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Permalink Responder até Reinaldo Martins Siqueira em 10 fevereiro 2010 at 22:08
Permalink Responder até LOURIMAR T. MOREIRA BRANDÃO em 25 março 2010 at 14:05
Permalink Responder até Tito Mariscal em 15 agosto 2010 at 17:57
Permalink Responder até Reinaldo Martins Siqueira em 31 agosto 2010 at 20:44
Pesquise no "aurélio" o significado de injúria. No demais, opinião é fruto da democracia! Nunca esqueça, querida "democrata", nosso país, realmente é miscigenado, de per si, fruto de diverças culturas. Viva a iguadade!!
Permalink Responder até Ильич em 31 agosto 2010 at 17:05
Permalink Responder até Ильич em 25 junho 2011 at 20:18
Bingo!!!!!
Permalink Responder até Sergio Fonseca em 19 dezembro 2012 at 11:58
Almir, na discussao sobre cotas nao podemos fazer de conta de que podemos avaliar se ha racismo ou nao no Brasil apenas com uma percepcao superficial e simploria do que ocorre na sociedade. O racismo, antes de ser um discurso politico, e algo mensuravel cientificamente. Os institutos de pesquisas economicas, sociais e demograficas, como sao o IPEA e o IBGE, demontram nitidamente onde esta o racismo na estrutura social do pais e quem sao os negros. E, principalmente, como que se da a exclusao. Avancamos nesse ponto, nao precisamos a toda hora ter que "provar" o racismo no Brasil e "quem" sao os negros.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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