podia possuir nada, uma vez que tudo o que um templário possuía pertencia à Ordem. O reino de Portugal foi criado para albergar um império espiritual onde o verdadeiro imperador seria Cristo.

        Além deste segredo havia aqui muitos outros e, também, mapas. Rotas terrestres e subterrâneas. Documentos secretos que deram origem a um plano futuro. Para aqui terá vindo da Palestina o tesouro dos templários. Entre 1151 e 1155 D. Gualdim Pais prestou serviço na Palestina como cavaleiro templário. Foi o 4º ou 5ºmestre da Ordem. Em 1160 constrói o castelo de Tomar. Não se sabe qual a razão que levou à opção por Tomar em lugar da reforma do castelo de Cera. A primitiva ocupação humana da região de Tomar remonta a mais de trinta mil anos, conforme os testemunhos arqueológicos. A cidade é acessível a rotas marítimas e subterrâneas. Iniciou-se também a construção da Charola posteriormente adaptada a Capela-mor, uma das edificações templárias mais importantes no Ocidente.

       Os primeiros reis de Portugal foram templários. A ordem prosperou e o reino cresceu. Desavenças terão levado a que as famílias Portuguesas e da Borgonha se tenham desentendido. As ordens monásticas reforçaram o poder papal. A inquisição começa a impor-se. Todos os que não são bem vistos por motivos espirituais ou materiais, são denunciados como hereges. A ordem é extinta em 1314. Apesar da rapidez com que foram perseguidos ou mortos, todos os templários, o tesouro evaporou-se, provavelmente transportados em carroças de ciganos, quem sabe se, por rotas subterrâneas.  

       Em 1296 D. Diniz e D. Isabel instituem o culto do Espírito Santo apesar de este ser muito anterior. Dante acusa D. Diniz de actos maléficos. Porque não terá sido nunca revelado o segredo?

       Após o declínio da Ordem de Cristo, Portugal perde o rumo. Algo acontece de definitivo na história do nosso país a partir de 1433. Para além da morte de D. João I, que mais terá acontecido?

2.      Jesus Cristo no Ocidente

       Aqueles que dizem que Jesus não morreu na cruz são muitos. Há várias interpretações e teorias em relação à sua morte que a tornam de facto duvidosa.

       Não existe registro de que a cruz tenha sido utilizada pelos cristãos do primeiro século, apenas no século IV se tornou o supremo emblema e símbolo do Cristianismo.

       A ligação de Jesus com o movimento zelota é uma possibilidade sustentada por vários autores. A crucificação não era usada para delitos comuns. Era punição capital, reservada para crimes políticos, de insurreição. Por isso a morte deveria ser lenta, dolorosa, para servir de exemplo a quem passasse e visse os terríveis sofrimentos do supliciado. Segundo alguns historiadores, os crucificados ficavam de três dias a uma semana em indizível agonia antes de, finalmente, morrerem. Por isso se espantou Pilatos quando, passadas apenas cerca de seis horas, se apresentou José de Arimateia, pedindo o corpo de Jesus para sepultar. Teria Jesus morrido neste relativamente curto espaço de tempo? Essa foi a dúvida de Pilatos. E a de muitos exegetas.

       Partindo, então, da hipótese de que Jesus sobreviveu ao martírio na cruz e fugiu da Palestina, sustentam alguns que vivera na Índia a partir dos 13 anos e, depois, obrigado a fugir, retornou à região em que viveu toda a sua juventude. Outros dizem, até, que terá acabado os seus dias numa aldeia perdida, no Oriente. Casado e rodeado de filhos. Que terá ficado a ensinar. Algures. Num sítio secreto. E porque teria ele ficado no Oriente? Por ter nascido lá? Se é que foi lá, que nasceu... E... Ocidente, porque não?

        Após a morte de Jesus, defendem alguns autores, que teria José de Arimateia viajado até à costa de Portugal com Maria, mãe de Jesus e alguns apóstolos. Com eles trariam o graal que levariam para a Gália. Glastonbury é um sítio rico de histórias. Mas, porque ficaria Jesus escondido sozinho no Oriente, tão perto, dos que o perseguiam? Enquanto Madalena ia para França, a mãe para Portugal, José de Arimateia para a Grã-Bretanha e, o graal, sabe deus para onde?

       José de Arimateia parece ter sido um rico comerciante fenício que vinha comprar estanho à Grã-Bretanha. Teria já trazido o menino e sua mãe nas viagens. No Norte de Portugal temos muito estanho, e temos também a ponta mais ocidental da Europa referida em tantos textos antigos. A cultura megalítica é ainda hoje um mistério. E a Tradição Primordial também. Desde tempos imemoriais Ophiusa guarda segredos.

        A Idade Média perseguiu a memória de alguma coisa a que chamaram e continuamos a chamar graal. Talvez não apenas de uma só coisa mas sim, de várias, que os anos fundiram em palavras que já não existem, nas línguas actuais. As línguas são vivas. Quando a realidade muda, mudam as palavras para se lhe adaptarem. Há uma grande confusão entre a costa da Grã Bretanha e do norte da península Ibérica. Também as novelas de cavalaria criaram uma amálgama de tradições que se confundiram no tempo, dando lugar ao cenário da Tavola redonda protagonizado por Artur, Lancelote, Genwere e, a malvada Morgana.

       Há uma história oculta de Portugal constantemente focada pelos nossos homens de letras.

       O mito, do império universal de Cristo, não é um mito. É uma memória.

       É altura de acordar essa memória e desvendar a verdadeira história de Portugal.

A ESTALAGEM DO QUINTO CAMINHO

outonoutubro@gmail.com

Há uma lenda que diz terem sido os Templários os fundadores de Portugal, bem como,  e isto é fato de fácil constatação, que foram os  financistas das grandes navegações portuguesas,isto porque as naus que partiram para o novo mundo tinham nas suas velas a cruz templária.  Uma bela história, que - por assim dizer - culminou com a fundação da nossa querida Terra Brasilis.  

A síntese histórica apresenta fidelidade aos fatos. No entanto, como este assunto é bastante extenso, profundo e complexo, não alcança a integral realidade dos acontecimentos e sua contextualização, o que é bastante compreensível. No momento, só gostaria de sugerir a alteração do termo "ascendentes" do último parágrafo por descendentes. Obrigado.

muito bom, a todos mas alguem poderia esclarecer, um pouco mais a relação entre os templarios e a maçonaria, dizerm que os maçõs guardam um segredo, tem sua origem nos templarios ou não?

Muito boa a sintese e a clareza da materia sobre templarios, tenho revistas a respeito e sou um curioso sobre o assunto, templarios e hospitalarios... Prof Marcos Godinho.

Na verdade, a sexta-feira treze, se deve ao fato de Jacques de Molay ter sido queimado na fogueira justamente nesse dia e data, daí é que vem a superstição que dura até hoje. 

 O grande interesse em suprimir a Ordem nos leva as interrogações. Será que foram suprimidos realmente???

Vejo que a filosofia dos Templários na época citada é praticamente a mesma dos governantes do Estado de Israel nos dias de hoje, ou seja, se infiltrar em todos os setores territoriais, financeiros, políticos, religiosos, ...etc, para tomar conta de tudo e impor seus poderes como faz hoje com os palestinos.  

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