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Sem ser a favor, nem criticar quem usa, acho que seria bem possível que D.Pedro II fumasse uma "ervinha maldita
", pois ele deveria ter problemas psicológicos por ter assumido um país com tenra idade e precisando ser doutrinado por estranhos.
Permalink Responder até Professor Americanista! em 7 fevereiro 2013 at 8:50
Em qual fonte consta que ele usava maconha?
Permalink Responder até Rayanne Gabrielle da Silva em 7 fevereiro 2013 at 11:52
Sinceramente, se ele fumava ou não, faz diferença?
Permalink Responder até Brancaleone em 7 fevereiro 2013 at 18:47
Olha, dificil dizer.
Mas a o fato dele ter aceitado o golpe republicano "na boa" e "sartado fora pras europa" sem reação, indica que ele era meio que destituído de vontade, meio que sem personalidade, meio que sem saber pra que tinha nascido, atitudes típicas de usuários de drogas...
Permalink Responder até Semíramis libonati em 7 fevereiro 2013 at 22:53
Sinceramente, jamais li algo sobre isso. Eclético, sim, mas maconha?
Permalink Responder até Professor Americanista! em 8 fevereiro 2013 at 7:38
Problemas psicológicos e falta de personalidade não são exclusividade de usuários de drogas!
Vocês não acham que a discussão é inócua? O que significa para a Historiografia os hábitos de consumo de maconha de D. Pedro II? Se consumia, que se divrita!
Por que tanta preocupação com bobagens? Pura perda de tempo.
Permalink Responder até Professor Americanista! em 10 fevereiro 2013 at 5:14
Neste caso a discussão é desnecessária sim, pois foi uma dúvida surgida sem evidência alguma! Ter "gostos ecléticos" também não implica em usar maconha!
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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